Convite 05/02/2018 – Escola Vivencial MCC – Birigui

Escola Vivencial MCC – Birigui

“O Reino de Deus não vem ostensivamente, nem poderá dizer: ‘Está aqui’ ou ‘Está ali’, porque o Reino de Deus está no meio de vocês” (Lucas 17, 21)

Querido(s) irmão(s) cursilhista(s),

É com enorme alegria que convidamos você e toda sua família para participar de nossa Escola Vivencial, que se iniciará no dia 5 de fevereiro as 20:00hs com a Missa de Abertura do calendário 2018.

Aproveitamos este convite para avisar que este ano, nossa Escola Vivencial será toda segunda-feira, iniciando às 19:30h com a reza do Santo Terço, seguido de nossa comunicação na escola vivencial às 20:00hs, na Igreja do Bairro Alto.

“Vem e segue-me” diz o Senhor, então, juntos caminharemos em busca da construção do Reino de Deus.

CRISTO conta com você!

DE COLORES!!

Adriano Valente
1º Cursilho para Jovens

A febre amarela e a necessidade de vacinação em nossa região

A febre amarela e a necessidade de vacinação em nossa região

“Além do mais, ninguém jamais odiou o seu próprio corpo, antes o alimenta e dele cuida, como também Cristo faz com a Igreja, pois somos membros do seu corpo.” Carta aos Efésios 5, 29-30

Celeremente, se espalhou o tema Febre Amarela, sendo muito visto e ouvido, tanto na mídia escrita e televisiva, quanto nas redes sociais e, assim, seguiu-se nas conversas dos grupos de rápida interação, citando como exemplo o Whatsapp.

A menção das palavras de São Paulo na Carta aos Efésios continuam atualíssimas e nos conclamam: ninguém jamais odeia o seu corpo, mas o alimenta e cuida dele.

Portanto, é preciso que alimentemo-nos de alimentos saudáveis, dos alimentos que fazem bem para nosso corpo. Cuidemos de nossa saúde, não somente quando a doença aparece, mas usemos das muitas formas de prevenção que a ciência nos indica. Sem radicalismos, mas de forma natural, moderada, consciente. Tenhamos, ainda, uma mente sã e equilibrada.

Neste contexto, a equipe do blog não poderia ficar indiferente e ora visando auxiliar, traz abaixo um pouco mais de informação para ser disseminada, principalmente à região em que se encontra a diocese de Araçatuba.

FebreAmarela

Neste sentido, temos que de longa data, esta região considerada área de recomendação permanente de prevenção à febre amarela, porque vivemos numa área endêmica, ou seja, existe a possibilidade contínua de adquirir febre amarela.

Portanto, temos a necessidade de nos prevenir contra a doença. E a prevenção se dá tomando a vacina (caso nunca a tenha tomado antes). A vacina é a única forma de evitar a febre amarela.

Para aprofundar um pouco mais, segue transcrição extraída do site da Fundação Osvaldo Cruzhttps://www.bio.fiocruz.br/index.php/febre-amarela-sintomas-transmissao-e-prevencao

A febre amarela ocorre nas Américas do Sul e Central, além de em alguns países da África e é transmitida por mosquitos em áreas urbanas ou silvestres. Sua manifestação é idêntica em ambos os casos de transmissão, pois o vírus e a evolução clínica são os mesmos — a diferença está apenas nos transmissores. No ciclo silvestre, em áreas florestais, o vetor da febre amarela é principalmente o mosquito Haemagogus. Já no meio urbano, a transmissão se dá através do mosquito Aedes aegypti (o mesmo da dengue). A infecção acontece quando uma pessoa que nunca tenha contraído a febre amarela ou tomado a vacina contra ela circula em áreas florestais e é picada por um mosquito infectado. Ao contrair a doença, a pessoa pode se tornar fonte de infecção para o Aedes aegypti no meio urbano. Além do homem, a infecção pelo vírus também pode acometer outros vertebrados. Os macacos podem desenvolver a febre amarela silvestre de forma inaparente, mas ter a quantidade de vírus suficiente para infectar mosquitos. Uma pessoa não transmite a doença diretamente para outra.

No endereço eletrônico http://www.saude.sp.gov.br/, site do órgão oficial, no link Febre Amarela – campanha de vacinação e outras informações, podemos obter mais informações sobre a doença.

Aproveite e veja, também, o link Conheça a recomendação do Ministério da Saúde para quem for viajar dentro do Estado de São Pauloonde encontramos:

No estado de São Paulo, o Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexandre Vranjac” recomenda vacinação contra Febre Amarela, com pelo menos dez dias de antecedência, prioritariamente para indivíduos a partir de 9 meses de idade, residentes ou que se dirijam especialmente para áreas ribeirinhas e de mata dos municípios da região de Presidente Prudente, Presidente Venceslau, Araçatuba, Jales, São José do Rio Preto, Barretos, Franca, Ribeirão Preto, Araraquara, Bauru, Marília, Assis, Botucatu, Itapeva, São João da Boa Vista e parte da região de Sorocaba.

Agora, vamos entender um pouco mais:

Quem da nossa região nunca foi vacinado para se prevenir contra a febre amarela precisa ser vacinado, não somente por causa do surto epidemiológico da doença que está ocorrendo em Mairiporã Próximo da capital), mas porque moramos numa região endêmica, onde a recomendação é feita pelo Ministério da Saúde.

Se alguém já adquiriu a febre amarela não precisa da vacina.

O site da Secretaria Estadual de Saúde traz as informações que precisamos saber sobre a febre amarela:

  • a campanha de vacinação,
  • os municípios alvo da campanha,
  • quem vai tomar a vacina fracionada ou a dose total,
  • quem pode tomar a vacina
  • outras informações mais.

Para nós, araçatubenses e moradores das cidades da região, se nunca fomos vacinados, ela torna-se uma obrigação para não contrairmos a doença. É imprescindível cuidarmos da nossa saúde.

E mais, como moradores da cidade – na área urbana – nos compete, também, o dever de evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, transmissor das doenças dengue, chikungunya, zikavírus e da febre amarela urbana, ressaltando que esta não existindo no Brasil – felizmente – desde o ano de 1942.

Quiçá nunca mais aconteça a febre amarela urbana no Brasil e que a febre amarela silvestre seja contida e sua disseminação cerceada pelos agentes de saúde e pela vacinação das pessoas ainda não imunizadas pela vacina.

Com tantas informações científicas colocadas à nossa disposição e com os meios de comunicação – jornais, revistas, televisão, internet – que tratam o assunto com seriedade, não há que se dar atenção a diversas comunicações das mídias digitais, na maioria das vezes de cunho humorístico-anedotista ou alarmista que, ao invés de formar e informar, apenas fazendo o contrário.

Muitas são informações totalmente desprovidas de fundamentos científicos ou não correntes na medicina que cuida da saúde pública, onde o especialista é o médico sanitarista.

O médico sanitarista – cujo dia é comemorado em 02 de janeiro – é o profissional que trabalha analisando a saúde pública, apontando os problemas de uma comunidade, propondo melhorias e analisando os meios disponíveis para resolvê-los. O médico sanitarista também tem sido muito importante durante as construções públicas, pois ele tem o entendimento de compreender as consequências que essas obras podem causar em uma determinada comunidade. Com o passar do tempo, o trabalho desse profissional mudou bastante e hoje está inserida na área de saúde coletiva (cf. http://www.tratabrasil.org.br/o-medico-sanitarista-e-a-saude-publica).

Oswaldo-Cruz-439x550

Um cientista pioneiro no Brasil foi o doutor Oswaldo Cruz. Médico, bacteriologista, epidemiologista e sanitarista brasileiro, tão importante para o povo brasileiro, dedicou sua vida ao estudo das moléstias tropicais e da medicina experimental no Brasil. Respeitado internacionalmente, em forma de homenagem seu nome é conferido a diversas instituições científicas e a um município de nosso estado.

Reconhecer o trabalho e esforço dos cientistas que muitas vezes sacrificam suas vidas para o avanço constante da ciência e da saúde pública, exige de cada um de nós a adoção de medidas de prevenção das doenças presentes, com frequência ou não, em nosso país. Medidas simples, como a vacinação para não contrair a febre amarela.

Destaca-se que é relevante nossa atenção às fontes seguras de informação sobre a febre amarela, nesse tempo em que a doença tem se manifestado em muitos pontos desse imenso Brasil e no estado de São Paulo. A mídia tem se prestado bem a nos trazer informações seguras e com fundamento nas instituições de saúde existentes no país, no estado e em nossa cidade.

É comum acharmos que certas coisas acontecem somente aos outros, nunca a nós mesmos. Cada um deve cuidar do seu ambiente, da sua casa, do seu quintal. Às vezes ouvimos pessoas que dizem “eu faço tudo isso, faço tudo certo, mas os outros não fazem a parte deles”.

Além do cuidado com a limpeza dos espaços físicos, é primordial a conscientização para uma cultura de prevenção, de medidas, posturas e cuidados abrangentes que envolvem não a uns e a outros, mas a todos.

Fazer a nossa parte implica em um trabalho constante de conscientização que envolva toda a população no combate aos criadouros do mosquito aedes aegypti e às medidas de prevenção das doenças presentes ou que possam se tornar presentes na comunidade.

Joaquim Benício Peruzzo
58º Cursilho para Homens da diocese de Lins – abril/1988

PAPA FRANCISCO  POR OCASIÃO DA VIAGEM APOSTÓLICA AO CHILE E PERU

MENSAGEM EM VÍDEO DO PAPA FRANCISCO
POR OCASIÃO DA VIAGEM APOSTÓLICA AO CHILE E PERU

Irmãos e irmãs do Chile e do Peru!

Com a aproximação da minha viagem a estas terras, saúdo-vos carinhosamente. Vou visitar-vos como peregrino da alegria do Evangelho, para partilhar com todos «a paz do Senhor» e «para vos confirmar numa única esperança». Paz e esperança, compartilhadas entre todos.

Desejo encontrar-me convosco, fitar os vossos olhos, ver os vossos rostos e poder experimentar juntos a proximidade de Deus, a sua ternura e a misericórdia que nos abraça e nos consola.

Conheço a história dos vossos países, forjada com esforço e dedicação. Juntamente convosco, desejo dar graças a Deus pela fé e pelo amor a Deus e aos irmãos mais necessitados, especialmente pelo amor que experimentais em relação a quantos são descartados pela sociedade. A cultura do descarte invadiu-nos cada vez mais. Desejo tornar-me partícipe das vossas alegrias, tristezas, dificuldades e esperanças, e dizer-vos que não estais sozinhos, que o Papa está convosco, que a Igreja inteira vos acolhe, que a Igreja olha para vós.

Juntamente convosco, desejo experimentar a paz, tão necessária, que provém de Deus; só Ele no-la pode oferecer. É o dom que Cristo concede a todos nós, o fundamento da nossa convivência e da sociedade; a paz fundamenta-se na justiça e permite-nos encontrar instâncias de comunhão e harmonia. É necessário pedi-la constantemente ao Senhor, e é o Senhor que no-la concede. É a paz do Ressuscitado que traz a alegria e nos impele a ser missionários, reavivando o dom da fé que nos leva conduz ao encontro, à comunhão compartilhada de uma única fé celebrada e transmitida.

Este encontro com Cristo ressuscitado confirma-nos na esperança. Não queremos estar ancorados nas coisas deste mundo, o nosso olhar vai muito além, os nossos olhos estão fixos na sua misericórdia que cura as nossas misérias. Ele dá-nos o impulso para nos erguermos e continuarmos. Sentir pessoalmente esta proximidade de Deus faz de nós uma comunidade viva e capaz de se comover com quantos estão ao nosso lado e de dar passos firmes de amizade e de fraternidade. Somos irmãos que caminhamos ao encontro dos outros para nos confirmar-nos numa única fé e esperança.

Coloco nas mãos da Virgem Maria, Mãe da América, esta viagem apostólica e todas as intenções que conservamos no nosso coração, a fim de que Ela, como boa Mãe, as receba e nos indique o caminho rumo ao Filho.

Até breve! E, por favor, não vos esqueçais de rezar por mim. Até logo!

fonte:

http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/messages/pont-messages/2018/documents/papa-francesco_20180109_videomessaggio-cile-peru.html

Monumento da Casa São Paulo – 40 anos do MCC na Diocese Lins e Araçatuba

Monumento da Casa São Paulo

40 anos do MCC na diocese Lins e Araçatuba

Para aqueles que estão chegando agora ao MCC da diocese de Araçatuba, segue abaixo um pouquinho mais da nossa história… que permanece sendo construída em nossa caminhada.    

Em comemoração aos 40 anos do Movimento de Cursilhos de Cristandade nas Dioceses de Lins e Araçatuba, em 21 de junho de 2009, após a celebração da Santa Missa presidida pelo bispo Dom Sérgio Krzywy, foi inaugurado no pátio da Casa de São Paulo o monumento “Movimento de Cursilhos: uma alavanca de evangelização” e em homenagem ao encerramento do Ano Paulino (junho de 2008 a junho de 2009).

Sem título

São Paulo Apóstolo foi idealizado no monumento trazendo:

  1. 20160329_101842 - aNa mão direita um pergaminho enrolado (símbolo de todo seu ensinamento através de suas palavras e de seus escritos no anúncio do Evangelho);
  2. Na cintura uma espada (símbolo do seu combate para guardar a fé: “Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a fé” (2Tm 4,7) ;
  3. Na mão esquerda o logotipo do Movimento de Cursilhos no Brasil: (símbolo de patrono do Movimento de Cursilhos).

Na placa comemorativa, temos as palavras de São Paulo em Colossenses 2, 20: “Eu vivo, mas não eu: é Cristo que vive em mim”. Jesus é o centro da sua vida e da nossa vida.

Na parte inferior do monumento a escultura de uma alavanca. Na física, a alavanca é um objeto rígido que é usado com um ponto fixo apropriado (fulcro) para multiplicar a força mecânica que pode ser aplicada a um outro objeto (resistência). Isto é denominado também vantagem mecânica, e é um exemplo do princípio dos momentos.

No Cursilho, alavancas são todas as forças – orações, sacrifícios, obras de misericórdia, etc. – que servem para impulsionar os atos do Movimento de Cursilhos.

O monumento é bastante rico em seus significados.

Vale lembrar que o evento foi registrado no Boletim Informativo da Diocese de AraçatubaO Diocesano”  em maio / junho de 2009. 

Para conhecer mais um pouco da história, segue abaixo o link de outra página de nosso blog. Vale a pena conferir!

https://mccaracatuba.wordpress.com/o-movimento-de-cursilhos-de-cristandade-da-diocese-de-aracatuba-breve-historico/

Joaquim Benício Peruzzo
58º Cursilho para Homens da diocese de Lins – abril/1988

Campanha da Fraternidade – 2018 – cartaz / oração / hino

Campanha da Fraternidade – 2018

Campanha da Fraternidade 2018 (CF 2018) é realizada todos os anos pela Igreja Católica no Brasil durante o período da Quaresma, e a campanha é coordenada pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

A Campanha tem como principal objetivo despertar a solidariedade de todos os seus fiéis e também da sociedade brasileira, em um problema que envolve todos nós, buscando assim uma solução para resolver esses determinados problemas.

O Tema da Campanha da Fraternidade 2018 é:

“Fraternidade e superação da violência”

Tendo como lema:

“Em Cristo somos todos irmãos” (Mt 23,8)

CF 2018 é realizada em âmbito nacional, e envolve todas as comunidades cristãs católicas e ecumênicas do Brasil.

A arrecadação da Campanha da Fraternidade compõe o Fundo Nacional de Solidariedade e os Fundos Diocesanos de Solidariedade, onde 60% da arrecadação são destinadas ao apoio de projetos sociais da própria comunidade diocesana, e os outros 40% restantes compõem o FNS, que são destinados para o fortalecimento da solidariedade em diversas regiões do país.

“Educar para a vida em fraternidade, com base na justiça e no amor, exigências centrais do Evangelho. Renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja Católica na evangelização e na promoção humana, tendo em vista uma sociedade justa e solidária.”

Cartaz:

cartaz-da-CF2018

Oração:

Deus e Pai,
nós vos louvamos pelo vosso infinito amor
e vos agradecemos por ter enviado Jesus,
o Filho amado, nosso irmão.

Ele veio trazer paz e fraternidade à terra
e, cheio de ternura e compaixão,
sempre viveu relações repletas
de perdão e misericórdia.

Derrama sobre nós o Espírito Santo,
para que, com o coração convertido,
acolhamos o projeto de Jesus
e sejamos construtores de uma sociedade
justa e sem violência,
para que, no mundo inteiro, cresça
o vosso Reino de liberdade, verdade e de paz.

Amém!

Hino:

2018: um ano que a Igreja quer dedicar especialmente a você, leigo católico!

2018: um ano que a Igreja quer dedicar especialmente a você, leigo católico!

A CNBB, em 2018, propõe à Igreja um aprofundamento sobre a importância dos leigos. É uma novidade, e ao mesmo tempo não é. Novidade porque será um ano específico. Não é, porque os leigos sempre estiveram presentes na missão da Igreja e, sem eles, não haveria necessidade de pastores.

leigos

Há quem diga que, por um bom tempo, os leigos não tinham vez, mas isto não corresponde à verdade histórica, até porque nunca faltou na Igreja, associações e movimentos liderados por leigos. Basta pensar nas “Ordens Terceiras”. É claro que, nos dias atuais, o papel dos leigos é mais reconhecido, porém sempre existiu.

Primeira coisa: Quem é leigo?
Resposta: Aquele que não é clérigo.

Alguém deixa de ser leigo quando é ordenado Diácono, podendo ser no futuro um presbítero (padre) ou epíscopo (bispo). Todos os outros na comunidade, são leigos, ou seja, não exercem funções do ministério ordenado.

O Catecismo afirma que “nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que sem ela o apostolado dos pastores não pode, a maior parte das vezes, obter seu pleno efeito” (CIC 900). Os leigos são as mãos e os pés do sacerdote. Imagine uma Paróquia com 60 comunidades, num município com 60 mil habitantes e apenas um Padre. Como o apostolado iria funcionar??? Apenas com a ajuda dos leigos.

No Novo Testamento, vemos que, tanto nos Evangelhos como nas Cartas, os leigos tiveram missões importantes. As mulheres que seguiam Jesus (Lc 8, 1-3), os amigos de São Paulo que o ajudavam nas suas andanças (2Tm 4, 19), etc. Quando Jesus nasceu, os seus primeiros adoradores foram os leigos (Lc 2, 15-20).

É comum ver nas redes sociais, um bom número de pessoas que vivem criticando os seus pastores e proclamando, do alto dos seus sofás, como a Igreja deveria agir. Seria muito mais proveitoso, se os mesmos se colocassem à disposição para visitar os hospitais, auxiliar nas catequeses, evangelizar as comunidades periféricas, ajudar na Pastoral do Dízimo, enfim. Agir é muito mais produtivo que falar.

O LEIGO, para cumprir bem a sua função, precisa ter consciência de duas coisas:

  1. Ele é um batizado, e por isso tem a obrigação de anunciar o Evangelho. Também se faz necessário o engajamento em alguma pastoral ou movimento, de acordo com o seu carisma e/ou espiritualidade.
  2. Ele não é clérigo. Portanto, não se pode colocar acima dos dos pastores, como se não dependesse dos mesmos. Até porque a Igreja vive da Eucaristia, e somente o Ministro ordenado pode consagrar as espécies eucarísticas.

Costumamos rezar para que Deus mande vocações sacerdotais, mas também devemos pedir que Ele envie bons leigos para a messe. Homens e mulheres que, antes de tudo, façam a opção pela santidade e que dediquem parte do seu tempo para a evangelização.

Arrisco-me a dizer que, vale mais a pena uma paróquia com bons leigos e um mau pastor, que um bom pastor cercado de maus leigos.

Que este Ano do Laicato, seja muito frutuoso para a Igreja do Brasil.

Pe. Gabriel Vila Verde

fonte: https://pt.aleteia.org/2018/01/07/2018-um-ano-que-a-igreja-quer-dedicar-especialmente-a-voce-leigo-catolico/

7 de janeiro: Epifania do Senhor

ACOLHER OU REJEITAR O PROJETO DE DEUS

Mateus continua a descrever, à luz da Escritura, os acontecimentos da infância de Jesus, já não focando os judeus, mas os pagãos (magos). São estes que reconhecem e anunciam a chegada do rei Messias. Diante da notícia, o tirano Herodes – sempre preocupado com possíveis pretendentes ao seu trono – e parte da população de Jerusalém ficam perturbados. O rei convoca os letrados para se informar melhor sobre o acontecimento e procura convencer os magos a dar-lhe dicas detalhadas a respeito do menino e do local do nascimento.

No relato de Mateus, percebemos claramente duas posições diante do nascimento de Jesus: o império de Herodes e a elite de Jerusalém que se opõem, tentando destruir os planos de Deus; os itinerantes magos, pagãos que não detêm o poder, abraçam os planos divinos e presenciam o amanhecer da nova era.

Desde o nascimento, Jesus manifesta-se como sinal de contradição: é fonte de alegria para seus admiradores; é motivo de perturbação e alvo de ódio para quem, fechado no próprio egoísmo, tem medo de que sua vinda acarrete a perda de privilégios. É um cenário tenso, que marca toda a atividade de Jesus, até chegar à cruz, mas sem terminar aí, pois ainda hoje os adversários dele tentam abortar suas propostas.

A palavra epifania deriva do grego e significa a “manifestação de Deus aos povos”. Sua manifestação tem como primeiras testemunhas um grupo de pagãos (os magos). O recém-nascido, frágil e indefeso, dá-se a conhecer a um grupo de desconhecidos que, guiados pela estrela, chegam até ele para adorá-lo. Temos de celebrá-lo também nós e sentir, no fundo do coração, a mesma alegria que os magos sentiram.

Deixemos que a estrela ilumine também nosso caminho e nos guie na busca do rei dos judeus. Seguindo a “estrela de Belém”, seremos capazes de enfrentar e superar os Herodes atuais que procuram impedir que o reinado de Deus se estabeleça na sociedade.

Pe. Nilo Luza, ssp

fonte: folheto O Domingo (07/01/2018) – Editora Paulus – Editora-Paulus

Anúncio das solenidades móveis de 2018

Na Solenidade da Epifania do Senhor deste final de semana (06 e 07/01) ocorre o anúncio das festas móveis da Igreja. Após a proclamação do Evangelho, antes da homilia, faz-se-á o anúncio solene das Festas Móveis, onde o Senhor se manifesta no mistério pascal, dentro do Ano Litúrgico, à todos aqueles que renasceram no sacramento da regeneração.

Anúncio das solenidades móveis de 2018

Irmãos caríssimos, a glória do Senhor manifestou-se, e sempre há de manifestar-se no meio de nós, até a sua vinda no fim dos tempos. Nos ritmos e nas vicissitudes do tempo, recordamos e vivemos os mistérios da salvação.

O centro de todo o Ano Litúrgico é o Tríduo do Senhor crucificado, sepultado e ressuscitado, que culminará no Domingo de Páscoa, este ano em 01 de abril.

Em cada domingo, Páscoa semanal, a Santa Igreja torna presente este grande acontecimento, no qual Jesus Cristo venceu o pecado e a morte.

Da celebração da Páscoa do Senhor derivam todas as celebrações do Ano Litúrgico:

  • as cinzas, início da Quaresma, em 14 de fevereiro;
  • a Ascensão do Senhor, em 13 de maio;
  • o Pentecostes, em 20 de maio;
  • o 1º Domingo do Advento, em 02 de dezembro.

Também as festas da Santa Mãe de Deus, dos Apóstolos, dos Santos, e na comemoração dos Fiéis Defuntos, a Igreja peregrina sobre a terra proclama a Páscoa do Senhor.

A Cristo que era, que é e que há de vir, Senhor do tempo e da história, louvor e glória pelos séculos dos séculos.

Amém.

As devoções da Igreja para cada mês do Ano

As devoções da Igreja para cada mês do Ano

A Igreja procura santificar o ano todo celebrando a cada dia os Santos do dia, ou as festa e solenidades especiais. Mas também a cada mês do ano a Igreja dedica uma devoção particular. A escolha dessa devoção mensal é feita com base em algum acontecimento histórico ou alguma celebração litúrgica especial.

orando-1Essas devoções surgiram espontaneamente ao longo da vida da Igreja, e nem sempre é possível se determinar exatamente a data e o local de sua origem. E isto pode mudar de um país para o outro, dentro da unidade da Igreja respeitando a saudável diversidade; especialmente as diferenças culturais do Ocidente e do Oriente católicos. No livro “Orações de todos os tempos da Igreja” (Ed. Cléofas, 1998) você encontra orações para todas essas devoções.

Conheça algumas delas:

Em JANEIRO a devoção é dedicada o SANTÍSSIMO NOME DE JESUS, porque oito dias após o Natal, São José o circuncidou dando-lhe o sagrado nome. A Igreja celebra oito dias após o Natal, em 2 janeiro, de acordo com o “Diretório da Liturgia” da CNBB, a festa do Santíssimo Nome de Jesus. O anjo disse a Maria:

“Não temas, Maria, pois encontraste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus” (Lc 1, 30-31).

Por causa das festas em Janeiro que pertencem a infância de Cristo, Janeiro também se tornou o mês dedicado a Santa Infância de Jesus.

FEVEREIRO é o mês da SAGRADA FAMÍLIA porque após as celebrações do Natal, a Igreja a venera. Foi na Sagrada Família que Jesus viveu toda a a sua vida antes de começar a sua vida pública para a salvação a humanidade. Ali ele aprendeu as coisas santas, trabalhou com mãos humanas, obedeceu a Seus pais e se preparou para a grande missão. Olhando para a Sagrada Família a Igreja deseja que os casais e filhos aprendam a viver segundo a vontade de Deus. “O mundo seria bem melhor se o Natal não fosse um dia, se as mães fossem Maria e os pais fossem José”. Embora o começo da Quaresma mude de acordo com o calendário civil, uma boa parte de Fevereiro nos dá um espaço de tempo entre as celebrações do Natal e do foco maior na vida pública e no ministério de Jesus, que ocorre na Quaresma.

MARÇO é o mês da devoção a SÃO JOSÉ, porque a sua festa maior é no dia 19 de março: São José, o esposo da Virgem; o homem justo que teve a honra e a glória de se escolhido por Deus para ser o pai legal, nutrício, de Seu Filho feito homem. Coube a José dar-lhe o nome de Jesus. Neste mês a Igreja nos convida a olhar para este modelo de pai amoroso, esposo fiel e casto, trabalhador dedicado; pronto a fazer, sem demora a vontade de Deus. A Igreja lhe presta um culto de “protodulia” (primeira veneração).

Há muitas orações dedicadas a São José, a Ladainha em sua honra, o Terço de São José, etc.. Santa Teresa de Ávila disse que sempre que lhe fazia um pedido a São José, em uma de suas festas (19 de março ou 1 de maio), nunca deixou de ser atendida. Todos os seus Carmelos renovados tiveram o nome de São José.

O mês de ABRIL é dedicado a EUCARISTIA e ao DIVINO ESPÍRITO SANTO. Quase sempre o Dia da Páscoa cai em abril; e, mesmo quando cai em Março, o período pascal de 40 dias continua em abril. A Eucaristia é o centro da vida da Igreja. Ela é o Sacrifício de Cristo que se atualiza (torna-se presente) no altar, na celebração da santa Missa; e Alimento (banquete) do Cordeiro que se dá como alimento espiritual. É a maior prova de amor de Jesus para conosco. Além da Missa, Ele permanece em estado de vítima oferecida permanentemente ao Pai em nossos Sacrários, para nos socorrer em todas as necessidades e estar sempre conosco.

“Tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim” (Jo 13,1).

MAIO é o mês da VIRGEM MARIA porque é repleto de Suas Festas: 13 de maio (Na. Sa. de Fátima), Visitação (31 de maio); e por ser ela Mãe de Deus e nossa, o mundo cristão comemora o Dia das Mães no segundo domingo de maio, rogando-lhe que defenda, proteja e auxilie todas as mães em sua difícil missão. A devoção a Virgem Maria quer destacar o papel fundamental dela de Medianeira de todas as graças, intercessora permanente do povo de Deus, modelo para as mães cristãs, pura e santa, sempre pronta e disposta a fazer a vontade de Deus. É o mês por excelência para as noivas se casarem e consagrarem seus casamentos a Ela, é o mês de rezar o Rosário e a Sua bela Ladainha lauretana.

JUNHO é o mês do SAGRADO CORAÇÃO DE MARIA. Uma devoção que começou por volta do ano 1620 quando Jesus a pediu a Santa Margarida Maria Alacoque. Foi divulgada no mundo por São Claudio de La Colombiere, que era diretor espiritual da Santa. Era um tempo em que havia uma perigosa heresia chamada jansenismo, que impedia os católicos de Comungarem com frequência e incutia medo de Deus nas pessoas. A devoção ao Sagrado Coração quer mostrar um Jesus humano, misericordioso, pronto a perdoar como o Pai do filho pródigo; e que encoraja a participação na Adoração a Eucaristia e a receber a Sagrada Comunhão na primeira sexta-feira de cada mês. Conhecemos a bela Ladainha do Sagrado Coração de Jesus e inúmeras orações compostas pelos santos.

JULHO é dedicado ao PRECIOSÍSSIMO SANGUE DE NOSSO SENHOR; e a festa específica é no primeiro Domingo do mês. O Sangue de Jesus é o “preço da nossa salvação”. A piedade cristã sempre manifestou, através dos séculos, especial devoção ao Sangue de Cristo derramado para a remissão dos pecados de todo o gênero humano, e atravessando a história até hoje com Sua presença real no Sacramento da Eucaristia. O Papa São João Paulo II, em sua Carta Apostólica “Angelus Domini”, frisou o convite de João XXIII sobre o valor infinito daquele Sangue, do qual “uma só gota pode salvar o mundo inteiro de qualquer culpa”.

AGOSTO é o mês dedicado às VOCAÇÕES no Brasil. Em cada semana do mês a Igreja destaca uma modalidade delas: a vocação sacerdotal, matrimonial, religiosa e os leigos. A vocação define a vida religiosa da pessoa, e é dada por Deus a cada um. Em Sua bondade e sabedoria, Deus distribui Seus dons a cada um como lhe apraz; o importante é que cada um descubra a sua vocação, e nela se realize fazendo o bem a todos. Especialmente é tempo dos jovens rezarem pedindo a Deus o discernimento para o caminho a seguir. De modo especial os leigos devem assumir a sua missão no mundo, como “sal da terra e luz do mundo”; fiéis aos ensinamentos da Igreja, levando o Evangelho a todas as realidades temporais.

SETEMBRO no Brasil é o mês da BÍBLIA, com a finalidade de que o povo católico se aproxime mais dela, a leia e medite, a conheça e aprofunde os seus conhecimentos bíblicos, promovendo cursos bíblicos, etc.. Não é sem razão que São Pedro disse:

“Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal porque jamais uma profecia foi proferida por efeito de uma vontade humana. Homens inspirados pelo Espírito Santo falaram da parte de Deus” (2 Pd 1,20-21).

A Carta aos Hebreus nos lembra de que:

“a palavra de Deus é viva, eficaz, mais penetrante do que uma espada de dois gumes, e atinge até à divisão da alma e do corpo, das juntas e medulas, e discerne os pensamentos e intenções do coração” (Hb 4,12).

OUTUBRO é o mês do santo ROSÁRIO e das MISSÕES. Santo Rosário porque a Europa cristã se viu livre da ameaça muçulmana que queria destruir o cristianismo, no ano 1571; mas foram vencidos pelas forças cristãs na Batalha de Lepanto, no mar da Grécia. O Papa São Pio V pediu aos exércitos cristãos que levassem a “arma do Rosário”. Como a grande e milagrosa vitória se deu no dia 7 de outubro, o Papa instituiu neste dia a Festa de Nossa Senhora do Santo Rosário. O mês das missões é um devoção para estimular ainda mais a missão evangelizadora que Cristo confiou à Igreja. Mandou que seus discípulos fossem pelo mundo todo, pregando o Evangelho e batizando a todos.

NOVEMBRO é mês dedicado às ALMAS DO PURGATÓRIO. O Dia de Finados, no dia 2 de Novembro, é dedicado às orações por todos os fiéis falecidos. O Papa Paulo VI, na “Constituição das Indulgências”, de 1967, estabeleceu indulgências parciais e plenárias pelas almas do purgatório, e determinou a semana de 1 a 8 de novembro como a semana das almas, em que podemos lucrar indulgências plenárias a elas mediante uma visita ao cemitério para rezar por elas, tendo se confessado, comungado e rezado pelo Papa (Pai Nossa, Ave Maria, Glória ao Pai). As almas, por elas mesmas não podem conseguir sua purificação; dependem de nossas orações, missas, esmolas, penitências, etc., por elas.

DEZEMBRO é o mês do ADVENTO e do NATAL. São quatro semanas de preparação para a vinda de Cristo no Natal. Arma-se a “coroa do Advento”, com uma vela acessa a cada domingo, meditando esse tempo de graça. É um tempo propício para preparação espiritual e piedosa para celebrar o Natal e também a segunda e definitiva vinda do Senhor. É o tempo do Presépio, que nos ajuda a meditar este grande mistério da Encarnação do Verbo, que “se fez pobre para nos enriquecer”, como disse São Paulo.

Prof. Felipe Aquino

fonte: 

https://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2016/01/26/as-devocoes-da-igreja-para-cada-mes-do-ano/

Oitava de Natal

Oitava de Natal

Chegando quase ao final do primeiro dia do ano de 2018, decidi escrever um breve texto, com fundamento em alguns conhecimentos que já tinha, aprofundado com outras pesquisas, inclusive na internet (em sites que possuem fontes seguras), sobre a Oitava do Natal.

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A Oitava de Natal é o período compreendido no calendário civil de 25/12 a 01/01, ou seja, a celebração do dia de Natal até o dia de Ano Novo.

No calendário litúrgico, deste ano de 2017, iniciado com o primeiro domingo do Advento em 03/12, a Oitava do Natal iniciou-se com a Solenidade do Natal (25/12) e continuou nos dias seguintes:

No site: http://www.acidigital.com/noticias/hoje-comeca-a-oitava-de-natal-celebramos-o-nascimento-de-jesus-por-8-dias-59579/

Encontramos a explicação das celebrações desse período:

  • 26 de dezembro: Santo Estêvão é o primeiro mártir do cristianismo e representa todos os que morreram por Cristo voluntariamente.
  • 27 de dezembro: São João Evangelista é o jovem e valente apóstolo que permaneceu ao pé da cruz com a Virgem Maria. É considerado o “discípulo amado” e representa os que estiveram dispostos a morrer por Cristo, mas não foram mortos.
  • 28 de dezembro: Os Santos Inocentes representam os que morreram por Cristo sem saber e os milhões de bebês que morrem hoje em dia com o aborto.
  • 31 de dezembro: A Sagrada Família é modelo para todas as famílias e símbolo da união da Santíssima Trindade. Costuma ser celebrado no domingo seguinte ao Natal, mas quando o Natal cai em um domingo, celebra-se em 30 de dezembro.
  • 1º de janeiro: Santa Maria, Mãe de Deus. Todos os títulos atribuídos à Virgem Maria têm sua raiz neste dogma de fé.

O principal objetivo deste breve relato é chamar a atenção para a beleza e profundidade das celebrações durante o ano litúrgico.

Porém, é preciso prestar atenção aos ensinamentos que todas estas celebrações da Igreja nos transmitem, valorizando assim a nossa participação na Eucaristia e na reflexão da liturgia diária.

Joaquim Benício Peruzzo
58º Cursilho para Homens da diocese de Lins – abril/1988

1º de janeiro: Maria, Mãe de Deus

MÃE DE DEUS E DOS PEQUENOS

O ano se abre com a solenidade da Santa Mãe de Deus, Maria, quando também se celebra o dia mundial da paz. Na oitava do Natal, a festa da Mãe de Deus nos convida a voltar novamente os olhos e o coração para o menino recém-nascido em Belém. Ele é o Deus que se faz humano na pobreza, na manjedoura que supre a falta de lugar na sala. Deus se faz pequeno e pobre, é Rei que nasce longe do luxo dos palácios, é Senhor que caminha com os simples e sofredores.

Não por acaso, os primeiros que receberam o anúncio do nascimento de Jesus foram os pastores: gente marginalizada, porque não tinha condição de cumprir todas as exigências da Lei do Antigo Testamento. Aliás, desde o início, o evangelho narra a história dos pequenos e marginalizados que se alegram e ficam maravilhados com a presença e a ação de Deus, que se faz pobre como eles.

Aqueles pastores, atentos ao anúncio do anjo, encontram Jesus e ficam maravilhados. Voltam glorificando e louvando a Deus pelo que tinham visto e ouvido. Eles nos fazem pensar na importância de estar atentos ao que Deus nos fala hoje, de nos abrirmos ao encontro pessoal com Jesus e nos deixarmos transformar por ele. Afinal, como o encontro com Jesus se manifesta concretamente em nossa vida pessoal e comunitária?

Maria, por sua vez, é a mãe que guardava no coração tudo o que acontecia com Jesus e meditava sobre esses fatos. Ela nos ensina a acolher o projeto de Deus mesmo quando nem tudo é claro, mesmo quando Jesus (cujo nome significa “Deus salva”) parece estar distante, alheio aos nossos problemas.

O Deus que se faz ser humano continua vindo a nós pela via da simplicidade e do aparente fracasso. Reconhecê-lo e acolhê-lo nos pequenos de hoje é, a exemplo de Maria, recordar o que Jesus fez e falou, para então continuar dando glória a Deus e ajudar na construção da paz.

Pe. Paulo Bazaglia, ssp

fonte: folheto O Domingo (01/01/2018) – Editora Paulus – Editora-Paulus

MCC – Nossa história na diocese, em seu início

MCC – Nossa história na diocese, em seu início

Em julho de 2019, o MCC completará 50 anos na Diocese de Lins. Poucos registros são encontrados sobre o início do Movimento de Cursilhos de Cristandade.

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Participei das comemorações do Jubileu de Prata, no dia 17 de julho de 1994. Vivíamos naquele ano um clima de expectativa, pois fora criada a Diocese de Araçatuba e então teríamos de seguir nossa caminhada, com a aprovação do Bispo Diocesano, após a assembleia que criaria o Movimento de Cursilhos na Diocese de Araçatuba e aprovaria o seu regimento interno.

Lins e Araçatuba se separariam geograficamente, mas o pensamento reinante era de que permaneceríamos “de mãos dadas nas mesmas estradas” no trabalho de anunciar Jesus Cristo.

Cinco anos depois, em 11 de julho de 1999, os cursilhistas de nossa diocese celebraram com a Diocese de Lins uma missa em Ação de Graças pelos 30 anos do MCC, evangelizando os ambientes, concelebrada pelo Bispo de Araçatuba Dom José Carlos Castanho de Almeida e pelo Bispo de Lins Dom Irineu Danelon.

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Essas festividades aconteceram na Casa de São Paulo, com a presença de irmãos e irmãs da Diocese de Lins. Da mesma forma, celebramos os 40 anos, em 21 junho de 2009, com missa presidida por Dom Sérgio Krywy. 

Não temos registros desta última festividade, mas foi quando ocorreu a inauguração do monumento em que homenageamos nosso Patrono São Paulo Apóstolo, no ano jubilar dedicado a ele. Houve queima de fogos e um almoço de confraternização com a participação de muitos pioneiros do MCC. As fotos que eu tinha baixado no computador foram perdidas.

Com a finalidade de conhecimento dessas festividades, poderão ser acessados os livretos das celebrações de 1994 e 1999 (em anexo). Os livretos contém a história do Movimento de Cursilhos em seu início, enquanto éramos Diocese de Lins.

Se alguém tiver fotos da celebração de 2009, poderia encaminhar cópias para arquivo no GED.

Uma resenha da história da continuidade do Cursilho está sendo preparada para divulgação em breve. Nosso objetivo é preservar a história em seu início e sua continuidade a partir do ano de 1995 até nossos dias.

O blog do Movimento de Cursilhos e Escolas Vivenciais da Diocese de Araçatuba tem exercido sua finalidade de registrar nossas ações: Escola Vivencial, Cursilhos, Ultreias, Assembleias, Retiros, Confraternizações, entre tantos outros.

Mais que ações diárias ou semanais, as publicações do blog fazem parte da memória da historia que estamos construindo, cada um de nós apaixonado por este Movimento cuja espiritualidade está centrada em Jesus Cristo, manifestação suprema do amor do Pai por seus filhos e filhas (Rm 8, 39b), através da ação do Espírito Santo (Lc 4, 18). 

Joaquim Benício Peruzzo
58º Cursilho para Homens da diocese de Lins – abril/1988

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Escola Vivencial MCC – Murutinga do Sul – 16/12/2017

Escola Vivencial MCC – Murutinga do Sul

(16/12/2017)

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Festa de confraternização do MCC com a presença de Padre David

É natal.

É tempo de esperança e de renovação. É tempo de refazer nossas forças, pois junto com o Natal está chegando mais um final e início de ano.

Neste ano, a vida nos proporcionou muitos momentos. Certamente, muitos momentos especiais que não terminam, não acabam, apenas tomam um outro rumo.

Também na caminhada nos deparamos com esquinas que nos fizeram, obrigatoriamente, dobrar o caminho. Outras esquinas, nós mesmos criamos, com uma sensação de falsa impressão… de começo e de fim. 

Por isso nos liguemos somente naquilo que é bom.

O futuro mostrará exatamente quando e onde deveremos usar aquilo que de fato aprendemos e guardamos cuidadosamente no coração.

Sem dúvida, temos em Cristo ressuscitado a chave da felicidade. Nada, ninguém e nunca aprisionar-nos-ão.

Obrigado por ontem, por hoje e por sempre.

Felicidades e sucesso.

Deus abençoe

Drieli Oliveira Fioravante Araújo
4º Cursilho para Jovens da diocese de Araçatuba

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Escola Vivencial MCC – Guararapes – 13/12/2017

Escola Vivencial MCC – Guararapes

Ontem, dia 13/12/2017, aconteceu o quarto encontro da novena de natal de nossa comunidade. Desta vez, ocorreu na casa da dona Mariquinha e o sr. Carlos.

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O casal ficou muito feliz com a nossa visita.

As palavras do Thiago foram de grande sabedoria dizendo que o consumismo nos faz esquecer o verdadeiro sentido do Natal e que fragilizados emocionalmente, por essa magia de final de ano, somos impulsionados a fazer alguma caridade para uma criança (ou família), mas esquecendo que esta mesma criança (ou família) talvez precise da nossa ajuda o ano inteiro.

Que o menino Jesus que nasceu com simplicidade e humildade possa nascer em nossos corações todos os dias do novo ano.

Rose Maldonado
5º Cursilho para Mulheres da diocese de Araçatuba

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Nossa Senhora de Guadalupe – 12 de dezembro

Nossa Senhora de Guadalupe – 12 de dezembro

Nossa Senhora de Guadalupe apareceu pela primeira vez ao índio asteca Juan Diego. Na língua asteca, o nome Guadalupe significa, Perfeitíssima Virgem que esmaga a deusa de pedra. Os Astecas adoravam a deusa Quetzalcoltl, uma monstruosa deusa, a quem eram oferecidas vidas humanas em holocausto.

Nossa Senhora de Guadalupe, porém, veio para acabar com essa idolatria e mudar a vida daquele povo sofrido. No ano de 1539, mais de 8 milhões de Astecas tinham abraçado a fé católica, convertendo-se e acabando com a idolatria pagã. No México e em todo o mundo, Nossa Senhora de Guadalupe é muito venerada.

A aparição de Nossa Senhora de Guadalupe

CzfuMbhUAAAx-4QEstava o índio Juan Diego no campo. Ele sofria por causa da grava enfermidade de seu tio a quem muito amava. Juan rezava por seu tio quando teve a visão de uma mulher com seu manto todo reluzente. Ela o chamou por seu nome e disse em nauátle, a língua asteca: Juan Diego, não deixe o seu coração perturbado. Eu não estou aqui? Não temas esta enfermidade ou angústia. Eu não sou sua Mãe? Você não esta sob minha proteção?

A Senhora pediu, então, que o índio fosse revelar sua mensagem ao Bispo local. A mensagem de que Ela iria acabar com a serpente de pedra, e que o povo do México iria parar com os holocaustos e se converter a Jesus Cristo. Além disso, deveria ser construída uma Igreja no local das aparições.

O Milagre de Nossa Senhora de Guadalupe

O Bispo não acreditou no índio, mas ordenou que ele pedisse um sinal à Senhora para provar a veracidade da história. Quando Juan Diego voltou para o campo, Nossa Senhora de Guadalupe apareceu novamente a ele. Este lhe contou sobre a desconfiança do Bispo, porque Maria tinha pedido que fosse construída também uma grande igreja naquele local.

Maria sorrindo, pediu a Juan Diego que subisse ao monte e enchesse seu poncho com flores. Era inverno. A neve recobria os campos. Naquela época, não nasciam flores naquela região do México. Juan Diego sabia disso. Porém, mesmo assim obedeceu. Chegando ao alto do monte em meio à neve, ele achou uma grande quantidade de flores cheias de grande beleza. Ele apanhou muitas flores, encheu seu poncho e foi levá-las ao Bispo.

O Segundo Milagre

Com dificuldade Juan Diego foi recebido pelo Bispo. Ele tinha seu poncho ou sua Tilma, dobrado cheio de rosas. Então, ele abriu a tilma e as flores caíram no chão. Quando o Bispo viu, ainda não acreditou. Então, para espanto de todos os que estavam na sala, no poncho do índio estava estampada a bela imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, como o índio tinha revelado ao Bispo. Todos na sala acreditaram, inclusive o bispo. Desse momento em diante, tudo mudou.

O fato causou grande comoção em todo o povo mexicano. Logo foi construída uma grande Igreja no local indicado por Nossa Senhora e o poncho de Juan Diego com a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe impressa foi levado para ser venerado. Guadalupe se tornou o grande Santuário do México, e a devoção a Nossa Senhora de Guadalupe se estendeu por toda América Latina. 

Padroeira das Américas

Em 1945, foi declarada padroeira das Américas, pelo Papa Pio XII.

Em 1979, como extremado devoto mariano, o Papa João Paulo II visitou esse Santuário e consagrou solenemente toda a América Latina a Nossa Senhora de Guadalupe, como Padroeira da América Latina.

Estudos sobre o poncho

Estudos realizados sobre o poncho do índio Juan Diego, revelam que a pintura não foi feita por materiais existentes na natureza e nem fabricados pelo homem. Nos olhos de Maria, dentro da Iris e da pupila, vê-se a cena em que o índio abre sua tilma na sala do bispo, com todas as pessoas presentes na sala conforme foi descrito em documentos posteriores. Tem uma família de um lado, o índio e o Bispo do outro. O olho reflete a luz como o olho humano.

Em janeiro de 2001, o engenheiro peruano, José Aste Tonsmman, revelou o resultado da pesquisa de 20 anos, com a ajuda da NASA. Os olhos da imagem ampliados 2,500 vezes, mostram umas 13 pessoas, crianças, mulheres, o Bispo e o próprio índio Juan Diego, no momento da entrega do poncho ao Bispo.

Richard Kuhn, prêmio Nobel de química, descobriu que a imagem não tem corantes e que após 470 anos continuam com seu brilho. O pano do poncho não dura mais do que 20 anos e começa a se desfazer, o que não acontece com o poncho do milagre, que já dura quase 500 anos. Concluíram que o que forma a imagem de Nossa Senhora não é pintura. A fibra do ayate, cacto, são suportaria as tintas da época. Além disso, não existe esboço ou marca de pincel.

Milagres de Nossa Senhora de Guadalupe

Grandes milagres aconteceram ao longo dos quinhentos anos de história da aparição de Nossa Senhora de Guadalupe. O povo sofrido do México teve sua esperança renovada com esta visita e permanência de Nossa Senhora em suas terras.

Imagem de Nossa Senhora de Guadalupe

Nossa Senhora, em um ato de delicadeza, apareceu como uma índia, morena, vestida como uma índia grávida. Em sua roupa está retratado o céu com a posição das estrelas do dia em que ela apareceu. Os astecas sabiam reconhecer estes sinais e isso foi decisivo para que a conversão daqueles povos acontecesse em massa.

Oração a Nossa Senhora de Guadalupe

Perfeita, sempre Virgem Santa Maria, Mãe do verdadeiro Deus, por quem se vive.
Mãe das Américas! Tu que na verdade és nossa mãe compassiva, te buscamos e te clamamos.
Escuta com piedade nosso pranto, nossas tristezas.
Cura nossas penas, nossas misérias e dores.
Tu que és nossa doce e amorosa Mãe, acolhe-nos no aconchego de teu manto, no carinho de teus braços.
Que nada nos aflige nem perturbe nosso coração.
Mostra-nos e manifesta-nos a teu amado filho, para que Nele e com Ele encontremos nossa salvação e a salvação do mundo.
Santíssima Virgem Maria de Guadalupe, faz-nos mensageiros teus, mensageiros da vontade e da palavra de Deus.
Amem. 

Escola Vivencial MCC – Murutinga do Sul – 10/12/2017

Escola Vivencial MCC – Murutinga do Sul

Neste domingo, 10 de dezembro de 2017, aconteceu o Leilão de Gado em prol do Hospital de Câncer de Barretos, aqui da cidade de Murutinga do Sul, no salão de festa da paróquia.

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O Movimento de Cursilho foi o responsável por preparar e servir o almoço.

Drieli Oliveira Fioravante Araújo
4º Cursilho para Jovens da diocese de Araçatuba

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Escola Vivencial MCC – Bilac – 09/10/2017

Escola Vivencial MCC – Bilac

Sábado, 09.12.2017, com a graça de Deus, mais uma vez estivemos reunidos para a confraternização, num ambiente harmonioso, mas não deixamos de lembrar que estamos no tempo do ADVENTO, ou seja, de vigília e espera da vinda gloriosa de Nosso Senhor Jesus Cristo, razão maior da nossa fé, da nossa caminhada e da nossa alegria.

Que em 2018, ano especialmente dedicado ao Laicato na Igreja Católica, Nossa Senhora e São Paulo Apóstolo roguem a Deus por nós, para que sejamos, ainda mais, perseverantes na missão de cristãos junto à igreja e sociedade. Com olhares luminosos e corações sábios, gerando luz e sabor, como Jesus Cristo em seu evangelho, conforme sugere nosso querido e estimado papa Francisco.

Que ninguém se perca pelo caminho, para que possamos estar juntos mais vezes, orando, meditando, ensinando, aprendendo, trabalhando e comemorando.

Jesus continua contanto com todos nós! Certamente, todos nós continuamos contando com a sua Graça!

Sigamos em frente!

Saudações De Colores!

Feliz e Santo natal e um ano novo de realizações para todos!

José João Ricardo
31° cursilho para homens da Diocese de Araçatuba – abril/2012

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GED – Reunião Escolas Vivenciais – 09/12/2017

Ata da Reunião do GED e Escolas Vivenciais
(09.12.2017)

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Programação:

  • Recepção: 14 às 14h 10
  • Oração Inicial: 14h 10 às 14h 20
  • Leitura do Evangelho do dia (Mateus 10, 24-33) e partilha da Palavra
  • Objetivo da Reunião: 14h 20 às 14h 25
  • Eixos de elaboração do calendário das Escolas Vivenciais: 14h 25 às 14h 50
  • Documentos necessários para elaboração dos calendários:

1. Catecismo da Igreja Católica
2. Módulos do MCC
3. Fundamentos do MCC – Pré e Pós-Cursilho
4. Ideias Fundamentais do MCC
5. Documento nº 105 da CNBB
6. O Cursilho por Dentro
7. Manual dos Responsáveis
8. Documentos da Igreja
9. Documento Diocesano “Aplicação das Prioridades Diocesanas no quadriênio 2016-2019”
10. Temas Sociais

  • Dúvidas e recados: 14h 50 às 15h 20
  • Encerramento e cafezinho: 15h 30
  • Decisões/Deliberações

Iniciamos a reunião com a oração “Invocação ao Espírito Santo” e a leitura do evangelho do dia. Na partilha da palavra, Marina disse sobre a atualidade das palavras de Jesus:

“Ide ao encontro de todas as ovelhas da casa de Israel”.

É preciso que nós, que estamos à frente da Escola Vivencial, saíamos ao encontro de todos os afastados da Escola Vivencial e do movimento e buscar conhecer os motivos de não estarem frequentando, se por motivo de saúde ou outro motivo.

Jesus nos fala das “ovelhas sem pastor” e nós devemos fazer acontecer a nossa missão evangelizadora, anunciar o evangelho de Jesus Cristo.

Em seguida, Marina disse que na Assembleia Diocesana do MCC ficou decidido que entre o cursilho para homens e o cursilho para mulheres haverá um espaço de duas semanas, mas o cursilho para mulheres do mês de abril deverá ter sua data alterada pelo GED porque padre Agnaldo terá compromissos diocesanos que coincidem com o período aprovado pela Assembleia.

As respostas referentes à disponibilidade de responsáveis mensageiros ou mensageiras deverão chegar aos responsáveis pela Escola Vivencial – Marina e Nelson Lemos – na seguinte conformidade:

  • cursilhos de abril 2018 – até 10.03.2018;
  • cursilho para jovens – até 14.06.2018;
  • cursilhos de setembro – até o dia 01. 08.

As disponibilidades de responsáveis para cozinha deverão se encaminhadas no e-mail do Osmar Bruno.

O Setor deverá informar os responsáveis pela Escola Vivencial do GED: nome completo do(a) mensageiro(a); seu endereço completo; seu e-mail; sua mensagem já aprovada pelo GED. Também deverá informar se há responsáveis com mensagens prontas e que precisam ser encaminhados para o GED para apreciação e aprovação.

Os documentos necessários para as comunicações da EV estão elencados no programa acima. Marina orientou que os responsáveis pela EV, ao convidarem um irmão ou irmã para a comunicação, lhes dê um roteiro como sugestão para a elaboração da comunicação.

Esse roteiro trará o objetivo da comunicação, os pontos que devem ser tratados no tema, os documentos e subsídios que devem ser utilizados. Sugeriu que fossem programadas duas comunicações na EV, ou seja, duas mensagens do cursilho de três dias que não dadas no cursilho de dois dias.

Os esquemas dessas mensagens estão no livro “O Cursilho por Dentro”. As mensagens são:

  • Formação – Educação Permanente da Fé;
  • A Fé e a sua Vivência – Espiritualidade.

Além de temas retirados dos documentos sugeridos nos itens 1 a 10 do programa acima, Marina enfatizou a importância dos temas sociais na Escola Vivencial. 

Para comunicação desses temas, caso o comunicador não seja do Movimento de Cursilhos ou mesmo não seja católico, disse que é importante que ele tenha e professe a fé cristã, mesmo que não seja católico. Disse da importância de informarmos a eles sobre o público alvo da Escola Vivencial.

Mensageiros de outras regiões, informar também a característica da comunidade, como é sua realidade. Se o mensageiro tiver essa informação, terá mais habilidade para explorar o tema e que este venha ao encontro das expectativas dos participantes da Escola.

Marina solicitou que sejam reservadas duas comunicações, no segundo semestre, para inclusão de temas a partir da Assembleia Regional do MCC ou de documentos novos que surgirem . Os calendários, após sua elaboração, deverão ser encaminhados para o Nelson ou Marina.

Ao encerrar a reunião, rezamos o Pai Nosso e a Ave-Maria.

Compareceram à reunião:

Joaquim Benício Peruzzo (vice-coordenador do GED) – Araçatuba
Valdira Pereira de Martins – Guaraçaí
José Maria de Oliveira – Castilho
Regina Maria de O. Oliveira – Castilho
Leandro Steluti Soares – Guaraçaí
Amanda Aparecida Ferreira Caldato – Guaraçaí
José João Ricardo – Bilac
Jaqueline Alves Lacerda – Birigui
Ana Paula Navacchio Barnabé – Gabriel Monteiro
Carlos Renato Barnabé – Gabriel Monteiro
Mauro César C. Sabino – Araçatuba
Luiz Henrique Cortez Bosco – Araçatuba
Elso Gomes – Araçatuba
Marina Pereira Bosco (Responsável Escolas Vivencias no GED) – Araçatuba

Joaquim Benício Peruzzo
58º Cursilho para Homens da diocese de Lins – abril/1988

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