Escola Vivencial MCC – Castilho – 25/08/2016

Escola Vivencial MCC – Castilho

O Movimento de Cursilhos de Cristandade da cidade de Castilho realizou nesta quinta-feira, 25/08/2016, sua ultima reunião do mês quando rezamos a oração do Terço e fizemos a leitura e partilha da Palavra, tratando do cursilho para homens que inicia em 16/09.

Como fazemos nossa última reunião, houve pequena confraternização com os aniversariantes do mês. Desta vez estavam presentes Hilario, Domingos Montalvão e Maria Auxiliadora. Todos com direito a bolo, salgados, refrigerantes e sucos.

José Maria

Escola Vivencial MCC – Coroados – 24/08/2016

Escola Vivencial MCC – Coroados

Que a paz de Jesus esteja com todos vocês.

Nesta quarta, 24/08/2016, no salão paroquial, tivemos mais um encontro em Cristo com nossos irmãos cursilhistas, e com muita alegria iniciamos com Zé Roberto passando uma breve mensagem sobre a presença de Deus em nossas vidas. Enfatizando, que para Deus temos que ser autênticos e não bajuladores em ações para chamar Sua atenção.

IMG_7339

Eliana e José Roberto, comunicadores deste encontro da escola vivencial

Eliana (essa que vos escreve), também, apresentou uma mensagem de alerta para que não deixar o inimigo tomar posse nos momentos de fraqueza e para que passemos estar em uma comunhão completa com Jesus, temos que ter muita fé, estarmos unidos em Igreja e sempre em oração.

A perseverança é diária, inicia-se ao acordar, quando nos consagramos a Deus (Pai e Filho e Espirito Santo) e, também, a nossa intercessora Maria, para que o inimigo nunca se aproxime.

Então, amados e amadas temos que orar sem cessar e permanecer em Cristo.

Louvado seja nosso senhor Jesus Cristo … para sempre seja louvado.

Saudações De colores

Eliana Marques

Este slideshow necessita de JavaScript.

Escola Vivencial MCC – Bilac – 23/08/2016

Escola Vivencial MCC – Bilac

Terça-feira, 23.08.2016, com muita alegria, recebemos o irmão Paulinho da cidade de Birigui que, com o seu carisma, sabedoria e objetividade, falou-nos sobre o tema “As Bem Aventuranças“.

IMG_20160823_205422672_HDR

Paulinho de Birigui fala sobre as “Bem Aventuranças

Iniciamos nosso encontro, com a leitura da relação dos cursilhos que serão realizados em várias cidades do Brasil e diversos países do mundo, neste final de semana, pedindo orações em alavancas, para o bom êxito de todos eles.

Invocamos a presença do Espírito Santo para aumento da nossa fé. Fizemos as orações do Pai nosso e Ave Maria, proclamamos a leitura e comentamos o evangelho do dia (Mateus 13,44-46).

O mensageiro explicou que o termo “bem aventurado” (no grego makários, significa também estar “feliz”), exprime um estado de felicidade de origem divina. Enfatizou que para melhor entendimento, é necessário analisar o contexto histórico dos acontecimentos. Em outras palavras:

O que levou Jesus dizer aquelas coisas?

Também, a semelhança de escala de valores dos judeus, com as nossas nos tempos atuais, diferentemente daquela proclamada por Jesus, no Sermão da Montanha (Mateus capítulos de 5 a 7): felizes aqueles que choram, que são humildes, que passam fome, que são misericordiosos, que são puros de coração, pacíficos e os que são perseguidos. Estes serão compensados com a felicidade na vida eterna.

  1. Bem aventurados os pobres de espíritos, porque deles é o reino do Céu.
  2. Bem aventurados os aflitos, porque serão consolados.
  3. Bem aventurados os mansos, porque possuirão a terra.
  4. Bem aventurados os que têm sede e fome de justiça, porque serão saciados.
  5. Bem aventurados os misericordiosos, porque alcançaram misericórdia.
  6. Bem aventurados os puros de coração, porque verão Deus.
  7. Bem aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filho de Deus.
  8. Bem aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos Céus.
  9. Jesus se dirige aos discípulos: bem aventurados sois Vós, quando vos injuriarem e perseguirem,e, mentindo, disserem todo tipo de mal contra vós por causa de mim. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos Céus.

E para o discípulo que de fato segue o Senhor, por aquilo que Ele é, e não pela recompensa. É a bem aventurança do discípulo que sofre pela verdade.

Não fiquemos envergonhados se sofremos por ser cristãos.

As bem aventuranças constituem num programa de vida, que é ao mesmo tempo muito simples, mas muito difícil; disse o papa: se você quiser algo a mais, Cristo oferece outras pistas, como descritas no capitulo 25 do evangelho de Mateus.

“Tive fome e deste-me de comer; sede e deste-me de beber, estava doente e me visitaste, estava preso e foste ter comigo”.

Por fim, concluiu:

  • Vimos a felicidade não está neste mundo.
  • O homem é aquilo que ama e admira.
  • Cuidado com aquilo que você tem amado, porque senão, você não será um bem aventurado do evangelho.
  • Nossa religião não é forma de ser pensada, mas vivida.

Paz e bem a todos!

José João Ricardo

Este slideshow necessita de JavaScript.

Escola Vivencial MCC – Murutinga do Sul – 23/08/2016

Escola Vivencial MCC – Murutinga do Sul

Terça-feira, 23 de agosto, dia do agir com a celebração no assentamento 2 irmãos.

Momento de levar a Palavra de Deus e partilhar a Eucaristia aos nossos irmãos que se encontram impossibilitados de chegar a cidade. Euclides (Cridão) nosso irmão cursilhista quem celebrou a Palavra.

igreja-em-saida-2-638~2

Pensamento para esse momento: 

Entreguemos a Jesus a nossa vida, o nosso coração, e façamos com que o Reino dos Céus seja o bem maior que possamos ter.

O evangelho de hoje é um convite às pessoas e aos grupos que desempenham papéis relevantes nas comunidades cristãs, ou seja, seus líderes, para que façam um exame de consciência.

  • Respeitamos os valores fundamentais?
  • Valorizamos mais as normas do que as pessoas?
  • Impomos aos demais aquilo que nós mesmos não somos capazes de fazer?
  • Falamos a partir da presunção de nossas ideias ou da humildade de nosso coração?

Como dizia Dom Hélder Câmara:

“Quisera ser uma poça d’água para refletir o céu”.

  • As pessoas vêem, nos seus pastores, homens de Deus que diferenciam o supérfluo do essencial?

A fraqueza merece a compreensão, a hipocrisia provoca rejeição.

Jesus denuncia, que há de pensar que todo homem ou mulher – crente pode guardar em seu interior um “fariseu cego”.

Jesus nos convida:

“Limpa primeiro o copo por dentro, que também por fora ficará limpo” (Mt 23,26).

A espiritualidade tem suas raízes no interior do coração.

Driéli

Eucaristia

Escola Vivencial MCC – Araçatuba

Eucaristia

Nesta terça-feira, 23/08/2016, após as intenções de Alavancas pelos cursilhos no Brasil e no mundo, no próximo fim de semana, lembrança dos aniversariantes, tivemos a santa Missa celebrada por Pe Jefferson.

Na sala de mensagens, após os recados, destacando-se a entrega de fichas do próximo Cursilho para homens, a comunicação foi dada por Padre Jefferson, vigário do Santuário São João Batista e São Judas Tadeu em Araçatuba, com tema “Eucaristia“.

eucaristiaEucaristia significa reconhecimento, ação de graças, em grego, é uma celebração da Igreja Católica, para lembrar da morte e ressurreição de Jesus Cristo, é também chamada de comunhão.

Segundo os textos no Novo Testamento, eucaristia é o rito cultual (sacramento e sacrifício) instituído por Jesus Cristo na última ceia no qual Ele mesmo se oferece a Deus e se comunga o Seu corpo e sangue em que se converteram substancialmente as espécies pão e vinho.

Neste rito sacramental comemora-se a paixão e morte de Jesus.

Em Inácio de Antioquia (no ano 110), o rito recebe pela primeira vez o nome Eucaristia e afirma-se como o centro do culto que os cristãos praticam juntamente com a leitura de textos sagrados.

Para aprofundar no tema, Pe Jefferson informou que em sua paróquia, está ministrando um curso aos ministros da Eucaristia e apresentou material utilizado no seu curso (segue no anexo) e, também,  indicou o livro “O sacrifício da Palavra” que trata da liturgia da Missa segundo Bento XVI.

Face de extenso e apaixonante tema, nesta comunicação o sacerdote ateve-se a uma breve introdução dos ritos iniciais da santa Missa:

0 sacrifio da Palavraa) A origem da palavra não pode ser nem o grego nem o hebraico. A razão é simples. Como o Cristianismo veio do Oriente, todas as palavras litúrgicas de origem grega ou hebraica são registradas na Liturgia ou na Literatura das Igrejas Orientais. Ora, isto não sucede com a palavra missa, que é privativa da Igreja Latina. 

b) Logo, missa vem do latim. E aqui podemos supor duas origens: o feminino do adjetivo missus, que quer dizer enviado, e um substantivo missa, com o sentido de demissão, ato de despedir, despedimento.

O adjetivo missa não pode ser a origem do termo litúrgico, porque, nesse caso, seria preciso pensar num substantivo oculto. Por isso, os autores que derivam missa de um adjetivo subentendem a palavra vítima e dizem que a frase Ite, missa est equivale a: Ite, victima missa est. Mas esta frase não tem sentido. Com efeito, a sua tradução é: Ide-vos, a vítima foi enviada. Ora,  uma vitima não se envia. É destruída. Em nenhum sacrifício há lugar para se supor que se envie uma vítima.

IMG_20160823_220131

Pe Jeffferson indica o material (em anexo) preparado para os ministros da Eucaristia

Portanto, só resta uma hipótese – o substantivo missa. De fato, este substantivo é uma segunda forma do termo clássico missio, derivado do verbo mittere, e cujo significado é o que demos acima: ato de mandar embora.

A substituição da forma abstrata missio por uma forma concreta missa é, aliás, processo linguístico comum no latim. 

Lembremos, por fim, que a palavra saiu da expressão Ite, missa este indicava apenas uma parte do ofício e não o ofício todo. É o que acontece com os termos confissão  e comunhão, usados pelo sacramento da Penitência e pela Eucaristia. Na realidade são partes ou fases do sacramento.

Aliás, a expressão já existia no latim antes de passar para o uso eclesiástico. Ite, missa est era a fórmula usada para terminar as audiências do paço e dos tribunais de justiça. Diz Avito de Viena: “Nas igrejas e nas cortes do imperador e do prefeito se diz missa est quando o povo é despedido da audiência.”

Na Regra de S. Bento, encontra-se sempre a fórmula missae fiunt no fim das horas canônicas para significar: fim das orações. Neste mesmo sentido está empregada a palavra na Peregrinatio Sylviae,em Santo Isidoro de Sevilha e outros.

No sentido atual, o termo é encontrado pela primeira vez na Epístola que Santo Ambrósio escreveu a sua irmã Santa Marcelina. Referindo-se aos distúrbios provocados pelos Arianos durante um ofício religioso, diz ele: “Porém eu fiquei em meu lugar e comecei a dizer a missa: Missam facere cepi”

Parece ter havido dois ite, missa est na missa primitiva. Com o primeiro se despediam os catecúmenos, conforme diz Santo Agostinho: “Depois do sermão se faz a missa (despedida) dos catecúmenos”.  Com o segundo, que permanece até hoje, se despediam os fiéis. É o que consta da Peregrinatio Sylviae: O sacerdote abençoa os fiéis e faz-se a missa, isto é, a despedida”.

Por fim, Pe Jefferson deixou dois questionamentos, para refletir em casa:

Quando eu participo da santa Missa, sinto meu coração queimar?

Ao fim da celebração da santa Missa, saio com o desejo de mudar minha vida?

IMG_20160823_220015

Pe Jefferson e alguns cursilhistas da comunidade do santuário são João Batista e são Judas Tadeu

Item Material Utilizado LINK (s)
1 Apostila

Este slideshow necessita de JavaScript.

Escola Vivencial MCC – Gabriel Monteiro – 22/08/2016

Escola Vivencial MCC – Gabriel Monteiro

Nesta segunda-feira, 22/08/16, recebemos na Escola Vivencial, os irmãos cursilhistas da cidade de Birigui, José Antônio Fortuna e sua esposa Vânia, que nos apresentaram a Mensagem: “SÍNODO DAS FAMÍLIAS”.

100_9188

Vania e José Fortuna de Birigui acolhidos em Gabriel Monteiro parta a comunicação “Sínodo das Famílias

Vânia nos explicou que Sínodo, é uma assembleia periódica de bispos de todo o mundo que, presidida pelo papa, se reúne para tratar de assuntos ou problemas concernentes à Igreja.

Papa Francisco redigiu uma Exortação Apostólica Pós-Sinodal, que recolhe os resultados dos dois Sínodos recentes sobre a família, “AMORIS LAETITIA” que fala sobre “O amor na família”.

Exortação é um documento que transmite ensinamentos do Papa e essa Exortação Pós-Sinodal, contém 325 parágrafos, distribuídos em 9 capítulos:

  1. A luz da palavra;
  2. A realidade e os desafios das famílias;
  3. O olhar fixo em Jesus: a vocação da família;
  4. O amor no matrimônio;
  5. O amor que se torna fecundo;
  6. Algumas perspectivas pastorais;
  7. Reforçar a educação dos filhos;
  8. Acompanhar, discernir e integrar a fragilidade;
  9. Espiritualidade conjugal e familiar.

ORAÇÃO À SAGRADA FAMÍLIA

Jesus, Maria e José,
em Vós contemplamos
o esplendor do verdadeiro amor,
confiantes, a Vós nos consagramos.
Sagrada Família de Nazaré,
tornai também as nossas famílias
lugares de comunhão e cenáculos de oração,
autênticas escolas do Evangelho
e pequenas Igrejas domésticas.
Sagrada Família de Nazaré,
que nunca mais haja nas famílias
episódios de violência, de fechamento e divisão;
e quem tiver sido ferido ou escandalizado
seja rapidamente consolado e curado.
Sagrada Família de Nazaré,
fazei que todos nos tornemos conscientes
do caráter sagrado e inviolável da família,
da sua beleza no projeto de Deus.
Jesus, Maria e José,
ouvi-nos e acolhei a nossa súplica.
Amém!

Jovania

Este slideshow necessita de JavaScript.

Escola Vivencial MCC – Piacatu – 22/08/2016

Escola Vivencial MCC – Piacatu

Nesta Segunda feira 22/08/16 na Escola Vivencial de Piacatu, fizemos a VIA-SACRA DAS FAMÍLIAS EM BUSCA DA MISERICÓRDIA.

VIA SACRA DAS FAMILIA 001 (Copy)

A devoção da via-sacra consiste na oração mental de acompanhar o Senhor Jesus em seus sofrimentos, conhecidos como a paixão de Nosso Senhor, a partir do tribunal de Pilatos até o monte calvário. Queremos fazer este exercício, no Ano da Misericórdia, contemplando o sofrimento de Cristo e o seu amor por nós, e pensando, também, no amor que devemos ter para com o próximo, sobretudo dentro das nossas famílias.

D: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos…..

T: Porque pela vossa Santa Cruz remistes o mundo!

VIA SACRA DAS FAMILIA 008 (Copy)

D: Contemplando esta passagem do sofrimento de Cristo, queremos entender que misericórdia consiste também em respeitar o outro, em suas diferenças e particularidades, sem formular juízos sobre ele a partir de nossos critérios.

L: Em nossa familia, na comunidade e na sociedade, temos vivido esta misericórdia? O jeito diferente de agir do outro me afasta? Em nossa familia, somos capazes de construir um relacionamento amoroso apesar das diferenças?

T: Suplicamos, Senhor Jesus, que sejamos capazes de compreender nossos irmãos nas diferenças que existem, a partir da misericórdia, e não dos nossos preconceitos. Rogamos para que possamos, assim, evitar julgamentos sobre as pessoas. Que saibamos diferenciar a pessoa do irmão da realidade que ele vive.

D: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos…..

T: Porque pela vossa Santa Cruz remistes o mundo!

VIA SACRA DAS FAMILIA 012 (Copy)

D: Contemplando Jesus recebendo a cruz, queremos meditar a misericórdia que acontece quando temos uma disposição sincera, como irmãos e irmãs, de nos colocar junto a quem sofre, procurando dar-lhe alivio em que sofrimento.

L: Em nossa realidade familiar somos solidários uns com os outros? Em casa, ou na comunidade, podemos dizer que “O sofrimento do outro é motivo também de nossa dor”?

T: Senhor Jesus, vós recebestes uma cruz sobre vossos ombros de inocente, assumistes o peso de nosso fardo. Curai-nos da indiferença diante dos irmãos e das irmãs que estão sob o peso de algum tipo de sofrimento. Dai-nos interesse em ajudar, como pudermos, tanto dentro de casa com fora dela, aqueles que estão sob o peso de alguma dor.

D: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos…..

T: Porque pela vossa Santa Cruz remistes o mundo!

VIA SACRA DAS FAMILIA 013 (Copy)

D: A misericórdia nos da consciência de nossas próprias fraquezas e traições, e nos ajuda a vencer a tentação de nos julgar superiores aos outros.

L: Peçamos a Cristo que nos ajude, em familia, a partir de nossas próprias fraquezas, a termos tolerância e misericórdia com os irmãos e irmãs quando fraquejam.

T: Senhor Jesus Cristo, muitas vezes somos rápidos em ver os erros dos outros, até mesmo dentro de casa, e lentos em ver os nossos. Dai-nos olhos mais misericordiosos sobre nós e sobre os irmãos.

D: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos…..

T: Porque pela vossa Santa Cruz remistes o mundo!

VIA SACRA DAS FAMILIA 015 (Copy)

D: A misericórdia é a face materna de um Deus que vem ao nosso encontro movido por compaixão. “Pode uma mulher se esquecer do fruto do seu ventre” (Is 49,15)

L: O olhar materno é sempre carregado de esperança quando a maternidade acontece não somente no corpo, mas também na mente e no coração. Em nossa familia, na comunidade e na sociedade, precisamos, muitas vezes, de um olhar materno sobre nós, e um olhar nossos sobre os outros.

T: Divino Jesus que no encontro com sua mãe sentistes a proximidade de uma humanidade que não abandona seu Deus, dai-nos sentir, em nossas dificuldades, a proximidade deste Deus que não abandona seus filhos e suas filhas.

D: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos…..

T: Porque pela vossa Santa Cruz remistes o mundo!

VIA SACRA DAS FAMILIA 018 (Copy)

D: Nesta estação compreendemos que misericórdia é saber colocar no caminho do outro, escolhendo agir com um amor que gera solidariedade fraterna, até mesmo com um irmão que não conhecemos.

L: Em nossas familia temos atenção com os que passam situações dramáticas ou por tragédias que chegam a nós por noticias? Sabemos agir com amor através de uma solidariedade material ou espiritual? Ou estamos fechados em nossos compromissos pessoais e em nosso pequeno circulo afetivo?

T: Divino Jesus, que ajudastes um estranho que precisava de auxilio, dai-nos um coração de cireneus, capazes de aceitar a missão de ajudar o próximo.

D: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos…..

T: Porque pela vossa Santa Cruz remistes o mundo!

VIA SACRA DAS FAMILIA 020 (Copy)

D: A misericórdia acontece quando somos capazes de praticar um amor que modifica nosso jeito de ser, e coloca em nosso rosto apropria imagem de Jesus, nosso irmão compassivo. Através de nosso olhar, Jesus quer contemplar e ajudar os nossos irmãos, dentro e fora da nossa familia.

L: Somos de fato uma imagem do rosto misericordioso de Cristo diante de nossas necessidades da nossa familia e da comunidade? Somos capazes de contemplar, no rosto das pessoas que sofrem, o rosto de Cristo a ser enxugado?

T: Jesus, amado mestre, ensina-nos a seguir o exemplo de Verônica, e oferecemos o que tivermos, mesmo o pouco, para aliviar as necessidades de nossos irmãos. Ensinai-nos um amor que não desvia o rosto diante dos sofredores, e nem de quem não nos compreende dentro de nossa casa e em nossa comunidade.

D: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos…..

T: Porque pela vossa Santa Cruz remistes o mundo!

VIA SACRA DAS FAMILIA 021 (Copy)

D: A misericórdia esta presente quando sabemos reconhecer as nossas próprias quedas e incoerências, tornando-nos mais sensível as fraquezas daqueles que convivem conosco.

L: Muitas vezes procuramos justificar nossos erros e incoerências, e somos implacáveis diante das quedas e incoerências dos irmãos, na familia e na comunidade. As pessoas que tem capacidade de autoavaliação sincera consegue também ser instrumento de verdadeira correção fraterna na vida de alguém que erra.

T: Na palavra de Deus encontramos: “Um só é o legislador e juiz: aquele que é capaz de salvar e de fazer perecer, tu, porém, quem és para julgares o teu próximo?” Divino Mestre, ensinai-nos, a partir de nossas dificuldades, a oferecer aos irmãos e às irmãs uma sensibilidade evangélica e fraterna, diante de suas fraquezas. Que, com nosso auxilio, eles tenham a capacidade de superar as dificuldades, e não se deixarem destruir por elas.

D: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos…..

T: Porque pela vossa Santa Cruz remistes o mundo!

VIA SACRA DAS FAMILIA 024 (Copy)

D: O evangelho nos ensina que misericórdia é também a capacidade de colocar nosso coração dentro do sofrimento dos outros, e senti-lo e partilha-lo, apesar de nossos próprios problemas, dificuldades e sofrimentos.

L: Em nossa vida familiar e comunitária somos capazes de, mesmo tendo nossos problemas, nos voltarmos para os outros? Diante de nossos sofrimentos nos fechamos em nosso “quarto”, em nosso “mundo”, e ignoramos os que estão junto de nós?

T: Cristo Senhor, mesmo no vosso sofrimento fostes solidário com as mulheres que choravam. Dai-nos a capacidade de estarmos atentos, na familia e na sociedade, aos outros que sofrem. Ajudai-nos a fugir da tentação de nos escondermos em nossos problemas e sofrimentos.

D: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos…..

T: Porque pela vossa Santa Cruz remistes o mundo!

VIA SACRA DAS FAMILIA 025 (Copy)

D: A misericórdia acontece na capacidade de termos compreensão e paciência com as fraquezas dos irmãos, mesmo quando se repetem, e levanta-lo de suas quedas.

L: Deus não desiste de nós. Somos alvo de um amor que não se cansa de procurar o que esta perdido e propor-lhe a salvação. O nosso amor em familia é inspirado neste amor de Deus?

T: Senhor Jesus, redentor do ser humano, que viestes procurar e salvar o que estava perdido, orientai nossa mente, nosso coração e nossas atitudes aos nos voltarmos para aqueles que, em sua fraqueza, parecem não conseguir superar suas dificuldades. Dai-nos um amor exigente e verdadeiro.

D: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos…..

T: Porque pela vossa Santa Cruz remistes o mundo!

VIA SACRA DAS FAMILIA 028 (Copy)

D: A misericórdia está em despojar-se de toda atitude de superioridade e autossuficiência, para tornar-se alguém que é próximo e solidário de quem sofre.

L: Diversas vezes julgamos a situação dos irmãos e irmãs, pensando em nós mesmos. Em nossos acertos, em nosso esforço, em como não cometemos tais erros. Isto nos da a ilusão de que somos melhores e que não somos responsáveis por eles, em suas dificuldades, nada é mais falso para um cristão.

T: Cristo Senhor, que na encarnação manifestastes um esvaziamento de si para estar próximo da humanidade pecadora, ensinai-nos a mesma atitude. Aquilo que em nós é qualidade, não nos sirva como fonte de distanciamento dos irmãos, mas nos torne mais capazes de servi-los e ama-los.

D: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos…..

T: Porque pela vossa Santa Cruz remistes o mundo!

VIA SACRA DAS FAMILIA 030 (Copy)

D: A misericórdia nos torna capazes de sentir a dor que está no irmão ou na irmã, como se fosse uma dor própria nossa, criando uma verdadeira solidariedade e corresponsabilidade na superação das dificuldades.

L: A dor que um irmão sente está nele, mas a proximidade verdadeira pode me ajudar a agir para com ele a partir da compreensão desta dor. Existem dores no corpo de quem amamos quem doem em nosso coração.

T: Jesus Cristo, crucificado na cruz, com todas as suas dores, contemplastes aqueles que sofriam contigo presentes no calvário, ajudai nossa familia e nossa comunidade a construir tais laços fraternos, que sejamos capazes de estar juntos nos momentos de dificuldades.

D: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos…..

T: Porque pela vossa Santa Cruz remistes o mundo!

VIA SACRA DAS FAMILIA 031 (Copy)

D: Misericórdia esta no gesto de oferecer, gratuitamente, a própria vida para que outros tenham mais condições de uma vida melhor.

L: O sacrifício de Jesus trouxe à humanidade a certeza de um amor capaz de tudo, em vista de sua salvação. Sabemos reconhecer, na familia e na comunidade, o oferecimento de tantas pessoas que se sacrificam em vista do bem dos outros? O que somos capazes de fazer, gratuitamente, em casa e na comunidade, pelo bem dos irmãos e irmãs?

T: Jesus Cristo, que na cruz salvastes o ladrão, salvai-nos do egoísmo, da indiferença, dai-nos um coração agradecido a todos que sacrificam por nós, ajudai-nos a não nos omitirmos ou fugirmos quando é o bem do outro que esta em jogo.

D: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos…..

T: Porque pela vossa Santa Cruz remistes o mundo!

VIA SACRA DAS FAMILIA 033 (Copy)

D: Misericórdia é ter braços e oferecer braços para acolher aqueles que necessitam do braço de uma solidariedade afetiva, de uma proximidade fraterna e de uma ajuda afetiva.

L: Divino Jesus, vossas mãos sempre estiveram estendidas para acolher, ajudar, perdoar e indicar o caminho da vida aqueles que sofriam e buscavam novos caminhos. Curai nossos braços e nossos corações da inércia, da incapacidade de estenderem-se aos que necessitam.

T: Rezar 1 Pai nosso e 3 Ave Maria.

D: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos…..

T: Porque pela vossa Santa Cruz remistes o mundo!

VIA SACRA DAS FAMILIA 035 (Copy)

D: Contemplando o sepulcro queremos entender que misericórdia é também sepultar as estruturas de morte, de fechamento à vida, de uma mentalidade eugênica, que permite que apenas aqueles que são considerados perfeitos vivam, e condena à morte os considerados sem nada a oferecer à sociedade.

L: Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundancia”. Nossa sociedade precisa ser purificada da mentalidade abortista e contraria à natalidade (principalmente entre os pobres; ou de pessoas com necessidades especiais), muitas vezes difundidas por grupos ideológicos.

T: Senhor Jesus Cristo, que sois “O caminho a verdade e a vida”, queremos existir e viver convosco, por isso, ajudai-nos sempre escolher a vida. Senhor, que a mentalidade abortista ou de fechamento à vida não entre em nossas mentes e em nossos corações. Tornai-nos, todos, defensores da vida em toda e qualquer situação.

D: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos…..

T: Porque pela vossa Santa Cruz remistes o mundo!

VIA SACRA DAS FAMILIA 038 (Copy)

D: Refletindo a Ressurreição do Senhor, entendemos que misericórdia é também conservar a esperança de vida plena, mesmo diante da morte, que foi vencida por Jesus.

L: Cristo ressuscitado, ajudai-nos a manter a esperança e a fidelidade ao projeto do Pai para a nossa vida, para nossos relacionamentos, para a familia, através da comunhão com a santíssima trindade. Ajudai-nos, em nossa familia, na comunidade e na sociedade, a sermos gente de esperança, que caminha rumo ao Pai, povo da aliança que já sabe aonde vai.

T: Rezar 1 Pai-nosso e 3 Ave Maria.

Este slideshow necessita de JavaScript.

GED – Escola Itinerante – Murutinga do Sul – 21/08/2016

GED – Escola Itinerante – Murutinga do Sul

sem-religiao-2-1-1

Neste domingo, 21 de agosto, o setor do MCC de Guaraçaí reuniu as cidade de Valparaíso, Castilho e Murutinga do Sul na Paróquia São José (Murutinga do Sul), para uma manhã de formação, promovido pelo GED como Escola Itinerante.

IMG-20160821-WA0094-1600x899

Escola Itinerante do GED em Murutinga do Sul

Começamos com o café da manhã.

As 8:00h, Padre David fez acolhida, iniciando com uma oração. Lembrou dos últimos acontecimentos que envolvem as guerras no mundo destacando um vídeo que circula nas mídias (que veio do oriente) de outro menino que sobreviveu a um ataque de bomba e questionou:

Como cristãos, como devemos agir diante daqueles que fazem tamanha agressão?

Em seguida, Nelson (responsável no GED pelas escolas vivenciais) fez a abertura das comunicações, justificando, também, a ausência do Coordenador João Mauro por motivo de trabalho. Abaixo algumas anotações.

Pré-Cursilho – Fabiana da cidade de Birigui.

  • Lembrou que Pré começa conosco.
  • Como nós estamos enquanto cursilhistas?
  • Nossa formação, nossa presença, dedicação ao movimento aos nossos trabalhos?
  • Falou sobre nossa importância nos ambientes, das nossas escolhas.
  • “De hoje em diante seremos pescadores de homens.”

Cursilho – Luiz Navachio da cidade de Piacatu.

  • Lembrou da importância das escolas vivenciais para que existe a continuidade do MCC, ressaltando um necessidade de intercâmbio de comunicadores.
  • A importância da Escola Vivencial no pré -cursilho.
  • “Perseverança em nossa caminhada”

Pós-Cursilho – Olair da cidade de Birigui.

  • Importância do cursilhistas participar das escolas vivenciais, encontros de formação, ultréyas, assembleias.     

Cozinha – Osmar Bruno cidade de Birigui.

  • Reunião preparatória, para uma formação na escola antes de trabalhar na cozinha.
  • Responsabilidade nos trabalhos
  • Silêncio
  • Oração
  • Trajes
  • Ligação interna
  • Ligação externa
  • Responsabilidade do Coordenador

Escolas Vivenciais – Nelson da cidade de Araçatuba

  • Lembrou dos documentos de formação do MCC.
  • Fundamentos do MCC – Pré e Pós Cursilho
  • O Cursilho por Dentro
  • Escola Vivencial. Um caminho de formação
  • Idéias Fundamentais 

Para encerrar, Luiz Navachio, em nome de João Mauro, lembou da importância do MCC sempre se manter em unidade e que a próxima escola Itinerante será no setor de Guararapes na cidade de Valparaíso dia 21/09.

O tripé de formação se completou com a oração, encerrada na santa Missa celebrada pelo querido Padre José Arnaldo da cidade de Valparaíso.

Para confraternização, um delicioso almoço feito pelos responsáveis da cozinha de Murutinga do Sul e Guaraçaí.

Driéli

Este slideshow necessita de JavaScript.

Escola Vivencial MCC – Valparaíso – 19/08/2016

Escola Vivencial MCC – Valparaíso

Escola Vivencial 14-02-2012 038 -a

Jair Mendes

No dia 19 de agosto de 2016 aconteceu em Valparaíso uma homenagem póstuma ao nosso saudoso Cursilhista Jair mendes, mais conhecido como Jair Gordo. 

O Departamento de Transito, totalmente remodelado, agora, com ar condicionado em todas as salas, com sanitário, bebedouro e tudo o que tem público tem de direito.

Segue texto de Arlindo dos Santos. 

Em nome do Movimento de Cursilho de Cristandade lá representado por Arlindo dos Santos; quero parabenizar o autor desta mais que merecida homenagem ao nosso Amigo Jair Mendes.

Jair foi um dos Pilares de sustentação do Movimento de Cursilhos, não só em Valparaíso, como também no âmbito setor e diocesano;

Era admirado por todos, amava o Movimento de Cursilhos;

E na sua irreverencia trouxe um novo fôlego, alavancando o Movimento em Valparaíso, sempre presando pela harmonia entre todos;

Quando a gente por um motivo ou por outro, ligava para ele, ele não respondia Alô. Ele respondia: De Colores.

Esta era a forma dele enaltecer o Movimento e os Cursilhistas;

O Jair presava muito pela Família; Estava sempre preocupado com sua esposa Val e as filhas. Era nítido que ele queria o melhor para a família e para os amigos.

Foi um guerreiro que enfrentou turbulência, por suas próprias ações ao agir de forma tempestuosa ou intempestiva ás vezes, mas sempre com intuito de agradar e dar um bem estar para família.

Com certeza ele, lá do Céu ficou muito feliz com a vinda ao mundo do Bernardo seu netinho, que por sinal tem os seus traços. Como diz a vó coruja:

É parecido com o vô.

A Val, embora tenha se abalado muito com a ida inesperada do Jair, e não era para menos,  também é uma grande guerreira e está aí firme e forte na Graça de Deus.

IMG-20160819-WA0044Pela rápida passagem que o nosso amigo Jair teve aqui na prefeitura, certamente deixou um grande legado de garra e de cristão comprometido que será eternizado com esse ato.

Fica a lembrança, fica a saudade e fica a certeza do dever cumprido.

Nossa Missão continua. Sempre perseverantes e confiantes no Papai do Céu. Que é infinitamente Misericordioso.

Quero mais uma vez parabenizar o Rodrigo, o Prefeito, e outros que de uma forma ou de outra contribuíram para levar avante essa iniciativa de eternizar o nome do Jair nesta placa.

Com certeza todos que para ela olhar vai saber que por aqui passou um guerreiro cuja arma era o amor e a preocupação com o bem estar e a harmonia de todos.

Que Deus abençoe a todos os funcionários e administradores desta casa, deste órgão público.

Em nome do Movimento de Cursilhos de Cristandade e de sua esposa Val, só temos que dizer:

MUITO OBRIGADO, Jair.

Arlindo do Santos

Escola Vivencial MCC – Coroados – 17/08/2016

Escola Vivencial MCC – Coroados

Boa tarde!

Que a paz de Jesus esteja com todos vocês!

Nesta semana com muita alegria toda comunidade de Coroados esta vivenciando a Semana Nacional da Família, e o Movimento do Cursilhos de Cristandade, como parte integrante desta grande família, não poderia ficar de fora.

DSC_0276

Cursilho participa da missa celebrada por Pe Edvaldo Gama

Nesta quarta, 17/08/2016, o cursilho conduziu a celebração juntamente com o padre convidado Edvaldo Gama da cidade de Birigui com o tema: Criados na Misericórdia e para Misericórdia.

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo…para sempre seja louvado.

Saudações De Colores

Eliana Marques

Este slideshow necessita de JavaScript.

Escola Vivencial MCC – Murutinga do Sul – 16/08/2016

Escola Vivencial MCC – Murutinga do Sul 

Evangelli Gaudium

Nesta Terça-feira, 16 de Agosto, recebemos com muito carinho o Padre Paulinho da cidade de Castilho, que veio nos dar formação sobre o documento da Igreja Evangelii Gaudium.

20160816_201053

Padre Paulinho se deslocou da cidade de Castilho para partilhar a encíclica “Evangelii Gaudium

Evangelii Gaudium traduz por “A Alegria do Evangelho“.

Foco da Apresentação

A experiencia de Deus toca o coração e ninguém jamais esquece.

Os apóstolos nunca mais esqueceram o momento em que Jesus lhes tocou o coração:

“Eram as quatro horas da tarde.” (Jo 1 ,39)

“Gera a alegria que ninguém poder nos tirar.” (Jo 16,22)

  • Há cristãos que parecem ter escolhido viver uma Quaresma sem Páscoa. (EG 5 e 6)
  • A transformação missionária da igreja (EG 19-49)

Evangelizar é sair ao encontro

  • Na crise do compromisso comunitário (EG 50-109)
  • A dimensão social da Evangelização (EG 176-258)

Igreja e os pobres

Papa Profeta

Drieli

20160816_212740

Este slideshow necessita de JavaScript.

Escola Vivencial MCC – Bilac – 16/08/2016

Escola Vivencial MCC – Bilac

Terça-feira, 16.08.2016, refletimos as palavras da Sagrada Escritura, descritas no capitulo 12 do evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas, através do método “Lectio Divina“:

  • Leitura.
  • Oração.
  • Meditação.
  • Contemplação.

Iniciamos o encontro com a leitura dos cursilhos que serão realizados no Brasil e no mundo, neste final de semana, pedindo orações em alavancas, para o bom êxito de todos eles. Invocamos a presença do Espírito Santo e fizemos as orações do Pai nosso e ave Maria.

IMG_20160816_211734229

Escola vivencial e o método Lectio Divina

A autenticidade dos discípulos: Jesus adverte sobre a hipocrisia dos fariseus que colocam a aparência acima de qualquer valor e nos chama a atenção sobre as nossas atitudes, pois, perante ao Pai,  nada ficará a escondida, tudo será revelado, conhecido e proclamado.

Testemunhar sem medo: A princípio, as palavras de Jesus são fortes e nos causa insegurança, porém são verdades para o nosso crescimento espiritual, mas  Ele nos consola quando fala: “não tenhas medo, as palavras são fortes, mas não vos inquieteis, pois quem está com o coração na verdade, quem teme o Senhor Deus, não tem com que perder a paz”.

O Espírito Santo é nossa proteção e guia, mas somente quem tem Jesus como Mestre é merecedor dessa benção divina, pois é uma promessa do próprio Senhor para nós.

A vida é dom de Deus: muitos vivem na ansiedade de acumular riquezas matérias, preocupados com a aparência e posição social, não tendo tempo para o Senhor, deixando de construir o mais importante, ou seja, tesouro no céu, um bem sagrado que nos coloca diante do Senhor para toda a eternidade. Quanto às coisas terrenas a traça e ferrugem destroem e tudo se acaba.

A busca fundamental: Para nossa motivação, Jesus ensina a observarmos os corvos que não semeiam e não possuem celeiros ou armazéns, porem, não lhes falta o alimento necessário, como também os lírios do campo que não fiam e não tecem, no entanto, ninguém jamais se vestiu como eles, muito mais Ele fará por nós que fomos criados a imagem e semelhança de Deus, nosso Pai e Salvador.

A vigilância e responsabilidade: Ninguém tem poder para saber quando vai morrer, ou quando Jesus voltará, a não ser Ele próprio. Portanto, devemos permanecer vigilantes nos trabalhos da messe do Senhor, não deixando nossas ações para segundo plano, pois quando ele chegar, sem aviso, bater à porta, nós estarmos atentos para lhe abrir imediatamente.

Feliz aquele que estiver atento para abrir a porta quando o Senhor bater, porque será salvo e fará morada no reino do Céu.

Infeliz aquele cuja porta não se abrir quando o Senhor bater, porque não será salvo.

Jesus é sinal de contradição: o próprio Jesus admite ter vindo para trazer divisão ao mundo e lançar fogo sobre a terra, pois apesar da Sua mensagem de Amor e Paz Ele sabia que nem todos iriam entender e praticar seus ensinamentos, conflitando com aqueles que receberam e observaram a Boa Nova anunciada pelo Senhor e que, os efeitos malignos dessa contradição, O levaria a morte e ressurreição de Cruz.

Interpretar o tempo presente: Mais importante que interpretar os sinais do céu e da terra é interpretar as coisas divinas, conhecer e anunciar os preceitos de Jesus com coragem e responsabilidade, ter discernimento para julgar as próprias atitudes sobre o que elas poderão causar e também sabedoria para reconhecer e reparar os erros, para não ser julgado pelo Juiz celeste e, assim, merecer o reino do Céu.

Paz e bem a todos!

José João Ricardo

Este slideshow necessita de JavaScript.

Escola Vivencial MCC – Gabriel Monteiro – 15/08/2016

Escola Vivencial MCC – Gabriel Monteiro

Nesta segunda-feira, 15/08/16, recebemos na Escola Vivencial, nossos irmãos cursilhistas da cidade de Piacatu, Beto e Beth, que apresentaram a mensagem “AS OBRAS DE MISERICÓRDIA NA FAMÍLIA E DA FAMÍLIA“.

100_9155

As obras da misericórdia na família e da família, com o casal Beth e Beto

Misericórdia – tem origem latina, é formada pela junção de:

  • miserere (ter compaixão) 
  • cordis (coração)

Significa: Ter misericórdia do coração.

“Misericórdia é a atitude Divina que abraça, é o doar-se de Deus que acolhe, que se dedica a perdoar.” (Papa Francisco)

Quando temos fé acreditamos na misericórdia de Deus.

Jesus mostrou ser misericordioso em várias passagens da Bíblia:

  • Mateus 9, 27-29 – Os dois cegos.
  • Gênesis 1, 26 – Deus disse: Façamos o ser humano à nossa imagem e semelhança.
  • Lucas 6,36 – Sede misericordiosos, assim como vosso Pai é misericordioso.
  • Mateus 5, 7 – Bem aventurados os misericordiosos, pois obterão a misericórdia.

Na Bula “Misericordiae Vultus“, nº 3 Papa Francisco diz:

“Há momentos em que somos chamados, de maneira ainda mais intensa, a fixar o olhar na misericórdia, para nos tornarmos nós mesmos sinal eficaz do agir do Pai”.

Temos que amar a Deus buscando o seu modo de ser e agir.

Jesus confia em cada um de nós para a salvação do nosso lar.

A família é o hospital mais próximo onde se encontra a cura.

Ainda, na Bula Misericordiae Vultus, nº 10 diz:

“O perdão é uma força que ressuscita para uma vida nova e infunde a valentia para olhar o futuro com esperança.”

A família deve ter uma vida sacramental que os transformem em pessoas misericordiosas assim como o Pai.

Cada um dentro de suas possibilidades e dons, pode em diversos momentos da vida fazer obras de misericórdia. Para uns é mais fácil visitar enfermos, para outros ensinar os ignorantes.

Para todos em alguma fase da vida surgirão os momentos de perdoar as injúrias e sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo. (Catecismo de S. Pio X, capítulo IV “Das obras de misericórdia”)

Diário de Santa Faustina – O AMOR DE DEUS É A FLOR E A MISERICÓRDIA É O FRUTO.

Para refletir:

Em nossa vida familiar, mesmo tendo nossos problemas, somos capazes de nos voltarmos para os outros?

“Ter um coração misericordioso não significa ter um coração débil. Quem deseja ser misericordioso necessita de um coração forte, firme, fechado ao tentador, mas aberto a Deus. (Papa Francisco)

Exerça a misericórdia com alegria!

Jovania

Este slideshow necessita de JavaScript.

Papa: Sem o fogo do Espírito Santo a Igreja torna-se fria

Cidade do Vaticano (RV) – “Se a Igreja não recebe o fogo do Espírito Santo ou não o deixa entrar em si, torna-se uma Igreja fria ou somente morna, incapaz de dar vida, porque é feita de cristãos frios e mornos”.

papa

Clique sobre a imagem para ouvir o texto

Inspirado nas palavras de Jesus narradas em Lucas: “Eu vim para lançar fogo sobre a terra, e como gostaria que já estivesse aceso”, o Papa Francisco dedicou a sua alocução – que precede a oração mariana do Angelus – à ação do Espírito Santo na vida da Igreja e em nossa vida: “um fogo que começa no coração, e não na mente”, frisou.

O fogo do qual fala Jesus no Evangelho – explica o Papa – é o fogo do Espírito Santo, “presença viva e atuante em nós desde o dia do Batismo. Ele – o fogo – é uma força criadora que purifica e renova, queima toda miséria humana, todo egoísmo, todo pecado, nos transforma a partir de dentro, nos regenera e nos torna capazes de amar”:

“Jesus deseja que o Espírito Santo irrompa como fogo no nosso coração, porque somente partindo do coração, que o incêndio do amor divino poderá propagar-se e fazer progredir o Reino de Deus. Não parte da cabeça, parte do coração. E por isto Jesus quer que o fogo entre em nosso coração. Se nos abrirmos completamente à ação deste fogo que é o Espírito Santo, Ele nos dará a audácia e o fervor para anunciar a todos Jesus e a sua consoladora mensagem de misericórdia e de salvação, navegando em mar aberto, sem medo. Mas o fogo começa no coração”.

O Papa recorda, que para cumprir a sua missão no mundo, “a Igreja tem necessidade da ajuda do Espírito Santo, para não deixar-se frear pelo medo e pelo cálculo, para não habituar-se a caminhar dentro de fronteiras seguras”. Francisco adverte que “estes dois comportamentos, levam a Igreja a ser uma Igreja funcional, que não arrisca nunca”:

“Pelo contrário, a coragem apostólica que o Espírito Santo acende em nós como um fogo, nos ajuda a superar os muros e as barreiras, nos faz criativos e nos impele a colocarmo-nos em movimento para caminhar também por caminhos inexplorados ou desconfortáveis, oferecendo esperança a quantos encontramos”.

Precisamente com este fogo do Espírito Santo – disse o Santo Padre –  “somos chamados a nos tornar sempre mais comunidade de pessoas guiadas e transformadas, cheias de compreensão, pessoas de coração dilatado e de rosto alegre”. E acrescenta:

“Mais do que nunca existe a necessidade, mais do que nunca hoje existe a necessidade de sacerdotes, de consagrados e de fiéis leigos, com o olhar atento do apóstolo, para mover-se e parar diante das dificuldades e das pobrezas materiais e espirituais, caracterizando assim o caminho da evangelização e da missão com o ritmo curador da proximidade. Há precisamente o fogo do Espírito Santo que nos leva a nos fazer “próximos” dos outros: das pessoas que sofrem, dos necessitados; de tantas misérias humanas, de tantos problemas; dos refugiados, daqueles que sofrem. Aquele fogo que vem do coração. Fogo”.

Francisco recordou então dos “numerosos sacerdotes e religiosos que, em todo o mundo, se dedicam ao anúncio do Evangelho com grande amor e fidelidade, não raro a custo da própria vida”, e advertiu que se a Igreja não se abre ao fogo do Espírito, torna-se fria:

“O exemplar testemunho deles nos recorda que a Igreja não tem necessidade de burocratas e de diligentes funcionários, mas de missionários apaixonados, imbuídos pelo ardor de levar a todos a consoladora palavra de Jesus e a sua graça. Este é o fogo do Espírito Santo. Se a Igreja não recebe este fogo ou não o deixa entrar em si, torna-se uma Igreja fria ou somente morna, incapaz de dar vida, porque é feita de cristãos frios e mornos. Nos fará bem hoje, tomar cinco minutos e nos perguntar: ‘Mas, como está o meu coração? É frio? É morno? É capaz de receber este fogo?’. Tomemos cinco minutos para isto. Nos fará bem a todos.“

Ao final de sua alocução, o Santo Padre recordou o exemplode São Maximiliano Kolbe, mártir da caridade, cuja festa recorre hoje: que ele nos ensine a viver o fogo do amor de Deus e pelo próximo”. (JE)

Eis a alocução do Santo Padre na íntegra:

“O Evangelho deste domingo faz parte dos ensinamentos de Jesus dirigidos aos discípulos durante a sua subida à Jerusalém, onde lhe espera a morte na cruz. Para indicar o objetivo de sua missão, Ele se serve de três imagens: o fogo, o batismo e a divisão. Hoje quero falar da primeira imagem: o fogo.

Jesus a expressa com estas palavras: “Eu vim para lançar fogo sobre a terra, e como gostaria que já estivesse aceso”. O fogo do qual Jesus fala é o fogo do Espírito Santo, presença viva e atuante em nós desde o dia do Batismo. Ele – o fogo – é uma força criadora que purifica e renova, queima toda miséria humana, todo egoísmo, todo pecado, nos transforma a partir de dentro, nos regenera e nos torna capazes de amar. Jesus deseja que o Espírito Santo irrompa como fogo no nosso coração, porque somente partindo do coração que o incêndio do amor divino poderá propagar-se e fazer progredir o Reino de Deus. Não parte da cabeça, parte do coração. E por isto Jesus quer que o fogo entre em nosso coração. Se nos abrirmos completamente à ação deste fogo que é o Espírito Santo, Ele nos dará a audácia e o fervor para anunciar a todos Jesus e a sua consoladora mensagem de misericórdia e de salvação, navegando em mar aberto, sem medo. Mas o fogo começa no coração.

No cumprimento de sua missão no mundo, a Igreja – isto é, todos nós Igreja – tem necessidade de ajuda do Espírito Santo para não deixar-se frear pelo medo e pelo cálculo, para não habituar-se a caminhar dentro de fronteiras seguras. Estes dois comportamentos levam a Igreja a ser uma Igreja funcional, que não arrisca nunca. Pelo contrário, a coragem apostólica que o Espírito Santo acende em nós como um fogo nos ajuda a superar os muros e as barreiras, nos faz criativos e nos impele a colocarmo-nos em movimento para caminhar também por caminhos inexplorados ou desconfortáveis, oferecendo esperança a quantos encontramos. Com este fogo do Espírito Santo somos chamados a nos tornar sempre mais comunidade de pessoas guiadas e transformadas, cheias de compreensão, pessoas de coração dilatado e de rosto alegre. Mais do que nunca existe a necessidade, mais do que nunca existe a necessidade de sacerdotes, de consagrados e de fieis leigos, com o olhar atento do apostolado, para mover-se e parar diante das dificuldades e das pobrezas materiais e espirituais, caracterizando assim o caminho da evangelização e da missão com o ritmo curador da proximidade.Há precisamente o fogo do Espírito Santo que nos leva a nos fazer “próximos” dos outros: das pessoas que sofrem, dos necessitados; de tantas misérias humanas, de tantos problemas; dos refugiados, daqueles que sofrem. Aquele fogo que vem do coração. Fogo.

Neste momento, penso também com admiração sobretudo aos numerosos sacerdotes e religiosos que, em todo o mundo, se dedicam ao anúncio do Evangelho com grande amor e fidelidade, não raro a custo da própria vida. O exemplar testemunho deles nos recorda que a Igreja não tem necessidade de burocratas e de diligentes funcionários, mas de missionários apaixonados, imbuídos pelo ardor de levar a todos a consoladora palavra de Jesus e a sua graça.Este é o fogo do Espírito Santo. Se a Igreja não recebe este fogo ou não o deixa entrar em si, torna-se uma Igreja fria ou somente morna, incapaz de dar vida, porque é feita de cristãos frios e mornos. Nos fará bem hoje, tomar cinco minutos e nos perguntar: “Mas, como está o meu coração? É frio? É morno? É capaz de receber este fogo?”. Tomemos cinco minutos para isto. Nos fará bem a todos.

E peçamos a Virgem Maria para rezar conosco e por nós ao Pai celeste, para que derrame sobre todos os fieis o Espírito Santo, fogo divino que aquece os corações e nos ajude a ser solidários com as alegrias e os sofrimentos dos nossos irmãos. Nos sustente no nosso caminho o exemplo de São Maximiliano Kolbe, mártir da caridade, cuja festa recorre hoje: que ele nos ensine a viver o fogo do amor de Deus e pelo próximo”.

fonte:

http://br.radiovaticana.va/news/2016/08/14/papa_sem_o_fogo_do_esp%C3%ADrito_santo_a_igreja_torna-se_fria/1251337

Nota de Falecimento – JOSÉ BARCIELA MARQUES

nota de falecimento

É com profundo pesar que informamos a todos os irmãos em Cristo que 11/08/2016, na cidade de Fernandópolis (SP) faleceu José Barciela Marques Pai de João Gimenez Barciela Marques – coordenador do GEN – Grupo Executivo Nacional – do MCC. 

Foi um homem que deixou um legado lindíssimo de fé, amor e muito trabalho, que brilhantemente cumpriu sua missão na terra.

O Movimento de Cursilhos do Brasil se une em oração e solidariedade junto à sua família. Na certeza da ressurreição, ele se encontra com Deus agora.

Nosso abraço, orações e união nesse momento.

Em nome do GED da Diocese de Erechim, externamos sentimentos a toda a família Barciela, e pedimos ao Pai que os conforte na certeza da ressurreição.

Um abraço

Inês (coordenadora)

Mãe Divina

Mãe Divina

Mãe divina, onde estás?
Esta noite me sinto quebrado em dois.
Eu vi estrelas caírem do céu.
Mãe divina, não consigo não chorar.

Oh, eu preciso de sua ajuda desta vez,
Ajuda-me a passar por esta noite solitária.
Dize-me por favor para que lado ir
Para me encontrar de novo.

Mãe divina, escuta minha oração,
De algum modo eu sei que tu ainda estás aí.
Manda-me, por favor, um pouco de paz de espírito;
Leva embora esta dor.

Eu não consigo, eu não consigo, eu não consigo mais esperar
Eu não consigo, eu não consigo, eu não consigo esperar por ti

Mãe divina, escuta meu pedido,
Eu amaldiçoei teu nome umas mil vezes.
Eu senti a raiva em minha alma;
Tudo que preciso é uma mão para segurar.

Oh, eu sinto que o fim chegou,
Não mais minhas pernas vão correr.
Tu sabes que eu preferiria estar
Em teus braços esta noite.

Quando minhas mãos não mais tocarem,
Minha voz parar, eu sumir,
Mãe divina, então estarei
Deitado, salvo em teus braços.

Escola Vivencial MCC – Coroados – 11/08/2016

Escola Vivencial MCC – Coroados

IMG_6768

Preparação da Acolhida na semana da família

FullSizeRender

Boa tarde! A paz de Jesus esteja com todos vocês.

Nesta quarta-feira, 10/08/2016, a nossa reunião foi um pouco diferente do costume.

Os irmãos em Cristo do Cursilho ficaram responsáveis pela preparação e acolhida da semana da família que começa no próximo domingo dia 14/08, então nos reunimos para a organização dos detalhes.

No final lemos o evangelho é refletimos sobre sua importância em nossa vida.

Desde já convidamos nossos irmãos a virem um dia prestigiar as celebrações da semana da família.

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo… para sempre seja louvado.

Saudações De colores

Eliana Marques

Este slideshow necessita de JavaScript.

Escola Vivencial MCC – Birigui – 10/08/2016

Escola Vivencial MCC – Birigui

Nesta quarta feira, 10/08/2016, recebemos com muita alegria Pe Robson para concluir a explicação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas.

DSCN9016

Pe Robson partilha o evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas

Pe Robson inicia a aula destacando:

  • Parábola do Bom Samaritano, onde o homem caído significa cada um de nós durante nossa caminhada terrena. A hospedaria significa a Igreja, que é o lugar onde somos curados.

No Capítulo 11 – Jesus ensina seus discípulos a rezar. Ele não nos deixa sozinhos: Ele traz um modelo de oração, o “Pai Nosso“.

O Capitulo 15 – deve ser para nós uma escola da misericórdia do Pai, pois neste capítulo temos:

  • Parábola da Ovelha Perdida: O Pai nunca abandona uma ovelha perdida.
  • Parábola da Dracma Perdida: Destacamos a alegria por encontrar a moeda, é a mesma alegria de Deus para com seus filhos que descobrem o amor do Pai;
  • Parábola do Pai Misericordioso (Filho Pródigo): Aqui Pe Robson nos chama atenção para o filho mais velho que, mesmo vivendo com o Pai, não experimenta a Misericórdia, a Graça do Pai e não consegue entender o porque de fazer tanta festa para o irmão mais novo. Será que temos tido misericórdia com nossos irmãos?

É no Evangelho de Lucas que temos a narração dos “Discípulos de Emaús“, onde Jesus aparece logo após sua ressurreição e os discípulos pedem “Senhor é tarde, fica conosco”.

Lucas é o evangelho da salvação universal, anunciada pelo Profeta dos últimos tempos que convida discípulos profetas, aos quais inspirados pelo Espírito Santo, possamos ser os profetas de todos os tempos e lugares, essa é a nossa missão.

DSCN9043

Encerramos nossa escola agradecendo o carinho e a disponibilidade do Pe Robson para com Movimento de Cursilhos de Cristandade.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

Gaiarin Frederich

Este slideshow necessita de JavaScript.

Escola Vivencial MCC – Bilac – 08/08/2016

Escola Vivencial MCC – Bilac

Terça-feira, 09.08.2017, com muita alegria recebemos o casal cursilhista Beto e Beth, da cidade de Piacatu, que nos falou sobre o tema: As Obras de Misericórdia na Família e da Família.

Misericórdia: palavra de origem latina, formada pela junção de miseratio (compaixão) e cordis (coração), podendo-se entender literalmente como “coração compadecido”.

Ter compaixão no coração: Significa ter capacidade de sentir aquilo que as outras pessoas sentem, compartilhar seus sentimentos e ser solidário com os irmãos.

Misericórdia é a atitude Divina que abraça, é doar-se de Deus que acolhe e se dedica a perdoar.

O nome de Deus é misericórdia”, recentemente proclamou o Papa Francisco.

A misericórdia nos torna capaz de sentir em nosso coração as dores que esta no corpo do irmão e estender as mãos para acolhê-lo e ajudá-lo.

Jesus nos mostrou o que é ser misericordioso em várias passagens da bíblia.

MT 9, 27-29, João 8,10ss, Lc 7,36-38.

Aprendamos através das palavras de Jesus:

“Sede misericordiosos, como o Pai é misericordioso”. (Lc 6,36).

“Bem-aventurados os misericordiosos, pois obterão misericórdia”. (Mt 5,7)

Os pais são o primeiro rosto de Deus misericórdia para os filhos. Será que nossos filhos estão levando uma imagem boa de Deus Pai misericordioso?

Paz e bem a todos, fiquem com Deus!

João José Ricardo

Doutrina Social da Igreja

Escola Vivencial MCC – Araçatuba

Doutrina Social da Igreja

Iniciamos os trabalhos do dia na capela, oferecendo-os em alavanca pelos cursilhos que acontecerão no Brasil e no mundo, no próximo fim de semana, Destacando a diocese de Mallorca na Espanha, local do primeiro cursilho no mundo. Lembramos dos aniversariantes. Rezamos a oração do terço.

Na sala de mensagens após os recados de Luiz Henrique, destacando-se o Terço dos Homens que acontecerá no dia 12/08/2016, na paróquia Imaculado Coração de Maria.

Para a comunicação foi convidado o coordenador do GED – João Mauro Fidalgo com o tema “Doutrina Social da Igreja e o MCC“.

DSC01369

Joaquim e João Mauro, frutos do 58º Cursilho para homens da diocese de Lins 

João Mauro deixou bem claro que o Movimento de Cursilhos de Cristandade caminha junto da Igreja de Jesus Cristo, portanto todas as orientações desta devem ser seguidas pelos cristãos cursilhistas.

Ademais, a Igreja Católica tem uma visão muito clara do mundo e de suas necessidades; e por isso oferece a solução cristã para os graves problemas da humanidade segundo a Luz do Evangelho de Jesus Cristo.

Todavia, infelizmente, muitos católicos desconhecem esta Doutrina.

Na Igreja, não cabe aos pastores (padres, bispo e o Papa – cada um na sua amplitude de acesso) intervir diretamente na construção política e na organização da vida social. Essa tarefa faz parte da vocação dos fiéis leigos, que agem por própria iniciativa com seus concidadãos.

Os leigos devem ter sempre em vista o bem comum e se conformará com a mensagem evangélica e com a doutrina da Igreja. Cabe aos fiéis leigos:

animar as realidades temporais com um zelo cristão e comportar-se como artesãos da paz e da justiça” (SRS 42). (CIC §2442)

As propostas da Igreja não são soluções ideológicas com ênfase capitalista e nem comunista, mas cristãs, baseadas na dignidade da pessoa humana, filha de Deus.

Para a Igreja o homem é o autor, o centro e o fim de toda a vida econômica e social.

“O ponto decisivo da questão social é que os bens criados por Deus para todos de fato cheguem a todos conforme a justiça e com a ajuda da caridade”. (CIC §2459).

De um lado a Igreja não aceita o lucro idolatrado como um deus, que explora o ser humano como se fosse uma máquina insensível; e por outro lado condenou muitas vezes o marxismo que faz do Estado uma instituição todo-poderosa que elimina a liberdade dos filhos da nação.

De forma alguma a Igreja aceita a violência, a revolução, o terrorismo e a guerrilha para resolver o problema social, e muito menos a luta de classes, o incitamento dos pobres contra os ricos. Todas essas práticas são anti-evangélicas e não resolvem o problema social, ao contrário, o agravam.

A “Gaudium et Spes” do Concilio Vaticano II diz que a Igreja emite um juízo moral, em matéria econômica e social:

“quando o exigem os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas” (GS 76,5).

É uma missão distinta da missão das autoridades políticas. A Igreja se preocupa com o bem comum, e procura ensinar as atitudes justas na relação com os bens terrenos e nas relações sócio-econômicas.

Por isso, desde Leão XIII (1878-1903) com a “Encíclica Rerum Novarum” a Igreja tem se pronunciado sobre a questão social.

A doutrina social da Igreja se desenvolveu desde o século XIX com o encontro do Evangelho com a sociedade industrial que surgia, suas novas estruturas para a produção de bens de consumo, sua nova concepção da sociedade, do Estado e da autoridade, suas novas formas de trabalho e de propriedade.

De um lado a Igreja ensina que:

todo sistema segundo o qual as relações sociais seriam inteiramente determinadas pelos fatores econômicos é contrário à natureza da pessoa humana e de seus atos” (CA, 24).

A Igreja valoriza sobretudo o trabalho. Ensina que o valor primordial do trabalho depende do próprio homem, que é seu autor e destinatário. Por meio de seu trabalho, o homem participa da obra da Criação. Unido a Cristo, o trabalho pode ser redentor…

Sobretudo a caridade é o eixo da Doutrina Social da Igreja; ela nos pergunta:

Na multidão de seres humanos sem pão, sem teto, sem terra, como não reconhecer Lázaro, mendigo faminto da parábola?

Como não ouvir Jesus, que diz:

“Foi a mim que o deixastes de fazer?” (Mt 25,45)

A Doutrina Social da Igreja mostra que esta nunca se omitiu diante do problema social que se agravou no mundo a partir do século XIX com a revolução industrial.

Ao contrário, a Igreja tem uma proposta sólida, que recentemente foi muito bem explanada no “Compêndio de Doutrina Social da Igreja”, publicado em 2004 pelo Pontifício Conselho de “Justiça e Paz” da Santa Sé. (Editora Paulinas, 2005)

Cabe aos católicos (incluem-se os cursilhistas) conhecerem esta Doutrina e a colocarem em prática, rejeitando tudo que não se coaduna com ela, pois esta vem do Espírito Santo.

Esta comunicação foi embasada no documento do nosso Movimento, Módulo II: Formação Sócio Ambiental.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Escola Vivencial MCC – Murutinga do Sul – 08/08/2016

Escola Vivencial MCC – Murutinga do Sul

Hoje, 08/08/206, nossa escola vivencial foi ao Lar dos Idosos e rezamos o Terço da Misericórdia, junto com os nossos queridos internos.

Assim todos fazem uma visita…

20160809_201910

Visita mensal do MCC aos moradores do lar dos Idosos

Deus tem colocado pessoas perto de você para que você cuide delas!

Certa vez Jesus disse que o caminho que nos leva ao Pai passa necessariamente pelo próximo. 

Eu sei que muitos de nós temos dificuldade com isso, mas nós somos seres relacionais, gregários, comunitários. Fomos criados assim por Deus e tentar viver fora desta realidade gera desequilíbrios emocionais e espirituais.  

Agora, além de ser vital para nós, Deus cuida de pessoas usando outras. Nós somos os braços, as pernas, a boca e o bolso de Deus. Servir ao próximo é fazer com ele o que Jesus faria se ele estivesse aqui.

Servir ao próximo é você, na medida do possível minimizar o sofrimento do outro, encorajá-lo enquanto o mundo o colocar para baixo, enfim, ser instrumento de Deus na vida de alguém.

Evangelho de Mt 18,1-5.10.12-14, proclamado pelo irmão Firigato.

Naquele tempo, 1os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Quem é o maior no Reino dos Céus?” 2Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles 3e disse: “Em verdade vos digo, se não vos converterdes, e não vos tornardes como crianças, não entrareis no Reino dos Céus. 4Quem se faz pequeno como esta criança, este é o maior do Reino dos Céus. 5E quem recebe em meu nome uma criança como esta é a mim que recebe.

10 Não desprezeis nenhum desses pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus veem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus. 12 Que vos parece? Se um homem tem cem ovelhas, e uma delas se perde, não deixa ele as noventa e nove nas montanhas, para procurar aquela que se perdeu? 13 Em verdade vos digo, se ele a encontrar, ficará mais feliz com ela, do que com as noventa e nove que não se perderam. 14 Do mesmo modo, o Pai que está nos céus não deseja que se perca nenhum desses pequeninos”.

Drieli

Este slideshow necessita de JavaScript.