Escola Vivencial MCC – Coroados – 28/09/2016

Escola Vivencial MCC – Coroados

Boa tarde amados que a paz de Jesus esteja com todos vocês.

Nesta quarta-feira, 28/09, nosso encontro da escola vivencial com todos cursilhistas se deu na missa de Cura e Libertação com o celebrante padre Jesus da diocese de Lins.

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Pe Jesus celebra missa de Cura e libertação

Foi uma noite abençoada e de muita unção, a presença de Jesus Cristo e as milícias celestiais era quase que palpável. A homilia foi uma lição e ao mesmo tempo um “puxão de orelha”.

Mas o que nos ficou claro é o quanto somos felizes e muito abençoados por existir um Deus que nos ama, acolhe, nos ouve, atende e protege.

Assim, sejamos como Jó que mesmo depois de toda provação em sua vida continuou a amar e temer este Deus maravilhoso que nos guia e ampara que o tempo todo ao nosso lado.

Louvado seja nosso senhor Jesus Cristo … para sempre seja louvado.

Eliana Marques

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Escola Vivencial MCC – Murutinga do Sul – 27/09/2016

Escola Vivencial MCC – Murutinga do Sul

Nesta terça-feira, 27 de setembro de 2016, nossa missão foi a celebração da Palavra e distribuição da eucaristia no assentamento Santa Cristina.

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Nosso irmão Cridão quem celebrou a Palavra.

“Senhor ensinai-nos a sair de nós mesmos. Ensinai-nos a sair pelas estradas para manifestar o vosso amor.” (Papa Francisco)

Drieli

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Escola Vivencial MCC – Bilac – 27/09/2016

Escola Vivencial MCC – Bilac

Terça-feira, 27.09.2016, após a leitura dos cursilhos que serão realizados neste final de semana no Brasil e no mundo, pedidos de orações, em alavancas, para o bom êxito de todos eles, invocação do Espírito Santo, rezas do Pai Nosso e Ave Maria, refletimos as palavras da Sagrada Escritura descrita no capitulo 13 do evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas, através do método Lectio Divina (Leitura Orante).

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Urgência na conversão: Jesus nos adverte quando zombamos da desgraça alheia dos irmãos, julgando-os merecedores por serem ignorantes e pecadores, enxergando em nós somente virtudes que na verdade não possuímos, deixando de reconhecer que também somos carregados de erros e necessitados de urgente conversão, pois  do contrário receberemos o mesmo castigo. Mas, da mesma forma como o agricultor intercedeu pela figueira, o Senhor faz o mesmo conosco, concedendo-nos um tempo a mais para a nossa conversão, porém, devemos ficar atendo para não esgotarmos o prazo determinado.

O sábado foi feito para o homem: Jesus está acima de tudo, de qualquer regra criada pelo homem. Ele adverte e ao mesmo tempo ensina que não existe regra e nem data determinada para fazer o bem, basta ter comprometimento, dedicação e amor ao próximo.

O Reino atingirá o mundo inteiro: Através das parábolas da semente de mostarda e do fermento, Jesus demonstra o dinamismo do Reino Celestial, do qual todos são convidados a participarem, porém, quem optar por fazer parte desse processo deverá colocar-se  permanentemente à disposição dos trabalhos da messe do Senhor, cuja remuneração será o Reino do Céu.

A salvação é para todos: O caminho Santo apresenta obstáculos, trevas e abismos e, na reta final, a porta é estreita, mas temos que passar por ela. Portanto, é preciso ter coragem, a porta estreita mas é o caminho é certo. Assim ouviremos Jesus dizer: Venham vocês que são abençoados por meu Pai. Recebam como herança o Reino que meu Pai preparou desde a criação do mundo.

Jesus vai até o fim: Jesus não se intimida com as ameaças recebidas das autoridades e poderosos daquela época e continua a missão que o Pai lhe confiou. Missão que liberta as pessoas e ao mesmo tempo vai levá-lo à morte. Hoje, nós somos convidados a dar continuidade nos propósitos do Senhor, levando adiante os seus preceitos, com coragem, humildade e ações objetivas.

O julgamento sobre Jerusalém: Jesus realizou a salvação mas a unificação depende da escolha dos filhos de Israel. Parte do povo permaneceu indiferente, ou seja, não se arrependeu, não reconheceu os seus pecados e nem se voltou para Deus, preferindo permanecer no pecado.

Senhor, dai-nos sabedoria para entendermos os seus ensinamentos e colocarmos em prática seus ensinamentos, para um dia passarmos pela porta estreita e fazer morada no Céu.

Paz e bem a todos!!!

José João Ricardo

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Escola Vivencial MCC – Gabriel Monteiro – 26/09/2016

Escola Vivencial MCC – Gabriel Monteiro

Nesta segunda-feira, 26/09/16, nossa irmã jovem em Cristo Juliana Vacari, apresentou a mensagem “JOVENS, VÓS SOIS OS AUTORES DA MUDANÇA”.

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“Jovens, vós sois os autores da mudança” 

Iniciou com um vídeo do Papa Francisco, onde ele diz:

“Jovens sejam revolucionários”.

O papa fala aos jovens de todas as idades, essa revolução tem que começar por nós, dentro de nós, da nossa casa, na nossa família.

Hoje os jovens tem uma realidade muito difícil, por um lado o jovem tem oportunidade para muitas coisas, mas por outro lado, tem muitas responsabilidades, muitos afazeres; como estudar e trabalhar, formar uma família, está em constante pressão para serem bem sucedidos.

Vivem o dilema de ter muita informação e pouca formação.

A taxa de suicídio entre os jovens subiu 40% nos últimos dez anos, esse vazio é de quem quer matar a dor e não tirar a vida, matar o vazio existencial.

Neste contexto os jovens não devem se desesperar nem deixar a ansiedade os dominar. É a partir daí que devem consolidar ainda mais a fé.

Papa Francisco diz: 

“Vocês tem uma joia que é a fé cristã, não podemos deixar que este mundo nos diga que tudo é assim mesmo, que nada tem jeito; as pessoas são boas, nós todos viemos para deixar uma marca, não devemos ser jovens de sofá, acomodados, que não pensam, não desenvolvem o seu senso crítico, temos que ser titulares no jogo da vida.”

O jovem é como a luz do mundo. (Mt 5, 13-16)

Não pode ficar apagado no sofá. Tem que se lançar ao mundo, tem que se envolver com os acontecimentos que estão a sua volta, lutar pelo bem comum, correr atrás dos seus objetivos, participar da política com os olhos de Cristo.

Por que:

“Para quem não sabe o que quer, qualquer caminho serve”.

Na sua visita ao Brasil em 2007, Bento XVI, disse:

 “Jovem não tem medo de desafio, tem medo de uma vida sem sentido”.

O papa emérito reforçou a ideia de que os jovens não são apenas o futuro da Igreja e da humanidade, como uma espécie de fuga do presente, pelo contrário, vós jovens sois o presente, o agora e só alcançarão o tão sonhado futuro se o jovem edificar hoje a Igreja, sem o rosto jovem a Igreja se apresentaria desfigurada.

De Colores.

Jovania

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Escola Vivencial MCC – Piacatu – 26/09/2016

Escola Vivencial MCC – Piacatu

Nesta segunda-feira, 26/09/16, na Escola Vivencial de Piacatu, recebemos com muita alegria o casal de Gabriel Monteiro Carlos Renato (Caca) e Ana Paula que fez a comunicação sobre “A oração na plenitude dos tempos”.

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Ana Paula fala sobre a “Oração na plenitude dos tempos

A oração é a elevação da alma a Deus. Quem se humilha será exaltado. A humildade é a disposição para receber gratuitamente o dom da oração.

Nós temos sede de Deus e Deus tem sede de nós. A oração tem que ser simples e de coração;

Jesus retirava-se para fazer oração em vários momentos decisivos de sua vida e nos ensinou como se deve orar. No templo:

“Eu devo estar na casa do Pai” (Lc 11,1)

Estando em certo lugar, orando, ao terminar, um de seus discípulos pediu-lhe:

“Senhor, ensina-nos a orar?”

“Orar e entregar-se são um só ato” (Lc 23,34)

No Salmo 2,7 diz:

“Tu és meu filho, eu te gerei. Peçam-me e eu darei as nações como herança..”

Temos a oração por meio de sinais, palavras, silencio.

Tudo é possível para quem crê. O próprio Jesus disse as pessoas que o procurava com fé:

“Vai em paz. Tua fé te salvou.”

De Colores!

Beto e Beth

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Escola Vivencial MCC – Coroados – 21/09/2016

Escola Vivencial MCC – Coroados

Boa tarde. A paz de Jesus esteja com todos vocês.

Nesta quarta-feira, 21/09/16, nos reunimos mais uma vez em nome de Jesus Cristo, invocamos o Espírito Santo e acolhemos o neo-cursilhista Manoel que encantado fez sua primeira partilha com os novos irmãos em Cristo.

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Em seguida como estamos no mês da Bíblia foi falado sobre sua importância desta em nossa vida, e sobre a transformação que nos acontece quando cremos na Palavra da qual nos alimentamos.

A Bíblia é um manual de sobrevivência, ela nos ensina a educar, a se comportar enquanto filhos e pais, nos aconselha na vida enquanto casal, por isso transforma a nossa vida quando nós damos a devida atenção as Sagradas Escrituras, que salva e liberta .

Finalizamos com a leitura do evangelho .

Louvado seja nosso senhor Jesus Cristo … para sempre seja louvado

Eliana Marques

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Escola Vivencial MCC – Murutinga do Sul – 20/09/2016

Escola Vivencial MCC – Murutinga do Sul

Nesta terça-feira, dia 20 de setembro, recebemos o Padre José Arnaldo da cidade de Valparaíso, que veio falar sobre o Documento de Aparecida, além dos irmãos em Cristo da cidade de Guaraçaí.

Iniciamos invocando a oração do Espirito Santo, em seguida o Padre fez a proclamação do evangelho Lc 8, 19-21, e fez uma breve partilha.

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Pe Arnaldo (da cidade de Valparaíso) fala sobre o “Documento de Aparecida

Item Material Utilizado LINK (s)
1 DAp – estudo parcial documento-aparecida-estudo

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Escola Vivencial MCC – Bilac – 20/09/2016

Escola Vivencial MCC – Bilac

Terça-feira, 20.09.2016,  após o início do nosso encontro, invocando presença do Espírito Santo, mais as orações do Pai Nosso, Ave Maria e leitura e comentário do evangelho do dia Lucas 8, 19-21, apresentamos os neo-cursilhistas João, Marcos e Nelson, frutos do 40° Cursilho para homens da Diocese de Araçatuba, que compartilharam com os presentes as experiências espirituais e pessoais vividas no período de retiro na casa de São Paulo e a  expectativa de cada um para o 4° dia.

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Acolhida na escola vivencial dos neo-cursilhistas

Acolhemos também o depoimento do Eugênio, representante da nossa escola vivencial nos trabalhos de cozinha que, com muito entusiasmo e alegria, recomendou a todos essa importantíssima missão.

Na sequência, a  cursilhista Graça, falou-nos sobre o tema “Misericórdia”, animada como belas canções pelo nosso irmão Nino.

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Nino acompanha a mensagem com música

No ano de 2015, o papa Francisco, instituiu com a Bula MISERICÓRDIA VULTUS (o rosto da misericórdia), neste Ano Extraordinário da Misericórdia.

Em 13 de março de 2015, por ocasião da convocação do projeto 24 horas para o Senhor, dentro do período de Quaresma, o Santo Padre fez o anúncio de um Ano Santo Extraordinário da Misericórdia.

O ano Santo da Misericórdia teve início em 08 de dezembro de 2015, dia em que a Igreja celebra a Imaculada Conceição da Santíssima Vigem Maria, estando o encerramento previsto para 20 de novembro do corrente ano, coincidindo com o encerramento do ano litúrgico e Solenidade de Cristo, Rei do universo.

Na bula, o Papa ensina que a misericórdia divina não é algo abstrato, mas, sim, muito verdadeiro, como o amor de sua Mãe, ou seja, a Misericórdia Divina provém do íntimo de Deus. No Salmo 136, reza-se: “eterna é a sua Misericórdia”, significando que esse sentimento de compaixão atravessou o tempo, está presente nos dias atuais e prevalecerá até a eternidade.

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Graça fala sobre o documento “Misericordia Vultus

Tudo em Jesus é misericórdia: suas palavras de atitudes, as meditações sobre as parábolas da misericórdia (Mateus, 5-1-12).

Jesus Cristo é a grande obra de Misericórdia do Pai para com a humanidade. Ele foi enviado e é exemplo por excelência para que todos os homens cultivem o Amor a Deus e ao próximo.

A misericórdia  de Deus é para todos! Aqueles que acolheram seu Filho, através da graça do batismo, que os gerou no seio da igreja e os fez membros do corpo de Cristo, não podem e não devem viver como mudo ou paralítico. Devem desenvolver entre os irmãos um verdadeiro espírito filial para com a Igreja.

O papa diz:

“Jesus Cristo é o rosto da Misericórdia do Pai”.

Mas como imitar o Pai em sua misericórdia?

Através do Filho Jesus Cristo, a misericórdia Encarnada do Pai, cada pessoa pode ser misericordiosa como o Pai.

O pontífice expôs alguns significados à palavra misericórdia e ensinou que ela revela a Santíssima Trindade. Segundo ele, a misericórdia é a lei fundamental do coração de cada homem, é a palavra que une Deus e o homem, mesmo este sendo pecador. A caridade tem como frutos a alegria, a paz e a misericórdia.

Ele complementa dizendo:

“a igreja tem a missão de anunciar a misericórdia de Deus, coração pulsante do evangelho, que por meio dela deve chegar ao coração e à mente de cada pessoa. A esposa de Cristo (igreja) assume o comportamento do Filho de Deus, que vai ao encontro de todos sem excluir ninguém”.

As obras da misericórdia são ações pelas quais socorremos o próximo em suas necessidades corporais e espirituais. São elas: Instruir, aconselhar, consolar, confortar, perdoar, suportar, dar de comer a quem tem fome, dar de beber a quem tem sede, dar moradia aos desobrigados, vestir os maltrapilhos, visitar os doentes e prisioneiros e sepultar os mortos.

Que todos nós sejamos misericordiosos como o Pai é Misericordioso!

Paz e bem!!!

José João Ricardo

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O Papa em Assis: “só a paz é santa e não a guerra!”. Texto integral

O Papa em Assis: “só a paz é santa e não a guerra!”.

O Papa Francisco pronunciou na Praça São Francisco o discurso conclusivo do Encontro de Oração pela paz, em Assis:

“Não nos cansemos de repetir que nunca o nome de Deus pode justificar a violência. Só a paz é santa e não a guerra!”

Santidades,

Ilustres Representantes das Igrejas, Comunidades cristãs e Religiões,

Amados irmãos e irmãs!

ap3665882_lanciograndeCom grande respeito e afeto vos saúdo e agradeço a vossa presença. Viemos a Assis como peregrinos à procura de paz. Trazemos connosco e colocamos diante de Deus os anseios e as angústias de muitos povos e pessoas. Temos sede de paz, temos o desejo de testemunhar a paz, temos sobretudo necessidade de rezar pela paz, porque a paz é dom de Deus e cabe a nós invocá-la, acolhê-la e construí-la cada dia com a sua ajuda.

«Felizes os pacificadores» (Mt 5, 9). Muitos de vós percorreram um longo caminho para chegar a este lugar abençoado. Sair, pôr-se a caminho, encontrar-se em conjunto, trabalhar pela paz: não são movimentos apenas físicos, mas sobretudo da alma; são respostas espirituais concretas para superar os fechamentos, abrindo-se a Deus e aos irmãos. É Deus que no-lo pede, exortando-nos a enfrentar a grande doença do nosso tempo: a indiferença. É um vírus que paralisa, torna inertes e insensíveis, um morbo que afeta o próprio centro da religiosidade produzindo um novo e tristíssimo paganismo: o paganismo da indiferença.

Não podemos ficar indiferentes. Hoje o mundo tem uma sede ardente de paz. Em muitos países, sofre-se por guerras, tantas vezes esquecidas, mas sempre causa de sofrimento e pobreza. Em Lesbos, com o querido Irmão e Patriarca Ecuménico Bartolomeu, vimos nos olhos dos refugiados o sofrimento da guerra, a angústia de povos sedentos de paz. Penso em famílias, cuja vida foi transtornada; nas crianças, que na vida só conheceram violência; nos idosos, forçados a deixar as suas terras: todos eles têm uma grande sede de paz. Não queremos que estas tragédias caiam no esquecimento. Desejamos dar voz em conjunto a quantos sofrem, a quantos se encontram sem voz e sem escuta. Eles sabem bem – muitas vezes melhor do que os poderosos – que não há qualquer amanhã na guerra e que a violência das armas destrói a alegria da vida.

Nós não temos armas; mas acreditamos na força mansa e humilde da oração. Neste dia, a sede de paz fez-se imploração a Deus, para que cessem guerras, terrorismo e violências. A paz que invocamos, a partir de Assis, não é um simples protesto contra a guerra, nem é sequer «o resultado de negociações, de compromissos políticos ou de acordos económicos, mas o resultado da oração» [João Paulo II, Discurso, Basílica de Santa Maria dos Anjos, 27 de outubro de 1986, 1: Insegnamenti IX/2 (1986), 1252]. Procuramos em Deus, fonte da comunhão, a água cristalina da paz, de que está sedenta a humanidade: essa água não pode brotar dos desertos do orgulho e dos interesses de parte, das terras áridas do lucro a todo o custo e do comércio das armas.

Diversas são as nossas tradições religiosas. Mas, para nós, a diferença não é motivo de conflito, de polémica ou de frio distanciamento. Hoje não rezamos uns contra os outros, como às vezes infelizmente sucedeu na História. Ao contrário, sem sincretismos nem relativismos, rezamos uns ao lado dos outros, uns pelos outros. São João Paulo II disse neste mesmo lugar: «Talvez nunca antes na história da humanidade, como agora, o laço intrínseco que existe entre uma atitude autenticamente religiosa e o grande bem da paz se tenha tornado evidente a todos» (Discurso, Praça inferior da Basílica de São Francisco, 27 de outubro de 1986, 6: o. c., 1268). Continuando o caminho iniciado há trinta anos em Assis, onde permanece viva a memória daquele homem de Deus e de paz que foi São Francisco, «uma vez mais nós, aqui reunidos, afirmamos que quem recorre à religião para fomentar a violência contradiz a sua inspiração mais autêntica e profunda» [João Paulo II, Discurso aos Representantes das Religiões, Assis, 24 de janeiro de 2002, 4: Insegnamenti XXV/1 (2002), 104], que qualquer forma de violência não representa «a verdadeira natureza da religião. Ao contrário, é a sua deturpação e contribui para a sua destruição» [Bento XVI, Intervenção na jornada de reflexão, diálogo e oração pela paz e a justiça no mundo, Assis, 27 de outubro de 2011: Insegnamenti VII/2 (2011), 512]. Não nos cansamos de repetir que o nome de Deus nunca pode justificar a violência. Só a paz é santa; não a guerra!

Hoje imploramos o santo dom da paz. Rezamos para que as consciências se mobilizem para defender a sacralidade da vida humana, promover a paz entre os povos e salvaguardar a criação, nossa casa comum. A oração e a colaboração concreta ajudam a não ficar bloqueados nas lógicas do conflito e a rejeitar as atitudes rebeldes de quem sabe apenas protestar e irar-se. A oração e a vontade de colaborar comprometem a uma paz verdadeira, não ilusória: não a tranquilidade de quem esquiva as dificuldades e vira a cara para o lado, se os seus interesses não forem afetados; não o cinismo de quem se lava as mãos dos problemas alheios; não a abordagem virtual de quem julga tudo e todos no teclado dum computador, sem abrir os olhos às necessidades dos irmãos nem sujar as mãos em prol de quem passa necessidade. A nossa estrada é mergulhar nas situações e dar o primeiro lugar aos que sofrem; assumir os conflitos e saná-los a partir de dentro; percorrer com coerência caminhos de bem, recusando os atalhos do mal; empreender pacientemente, com a ajuda de Deus e a boa vontade, processos de paz.

Paz, um fio de esperança que liga a terra ao céu, uma palavra tão simples e ao mesmo tempo tão difícil. Paz quer dizer Perdão que, fruto da conversão e da oração, nasce de dentro e, em nome de Deus, torna possível curar as feridas do passado. Paz significa Acolhimento, disponibilidade para o diálogo, superação dos fechamentos, que não são estratégias de segurança, mas pontes sobre o vazio. Paz quer dizer Colaboração, intercâmbio vivo e concreto com o outro, que constitui um dom e não um problema, um irmão com quem tentar construir um mundo melhor. Paz significa Educação: uma chamada a aprender todos os dias a arte difícil da comunhão, a adquirir a cultura do encontro, purificando a consciência de qualquer tentação de violência e rigidez, contrárias ao nome de Deus e à dignidade do ser humano.

Nós aqui, juntos e em paz, cremos e esperamos num mundo fraterno. Desejamos que homens e mulheres de religiões diferentes se reúnam e criem concórdia em todo o lado, especialmente onde há conflitos. O nosso futuro é viver juntos. Por isso, somos chamados a libertar-nos dos fardos pesados da desconfiança, dos fundamentalismos e do ódio. Que os crentes sejam artesãos de paz na invocação a Deus e na ação em prol do ser humano! E nós, como Chefes religiosos, temos a obrigação de ser pontes sólidas de diálogo, mediadores criativos de paz. Dirigimo-nos também àqueles que detêm a responsabilidade mais alta no serviço dos povos, aos líderes das nações, pedindo-lhes que não se cansem de procurar e promover caminhos de paz, olhando para além dos interesses de parte e do momento: não caiam no vazio o apelo de Deus às consciências, o grito de paz dos pobres e os anseios bons das gerações jovens. Aqui, há trinta anos, São João Paulo II disse: «A paz é um canteiro de obras aberto a todos e não só aos especialistas, aos sábios e aos estrategistas. A paz é uma responsabilidade universal» (Discurso, Praça inferior da Basílica de São Francisco, 27 de outubro de 1986, 7: o. c., 1269). Assumamos esta responsabilidade, reafirmemos hoje o nosso sim a ser, juntos, construtores da paz que Deus quer e de que a humanidade está sedenta.

(Assis – Praça de São Francisco, 20 de setembro de 2016)

Fonte: http://www.news.va/pt/news/o-papa-em-assis-crentes-sejam-artifices-de-paz-tex

Apelo pela Paz: a oração protege e ilumina o mundo

Apelo pela Paz: a oração protege e ilumina o mundo

Cidade do Vaticano (RV) – Na cerimônia de conclusão do encontro em Assis e depois do discurso do Papa na Praça de São Francisco, no final da tarde desta terça-feira (20), foi respeitado um minuto de silêncio em memória das vítimas das guerras e do terrorismo em todo o mundo. Em seguida, um representante do budismo japonês leu o Apelo pela Paz para toda a assembleia que acompanhava o encerramento.

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Clique sobre a imagem para ouvir o texto

Um grupo de crianças, então, recebeu uma cópia do documento que será doada para os representantes de países de todo o planeta no sentido de frutificar a mensagem de Assis no mundo. Para representar o momento, Papa Francisco fez a entrega do Apelo pela Paz envolvido num ramo de oliveira – símbolo da paz – a uma criança.

Na sequência da cerimônia, o Santo Padre foi quem começou a acender o candelabro para iluminar para a esperança e também foi o primeiro a assinar o documento. E, assim, sucessivamente, os representantes religiosos também acenderam as suas velas para compor o candelabro, e assinaram o apelo conjunto, acreditando nesse ato concreto de misericórdia, compartilhado em um grande abraço humanitário pela paz.

No texto do Apelo pela Paz, as primeiras referências remontam o ano de 1986 quando, a convite do Papa João Paulo II, o encontro inter-religioso abraçou homens e mulheres de diferentes religiões e provenientes do mundo todo para “afirmar o vínculo indivisível entre o grande bem da paz e uma autêntica atitude religiosa”.

Com a guerra, todos perdem, incluindo os vencedores

“Daquele evento histórico, teve início uma longa peregrinação que, tocando muitas cidades do mundo, envolveu inúmeros crentes no diálogo e na oração pela paz; uniu sem confundir, gerando amizades inter-religiosas sólidas e contribuindo para extinguir não poucos conflitos. Este é o espírito que nos anima: realizar o encontro no diálogo, opor-se a todas as formas de violência e abuso da religião para justificar a guerra e o terrorismo. E todavia, nos anos intercorridos, ainda muitos povos foram dolorosamente feridos pela guerra. Nem sempre se compreendeu que a guerra piora o mundo, deixando um legado de sofrimentos e ódios. Com a guerra, todos perdem, incluindo os vencedores.”

A oração protege o mundo

O apelo, então, para que a oração pela paz seja uníssona e instrumento de conciliação e amor diante dos conflitos atuais que assolam o mundo:

“Dirigimos a nossa oração a Deus, para que dê a paz ao mundo. Reconhecemos a necessidade de rezar constantemente pela paz, porque a oração protege o mundo e ilumina-o. A paz é o nome de Deus. Quem invoca o nome de Deus para justificar o terrorismo, a violência e a guerra, não caminha pela estrada d’Ele: a guerra em nome da religião torna-se uma guerra contra a própria religião. Por isso, com firme convicção, reiteramos que a violência e o terrorismo se opõem ao verdadeiro espírito religioso.”

Um tempo novo, uma família de povos

O respeito à pluralidade para a construção de uma sociedade de paz também se faz presente no Apelo pela Paz, com pensamento especial a quem sofre por causa da guerra: os pobres, as crianças, os jovens, as mulheres. E é com eles que se clama: “Não à guerra!”, não cair no vazio o grito de dor de tantos inocentes. O Apelo implora “aos Responsáveis das nações que sejam desativados os moventes das guerras: a ambição de poder e dinheiro, a ganância de quem trafica armas, os interesses de parte, as vinganças pelo pasado” e que “cresça o esforço concreto para remover as causas subjacentes aos conflitos: as situações de pobreza, injustiça e desigualdade, a exploração e o desprezo da vida humana”.

“Abra-se, finalmente, um tempo novo, em que o mundo globalizado se torne uma família de povos. Implemente-se a responsabilidade de construir uma paz verdadeira, que esteja atenta às necessidades autênticas das pessoas e dos povos, que impeça os conflitos através da colaboração, que vença os ódios e supere as barreiras por meio do encontro e do diálogo. Nada se perde, ao praticar efetivamente o diálogo. Nada é impossível, se nos dirigimos a Deus na oração. Todos podem ser artesãos de paz; a partir de Assis, renovamos com convicção o nosso compromisso de o sermos, com a ajuda de Deus, juntamente com todos os homens e mulheres de boa vontade.” (AC)

Confira o texto na íntegra:

Apelo pela Paz (Assis, 20 de setembro de 2016)

Homens e mulheres de diferentes religiões, congregamo-nos, como peregrinos, na cidade de São Francisco. Aqui em 1986, há trinta anos, a convite do Papa João Paulo II, reuniram-se Representantes religiosos de todo o mundo, pela primeira vez de modo tão participado e solene, para afirmar o vínculo indivisível entre o grande bem da paz e uma autêntica atitude religiosa. Daquele evento histórico, teve início uma longa peregrinação que, tocando muitas cidades do mundo, envolveu inúmeros crentes no diálogo e na oração pela paz; uniu sem confundir, gerando amizades inter-religiosas sólidas e contribuindo para extinguir não poucos conflitos. Este é o espírito que nos anima: realizar o encontro no diálogo, opor-se a todas as formas de violência e abuso da religião para justificar a guerra e o terrorismo. E todavia, nos anos intercorridos, ainda muitos povos foram dolorosamente feridos pela guerra. Nem sempre se compreendeu que a guerra piora o mundo, deixando um legado de sofrimentos e ódios. Com a guerra, todos perdem, incluindo os vencedores.

Dirigimos a nossa oração a Deus, para que dê a paz ao mundo. Reconhecemos a necessidade de rezar constantemente pela paz, porque a oração protege o mundo e ilumina-o. A paz é o nome de Deus. Quem invoca o nome de Deus para justificar o terrorismo, a violência e a guerra, não caminha pela estrada d’Ele: a guerra em nome da religião torna-se uma guerra contra a própria religião. Por isso, com firme convicção, reiteramos que a violência e o terrorismo se opõem ao verdadeiro espírito religioso.

Colocamo-nos à escuta da voz dos pobres, das crianças, das gerações jovens, das mulheres e de tantos irmãos e irmãs que sofrem por causa da guerra; com eles, bradamos: Não à guerra! Não caia no vazio o grito de dor de tantos inocentes. Imploramos aos Responsáveis das nações que sejam desativados os moventes das guerras: a ambição de poder e dinheiro, a ganância de quem trafica armas, os interesses de parte, as vinganças pelo passado. Cresça o esforço concreto por remover as causas subjacentes aos conflitos: as situações de pobreza, injustiça e desigualdade, a exploração e o desprezo da vida humana.

Abra-se, finalmente, um tempo novo, em que o mundo globalizado se torne uma família de povos. Implemente-se a responsabilidade de construir uma paz verdadeira, que esteja atenta às necessidades autênticas das pessoas e dos povos, que impeça os conflitos através da colaboração, que vença os ódios e supere as barreiras por meio do encontro e do diálogo. Nada se perde, ao praticar efetivamente o diálogo. Nada é impossível, se nos dirigimos a Deus na oração. Todos podem ser artesãos de paz; a partir de Assis, renovamos com convicção o nosso compromisso de o sermos, com a ajuda de Deus, juntamente com todos os homens e mulheres de boa vontade.

Fonte: http://www.news.va/pt/news/apelo-pela-paz-pela-oracao-que-protege-e-ilumina-o

Escola Vivencial MCC – Piacatu – 19/09/2016

Escola Vivencial MCC – Piacatu

Nesta segunda-feira, 19/09/16, na Escola Vivencial de Piacatu, recebemos os novos cursilhistas do 40º Cursilho para Homens da diocese de Araçatuba, os quais relataram como foi o seu cursilho para cada um e o que fazer no seu 4º dia.

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Responsáveis no cursilho acolhem os neo-cursilhistas na escola vivencial

De Colores!

Beth e Beto

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Escola Vivencial MCC – Gabriel Monteiro – 19/09/2016

Escola Vivencial MCC – Gabriel Monteiro

Nesta segunda-feira, 19/09/16, com muita alegria, acolhemos os novos cursilhistas, José Ramos e José Roberto, frutos do 40º Cursilho de Homens.

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Acolhida aos neo-cursilhistas José Ramos e José Roberto, com testemunho do cursilho e planos para o QUARTO dia. 

E logo em seguida a irmã em Cristo Cleuzinha, partilhou o Evangelho do dia “Lucas 8, 16-18”.

A luz não é para ficar escondida nem abafada; a luz é para acender, iluminar, para brilhar, mostrar o caminho.

Deus nos criou para não sermos apagados. Ele nos resgatou para não ficarmos escondidos. Mesmo no esconderijo, dentro de uma gruta que possamos viver quando a graça de Deus está em nós, ela brilha em nós.

As pessoas olham-nos e, sem precisarmos dizer nada, as nossas obras, nosso comportamento e escolhas de vida iluminam o coração delas.

Quem anda na luz, é luz para os outros; quem anda na luz, deixa que ela, também, resplandeça na vida dos outros.

As pessoas nem precisam saber que você é de Deus, porque carrega uma cruz ou pelo hábito que se veste. Nada disso!

As pessoas vão perceber que somos diferentes, porque em nós brilha o Amor, a generosidade e as virtudes do evangelho!

E quando essas virtudes não brilham, é porque estão apagadas (ou escondidas). Elas precisam vir a fora.

A Palavra está diz que tudo aquilo que está escondido vem à luz. Então, se deixarmos vir somente coisas negativas, é porque dentro de nós há muitas coisas ruins, velhas e estragadas.

Precisamos iluminar o nosso próprio interior! 

“Eu não sou luz, mas Jesus é a luz! Eu não tenho luz, mas a luz de Jesus está em mim e passa por mim!”. 

A luz que vem do coração de Jesus ilumina o coração das outras pessoas.

Quando encontrar o mundo perdido e confuso, precisamos ser luz e referencial da presença de Deus naquele lugar!

“Que a luz do coração de Jesus não apague aquela chama maravilhosa que o batismo acendeu em nosso coração e este não se esmoreça nunca”.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

Jovania

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Escola Vivencial MCC – Coroados – 18/09/2016

Escola Vivencial MCC – Coroados

Boa tarde que a paz de Jesus esteja com todos vocês.

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Pe Gilmar, em nome dos irmãos da escola vivencial, fez a acolhida dos neo-cursilhistas 

Neste fim de semana juntamente com a presença e a benção do nosso padre Gilmar recebemos os cursilhista seu Manoel e Luiz Borba. Que este seja o início de uma caminhada de muita fé e perseverança é o que desejamos a todos.

Porque já nos foi dito:

“Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo fará.”

Eliana Marques

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Cursilho 40 para Homens – diocese de Araçatuba

40º Cursilho para Homens da diocese de Araçatuba

16 a 18 de Setembro de 2016

Cursilhistas Cidade
Antenor Barbosa Araçatuba
Cláudio Rodrigues Fernandes Araçatuba
Edson Diego de Jesus Silva Araçatuba
José Troca Araçatuba
Luís Carlos Rodrigues Gonçalves Araçatuba
Osvaldo Pereira dos Santos Júnior Araçatuba
Pedro Luis Ciolin Araçatuba
Rubens Marcos de Souza Araçatuba
João Francisco da Costa Bilac
Marcos Vinicius da Silva Pelegrini Bilac
Nelson Boaventura Bilac
Agnaldo Sérgio Marteli Birigui
Carlos Vieira dos Santos Birigui
Cezaro Aparecido Bento Birigui
Clevis Delgado Birigui
Danilo Pinto de Oliveira Birigui
Edilson Fernandes Francisovini Birigui
Irineu Lopes Birigui
Jean Scarço Rodrigues Birigui
Marco Aurélio Tossato Gato Birigui
Rude Rodrigues de Jesus Birigui
Vagner Roberto Vedolin Birigui
Alexandre José Crepaldi Birigui
Luiz Roberto Borba Coroados
Manuel Ferreira Coroados
José Ramos de Andrade Gabriel Monteiro
José Roberto Rondis Gabriel Monteiro
Fernando Eduardo Menani Piacatu
Genilson Aparecido Oliveira da Silva Piacatu
Renato Luiz Carvalho Valparaíso
Rosalvo Ribeiro da Fonseca Valparaíso
Wagner Amaral das Neves Valparaíso
OMCC x logo

Clique sobre a imagem para ampliar a foto

Equipe de Responsáveis Cidade
Padre Agnaldo Israel Ferreira – Dir. Espiritual Lavínia
Padre Edson Barbosa Andradina
Joaquim Benício Peruzzo – coordenador Araçatuba
Carlos Renato Bernabé Gabriel Monteiro
Aparecido Pinheiro Guimarães Araçatuba
Elton Luís Felipini Araçatuba
Jorge Tadeu Abrahão Araçatuba
Laerte Nicolette Araçatuba
Luiz Henrique Cortes Bosco Araçatuba
Antônio Luiz de Lucas Birigui
João Carlos Risseto Birigui
José Carlos Gonçalves Pedro Birigui
Pedro Alves Birigui
Hilário Prates de Medeiros Castilho
José Maria de Oliveira Castilho
Edson Luiz Stelutti Guaraçaí
José Roberto Gomes Piacatu
Luiz Antônio Navacchio Piacatu
Marildo Petean Piacatu
Arlindo José dos Santos  Valparaíso
OMCC x logo

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Equipe de Cozinha Cidade
Antonio Celso Caldato – coordenador Guaraçai
Reginaldo  Bianchini Valparaíso
Leandro Longhin de Souza Araçatuba
Mauro César Cantareira Sabino Araçatuba
Richardson Cristiano Corassa Suart Araçatuba
Eugênio Leandro Moimas de Brito Bilac
Sidnei Furoni Marques Birigui
Adenir dos Santos Coroados
Pedro Andreassa Neto Coroados
Antônio Carlos Jacintho Gabriel Monteiro
José Aparecido Souza Lima Guaraçaí
Francisco Gomes da Silva Piacatu
Rafael Henrique Smanioto Piacatu
Weslei Roberto Navarro Valparaíso

Escola Vivencial MCC – Coroados – 14/09/2016

Escola Vivencial MCC – Coroados

Boa tarde! Que a paz de Jesus esteja com todos vocês!

Nesta quarta-feira, 14/09, tivemos a alegria de receber como mensageiro o irmão em Cristo, Rubens da cidade de Birigui com a mensagem “Vida de São Paulo Apóstolo“.

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Rubens e “a vida de são Paulo Apóstolo” 

Para todos nós um exemplo de persistência e perseverança, onde mostra que a mudança em Cristo é possível.

Assim como Paulo foi de perseguidor dos cristãos, mas transformou-se em evangelizador fiel, buscando converter, mais e mais, corações ao amor de Cristo Jesus.

É preciso que sejamos como apóstolo Paulo de Tarso que mesmo no sofrimento mostrou-se feliz com a presença de Cristo em sua vida, porque tudo se transformou ao entregar-se de coração ao propósito de Cristo.

Sejamos revolucionários em Cristo.

Louvado seja nosso senhor Jesus Cristo …. para sempre seja louvado.

Eliana Marques

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O Bom Samaritano

Escola Vivencial MCC – Araçatuba

O Bom Samaritano

Iniciamos os trabalhos do dia 14/09/2016, na capela interna da casa de são Paulo, oferecendo-os em alavanca aos cursilhos que se realizarão no próximo fim de semana, em especial ao 40º Cursilho para Homens de nossa diocese.

Jorge Tadeu, responsável pelas alavancas no GED, aproveitou para ler a alavanca do GED da Palma de Mallorca (Espanha) – local do primeiro Cursilho em 1949, lembrando que o cursilho é um movimento eclesial e que está presente em todo o mundo, e que se mantém unido através das alavancas oferecidas aos cursilhos que acontecem em todos os lugares do planeta – (alavanca na íntegra em anexo). 

Lembramos, também, dos aniversariantes.

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Roberto, esposa Ana Alice, sogra ____ e a parábola do Bom Samaritano

Ainda, Joaquim – vice coordenador do GED, falou um pouco sobre a Bíblia, vez que este mês no Brasil é dedicado as Sagradas Escrituras. Fez-se a leitura do evangelho do dia Lc 7,11-17 e rica partilha entre os presentes.

Ao final, o canto De Colores.

Na sala de mensagens, após os recados da semana, a comunicação ficou para o jovem Roberto que falou sobre a parábola “O Bom Samaritano” que encontra-se no evangelho de Jesus Cristo segundo são Lucas 10,25-37.

Roberto iniciou com um vídeo que conta a parábola e logo identificou três pessoas o sacerdote, o levita e o samaritano que olharam o homem que havia sio assaltado e ferido por ladrões na estrada. E perguntou? 

Quem eram os samaritanos naquela época?

Os samaritanos não se consideram judeus, mas descendentes dos antigos habitantes do antigo reino de Israel (ou reino da Samaria) que miscigenados com assirios resultaram nesse povo remanescentes e que os judeus recusam-se a reconhecê-los como judeus ou até mesmo como descendentes dos antigos israelitas o que de fato não são.

Vê-se na parábola que aquela pessoa mais estranha, mais distante e quase uma inimiga, porém a única que ajudou o homem ferido.

Roberto lembrou que como cristãos cursilhistas devemos sempre manter em pé nosso tripé: Oração, Formação e Ação. Aquele samaritano é o exemplo de ação que o cristão precisa ter em seu coração. Temos que servir a Deus, olhando para o próximo e neste ver o próprio Senhor.

Acontece que muitas vezes, é preciso se antecipar e VER o que o próximo precisa de nós, para servir (AGIR) como Jesus faria.

Deste modo, a ação com a prática do amor deve ser uma constante na vida dos cristãos. E esta prática deve ir além do próximo que já está próximo, mas sim daquele próximo que está distante, daquele desconhecido e até do inimigo.

Muitas vezes, na nossa zona de conforto, pensamos que não temos tempo de servir ao próximo. No trabalho da messe do Senhor, não definimos qual nossa parte, mas Ele próprio é quem indica, durante nossa caminhada, o que faremos.

Portanto, servir a Deus está ligado à nossa Vocação. Será que já a identificamos e colocamos-na em prática, em nosso dia a dia?

Essa é a nossa missão diária, dada pelo próprio Jesus, para no futuro o qual (e único) deveremos prestar nossas contas do que fizemos com nossos talentos.  

A palavra “servir” é muito simples, mas se torna grandiosa quando servimos com o mais puro Amor. Quando olhamos o próximo e passamos a ver nele o próprio Jesus, começamos a nos desapegar das coisas do mundo.

Mas não faremos tudo sozinhos, temos que trazer mais pessoas para a messe, e essas pessoas só virão se, em nosso dia a dia, testemunharmos a vida no seguimento em Jesus com toda a nossa verdade.

Como tarefa de casa, Roberto propôs que os presentes fizessem visitas a pessoas que pouco conhecemos ou estão distantes por algum motivo:   

  • Lar da velhice
  • Lar das crianças
  • Albergue noturno
  • Cursilhistas afastados 
Item Material Utilizado LINK (s)
1 Alavanca de Palma de Mallorca espanha-diocese-mallorca

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Escola Vivencial MCC – Gabriel Monteiro – 12/09/2016

Escola Vivencial MCC – Gabriel Monteiro

Nesta segunda-feira, 12/09/16, realizamos estudo Bíblico, onde nossa irmã em Cristo Patrícia, fez a reflexão do evangelho do dia Lucas 7, 1-10.

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Patricia fala sobre o evangelho de Jesus segundo São Lucas 7,1-10

Quem tem verdadeiramente fé em Jesus, acredita na autoridade do seu nome e na força da sua Palavra, e não necessita de manifestações exteriores para acreditar na eficácia da sua ação.

Deste modo, todos nós somos convidados a reconhecer que a grandiosidade da fé do Centurião que acreditou plenamente no poder da Palavra de Jesus e não exigiu dele nenhum rito ou gesto exterior e, porque acreditou, foi atendido naquilo que desejava.

O Centurião acreditava que nenhuma distância poderia impedir Cristo de fazer sua obra de salvação, e Jesus fica tão admirado que se volta para a multidão que o seguia e diz: Eu declaro a vocês que nem em Israel encontrei tamanha fé.

Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo

Jovania

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Escola Vivencial MCC – Piacatu – 12/09/2016

Escola Vivencial MCC – Piacatu

Nesta segunda-feira, 12/09/2016, na Escola Vivencial de Piacatu foi feito o “Estudo do Evangelho de Lucas”. 

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Escola vivencial faz estudoa do evangelho de Jesus Cristo segundo são Lucas

Após a oração inicial e a leitura do Evangelho de Lucas 7, 1-10 refletimos sobre o que Lucas apresenta no seu livro.

O terceiro livro do evangelho faz parte do novo testamento e é atribuído à Lucas, que também é o autor dos atos dos apóstolos. A história que ele apresenta é a história iluminada pela fé no mistério da paixão e ressurreição do senhor Jesus. O livro é uma história santa, uma obra que apresenta a boa-nova da salvação centrada na pessoa de Jesus Cristo.

O esquema geral do livro é o mesmo que se encontra em Mateus e em Marcos: uma introdução, a pregação de Jesus na Galileia, a sua viagem para jerusalém, a paixão e ressurreição como cumprimento final da sua missão.

Lucas distingui o tempo de Jesus e o tempo da Igreja, sem esquecer a singularidade única do acontecimento salvífico de Jesus Cristo, das etapas da obra de deus na história.

Ao falar de Jesus e dos discípulos, Lucas pensa já na Igreja, cujos membros se sentem interpelados a acolher a mensagem salvífica na alegria e na conversão do coração. É isso que faz deste livro o evangelho da misericórdia, da alegria, da solidariedade e da oração.

Segundo uma tradição antiga (santo Irineu), o autor é Lucas, médico, discípulo de Paulo. pelas suas características, este evangelho encontra-se mais próximo da mentalidade do homem moderno: pela sua clareza, pelo cuidado nas explicações, pela sensibilidade e pela arte do seu autor.

Lucas mostra o filho de Deus como salvador de todos os homens, com particular atenção aos pequeninos, pobres, pecadores e pagãos. Para ele, o senhor é mestre de vida, com todas as suas exigências e com o dom da graça, que o discípulo só pode acolher de coração aberto.

De Colores !!!

Beth e Beto

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Deus faz festa quando voltamos para Ele, arrependidos

Deus faz festa quando voltamos para Ele, arrependidos

A leitura evangélica deste domingo, XXIV do tempo comum, é um trecho tirado do capítulo 15 do Evangelho de São Lucas, considerado o capítulo da misericórdia, pois que reúne três parábolas com as quais Jesus responde às murmurações dos escribas e fariseus que o criticavam por acolher e comer com os pecadores.

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Clique sobre a imagem para ouvir o texto

E foi precisamente desta leitura que o Papa partiu para a sua breve reflexão antes da oração mariana do Ângelus, ao meio dia da Janela do Palácio Apostólico, sobre a Praça de São Pedro, que como sempre, estava repleta de fiéis e turistas…

Com essas três parábolas – disse Francisco – “Jesus nos quer fazer compreender que Deus Pai é o primeiro a ter, em relação aos pecadores, uma atitude acolhedora e misericordiosa” .

Essas parábolas são: o pastor que abandona as noventa e nove ovelhas para procurar uma que se tinha perdido; a mulher que perdeu uma moeda e a procura até a encontrar; o pai que regozija e faz festa pelo regresso a casa do filho que se tinha afastado da família.

A mulher, o pastor, o pai, os três fazem festa com amigos e vizinhos quando se resolve a situação que os preocupava.

Com efeito, o elemento comum a estas três parábolas – fez notar o Papa – é o alegrar-se juntos, fazer festa. Nas primeiras duas, a tónica é posta na alegria tão grande que quem a vive sente a necessidade de a partilhar com “os amigos e vizinhos”. Na terceira, é posta na festa que parte do coração do pai misericordioso e se expande por toda a casa. Algo que está em plena sintonia com o Ano jubilar que estamos a viver – acrescentou Francisco:

Esta festa de Deus para com os que regressam a Ele, arrependidos, está mais do que nunca em sintonia com o Ano jubilar que estamos a viver, como diz o próprio termo “jubileu, isto é júbilo!”

Jesus apresenta-se assim como “um Deus de braços abertos, que trata os pecadores com ternura e compaixão”. A terceira parábola é, no dizer do Papa – a que mais manifesta o amor infinito de Deus, pois que, se por um lado apresenta a triste história dum jovem que cai na degradação, por outro mostra a sua força de se levantar e voltar para o pai. E é isto que mais comove: “Levantar-me-ei e irei ter com o meu Pai”. O Papa vê neste regresso a casa a “via da esperança e da vida nova”. E aqui Francisco volta a sublinhar com força como tem vindo a fazer, que “Deus espera sempre o nosso pôr-se a caminho, ele nos espera com paciência, nos vê quando ainda estamos longe, corre ao nosso encontro, nos abraça, nos beija, nos perdoa. Deus é assim! Assim é o nosso Pai! E o seu perdão cancela o passado e nos regenera no amor. Esquece o passado: e esta é a fraqueza de Deus. Quando nos abraça e nos perdoa, perde a memória. Não tem memória! Esquece o passado.”

Bergoglio frisou ainda que quando “nós pecadores nos convertemos e nos deixamos encontrar por Deus, não nos espera repreensões e durezas, porque Deus salva, volta a acolhermos em casa com alegria e faz festa”.

E fazendo notar que é o próprio Jesus que diz no Evangelho deste domingo que “haverá mais alegria no Céus por um único pecador que se converte,  do que por noventa e nove justos, os quais não precisam de conversão”, o Papa lançou uma pergunta:

 “Haveis jamais pensado que de cada vez que nos aproximamos do confessionário, há alegria e festa no Céu?” Já pensastes nisso? É belo!”

Isto dá – sublinhou o Papa –  grande esperança, porque mostra que não há pecado da qual, com a graça de Deus, não podemos ressurgir; não há ninguém irrecuperável, porque Deus não cessa nunca de querer o nosso bem.

E o Papa rezou à Virgem Maria, refugio dos pecadores, para que faça brotar nos nossos corações aquela confiança que se acendeu no coração do filho pródigo que disse: “ Hei-de levantar-me e ir ter com o meu pai, e dir-lhe-ei: Pai pequei”. Empreendendo este caminho podemos dar alegria a Deus e a sua alegria pode tornar-se a sua e a nossa festa” – rematou Francisco.

Oração especial paro Gabão em crise politica

Depois do Oração mariana do Angelus, o Papa recordou a situação que se está a viver no Gabão pedindo uma oração especial para este país africano…

Caros irmãos e irmãs, gostaria de convidar a uma oração especial para o Gabão, que está a atravessar um momento de grave crise política. Confio ao Senhor as vítimas do recontros e os seus familiares. Associo-me aos Bispos daquele querido País africano, convidando as partes a recusar todas as formas de violência e a ter sempre como objectivo o bem comum. Encorajo todos, de modo particular os católicos, a ser construtores de paz no respeito da legalidade, no diálogo e na fraternidade”.

Novo Beato

O Papa recordou ainda que neste domingo 11 de Setembro, em Karaganda, no Kazakhstan, é proclamado Beato Ladislao Bukowinski, sacerdote e pároco, perseguido pela sua fé… Como sofreu esse homem! como!… Na vida demonstrou sempre grande amor pelos mais fracos e necessitados e o seu testemunho aparece como um condensado de obras de misericórdia espirituais e corporais.”

E o Papa concluiu a sua alocução saudando todos, romanos, grupos de várias partes da Itália e peregrinos vindos doutros países. A todos desejou bom domingo, despedindo com o habitual pedido de oração para ele.

fonte: http://www.news.va/pt/news/angelus-deus-faz-festa-quando-voltamos-para-ele-ar

Alavanca – Cursilho 40 para Homens

Grupo Executivo Diocesano

Movimento de Cursilhos de Cristandade

Diocese de Araçatuba

Irmãos e irmãs cursilhistas

Os trabalhos do 40º Cursilho para Homens da Diocese de Araçatuba iniciaram-se, neste sábado (10/09), com a reunião preparatória dos responsáveis que aconteceu na Casa de são Paulo.

A partir daquele instante, nosso blog se juntou aos responsáveis de Cristo e agora, também vem convidar você, que mantém seu coração incandescente na chama do Amor de Jesus, a fazer o mesmo.

Neste período, todos permaneçamos em oração à são Paulo Apóstolo e nossa Senhora das Graças, rogando a intercessão junto a nosso Senhor, para fortalecer o humilde trabalho dos responsáveis, para que concluam suas tarefas de forma plena.

E em especial, permitindo que o dom da proclamação da Palavra (e de seus testemunhos) se revele pelo mensageiros, orientando os velhos homens, neo-cursilhistas para o SIM do convite do FILHO RESSUSCITADO que já bateu à porta do coração de cada um deles, por intermédio de seus padrinhos e madrinhas.

Assim, una-se ao pessoal do blog e ampliemos nossa força, por meio de orações em Alavanca ao bom êxito do 40º Cursilho para Homens, neste mês dedicado à Bíblia, orando pela Palavra de Deus inscrita nas Sagradas Escrituras:

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Ó Deus, neste mês coloco diante dos meus olhos a Bíblia!
Louvo-te por tudo o que esta palavra tem operado na história da minha vida.
Mas também te suplico a necessária sensibilidade para captar sempre de novo a tua presença em cada Palavra Sagrada.
Que meus ouvidos estejam mais atentos para ouvir em meio a tantas palavras a tua voz!
Que meus olhos contemplem a tua misteriosa presença por detrás de cada palavra lida e meditada!
Que minha boca proclame com fé e anuncie a verdade do Reino que teu Filho anunciou.
Amém.”

Que cada novo acesso, mais e mais, una o visitante ao pessoal que acompanha o Blog e assim, permaneçamos juntos em oração, nestes dias que antecedem o inicio (16/09, sexta-feira, às 19:00 h) desta grande experiência Vivencial Cristã, permanecendo em Alavanca até o momento de seu encerramento (18/09, domingo, às 19:00 h).

Por gentileza, deixe seu nome, cidade e cursilho junto aos comentários como intenção nesta pequena alavanca, para que possa ser apresentado aos homens renovados pelo Amor de Cristo que sairão deste 40º Cursilho para Homens.

Jorge Tadeu Abrahão
Responsável Blog MCC da Diocese de Araçatuba

Escola Vivencial MCC – Coroados – 07/09/2016

Escola Vivencial MCC – Coroados

Boa tarde amados. Que a paz de Jesus esteja com todos vocês.

Nesta quarta, 07/09/2016, nos encontramos no amor de Cristo para estudarmos mais uma vez a Palavra de Deus, que alimenta nossa alma e nos dá Saberia.

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Iniciamos com a mensagem “Excesso de bagagem“, que mostra que nós carregamos excesso de tudo em nossa vida, e pouco do necessário para nos sustentar, que é Deus.

Esquecemos que ESTE é suficiente e é o que nos mantém vivos, felizes e realizados.

No evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas, o bem aventurado nos mostra que a grande maioria segue e vive as coisas do mundo, tornando-se pessoa egoísta, pensando somente em benefício próprio.

Na verdade, o tempo todo, deveríamos ser e dar felicidade, amor ao próximo, viver verdadeiramente a solidariedade, compartilhando as coisas boas da vida.

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo…para sempre seja louvado.

Eliana Marques

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MCC em estado permanente de missão

Escola Vivencial MCC – Araçatuba

MCC em estado permanente de missão

Nesta terça-feira, 06/09/2016, iniciamos o encontro como de costume na capela interna partilhando e colocando em alavanca os trabalhos da escola vivencial aos cursilhos que acontecerão no Brasil e no mundo, no próximo fim de semana. Lembramos dos aniversariantes. Vilani fez a leitura do evangelho do dia Lc 6,12-19, com rica partilha entre os presentes. Ao final, com o canto De Colores nos encaminhamos à sala de mensagem.

Luis Henrique deu os recados da semana e destacou o pedido de doação de sangue, pois o banco de Araçatuba se encontra com estoque baixo.

A comunicação do dia ficou a cargo de Joaquim com o tema “O MCC em estado permanente de missão” advindo da última Assembleia Regional em que esteve presente e foi coordenada por Pe Xiko como representante do GEN.

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Joaquim, vice coordenador do GED, apresenta comunicação com o tema “O MCC em estado permanente de missão“, proposto na última Assembleia Regional na cidade de Bauru.


Joaquim falou que o GEN a partir deste ano editou material para o triênio, com o tema “
Vós sois o sal da terra, vós sois a luz do mundo (Mt 5,13)e o Lema “O MCC em estado permanente de missão“, destacando que para cada ano será o tema refletido sobre uma dimensão:

  • 2016Vocação e Protagonismo dos leigos e da leigas como sujeitos na missão da Igreja
  • 2017 – Espiritualidade dos leigos e leigas
  • 2018 – Dimensão Comunitária

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O comunicador indicou que o GEN lembra que lema e tema mais o método VER, DISCERNIR (Julgar), AGIR servem como subsídios de estudos e motivação para que realmente o MCC seja um instrumento de evangelização, em estado permanente de missão, um movimento missionário, em saída, igualmente aos demais movimentos da Igreja e por indicação de Papa Francisco.

Quanto ao VER do lema, o GEN lembra que o próprio Jesus fez uma afirmação aos seus discípulos e não deixou uma hipótese, ou seja, Vós sois é diferente de vós sereis, deveríeis ser, poderíeis ser, seria bom que fôsseis… significa que recebemos a capacidade de ser, significa um poder de agir, de transformar, pois tanto o sal como a luz possuem o poder de transformar, basta que entrem em ação.

Jesus, ao dizer que o cristão é sal e luz, reafirma que ele é dotado de uma tarefa, de uma missão intrínseca.

Joaquim lembrou duas coisas importantes no papel dos evangelizadores:

  • Cristão leigo e leiga: em todos os estados de vida, os leigos e leigas atuam como sal e fermento. Doc. 107-A, 43
  • Vocação do leigo: dar sabor à vida, aos ambientes, preservá-los, conservá-los e temperá-los de Evangelho, com o sabor do Evangelho.

Os discípulos recebem do Mestre a ordem de continuar a mesma obra como Igreja e quem aceita a mensagem não pode guardá-la para si. A ordem é: Ide, pregai a Boa Nova a toda a criatura” (Mc 16, 15). Deste modo, a partir do encontro transformador com Jesus Cristo deve impulsionar o cursilhista a ser sal, fermento e luz.

Lembrando que o cursilhista é um cristão e faz parte da Igreja viva de Cristo e, em sua missão evangelizadora, ela se comunica pelo Evangelho, pela Palavra e pela sua presença transformadora na realidade em que se encontra (ambientes).

A mensagem da Igreja é sempre a mesma. O Evangelho é sempre o mesmo. Jesus Cristo: Ontem, Hoje e Sempre. Em cada época, em cada lugar, mudam os sujeitos e as circunstâncias. É urgente apropriar-se das angústias e alegrias da Igreja (GS), aprender a ouvir os apelos que vêm dos sinais dos tempos, os apelos que nos chegam através dos nossos pastores, dos documentos da Igreja – ler os sinais dos tempos.

Toda ação de cada movimento da Igreja se encontra com carisma próprio e no MCC este carisma está no dom servir.

Mas servir a quem?

  • À pessoa – conversão
  • À comunidade eclesial – vocação pessoal, chamado de Deus para realizar o Seu Plano
  • Ao mundo – fermentar de Evangelho os ambientes

Deste modo, é importante conhecer profundamente o carisma do MCC, viver esse carisma, através de seu

  • Por quê? – mentalidade
  • Para quê – finalidade
  • Como? – estratégia e método

Para auxiliar nos trabalhos nas escolas vivenciais, o GEN indica o documento “Ideias Fundamentais do MCC“:

ideias-fundamentaisO retiro cursilho é o segundo tempo, e o mais central do método, a parte mais estruturada e definida, que constitui o momento determinante para a finalidade do Movimento (198 – IFMCC3).

O cursilho acontece na sequência do pré-cursilho, pretende-se, e normalmente acontece, um encontro pessoal com Deus e o início do processo de conversão das pessoas que continuará, em comunidade, no pós-cursilho.

A missão de evangelizar compete a todos os cristãos e nós, como cristãos-cursilhistas, portanto discípulos e missionários, atuamos como leigos em cada ambiente em que estamos inseridos.

A pessoa constituiu o valor fundamental do MCC e a primeira e mais importante ação do MCC dirige-se a ela, a fim de tornar possível que as pessoas vivam a plenitude do “serem cristãos”.

O MCC  não entende a pessoa isoladamente, mas na sua dimensão comunitária, como ser social, inserida em ambientes, como parte (e igual) da Igreja de Jesus Cristo.

A finalidade do MCC é transformar os ambientes e desse modo cumprir a realidade mais importante da evangelização, construir o Reino de Deus.

O MCC encontra o seu lugar na Igreja como movimento eclesial, da Igreja e para o mundo. Para o MCC isso implica, antes de mais nada, viver como Igreja, como sinal e instrumento do amor de Deus aos homens, como espaço para a presença salvadora de Deus.

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Item Material Utilizado LINK (s)
1 Powerpoint o-mcc-em-estado-permanente-de-missao

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