GED – Reunião Escola Vivencial – 15/07/2017

GED – Reunião Escola Vivenciais

Na tarde de ontem, 15/07/2017, reuniram-se representantes do GED (Grupo Executivo Diocesano) do MCC da Diocese de Araçatuba e respectivos setores de Araçatuba, Birigui e Guararapes, com fins de analisar a EV (Escola Vivencial – que em nossa diocese instalada em 12 localidades) e traçar objetivos comuns com vista à continuidade da programação no segundo semestre de 2017.

Após a oração inicial, leitura e partilha do evangelho do dia (Mt 10, 24-33), Nelson Lemos – responsável pela EV no GED – expôs o objetivo da reunião. Em seguida, foi proposto o VER da Escola Vivencial:

  • Como está a espiritualidade da Escola Vivencial?
  • Quais os pontos positivos e negativos?

Como pontos positivos:

  • os participantes são chamados à caridade e respondem afirmativamente;
  • celebração de missas, orações;
  • partilha de evangelho;
  • reza do terço;
  • apoio de sacerdotes e diáconos;
  • inserção nas atividades da Igreja; 
  • engajamento nas paróquias onde se localizam as respectivas EV;
  • Lectio Divina, em Bilac, propicia maior participação e partilha do Evangelho;
  • testemunhos de vida;
  • leitura e reflexão da Bíblia, que fortalece a espiritualidade;
  • vivência em grupos / comunidades;
  • abertura a não cursilhistas (inclusive para comunicação de mensagem);
  • intercâmbio de mensageiros(as) entre os quatro setores da diocese e as cidades que os compõem;
  • ações para inserção dos jovens;
  • reativação da Escola Vivencial em cidade onde estava inativa (Lavínia).

Como pontos negativos:

  • dificuldades financeiras;
  • a desmotivação pessoal para formação de mensageiros(as);
  • falta de espaço próprio para os jovens (quando são estudantes estão em cursos noturnos);
  • falta de efetiva ação missionária.

Após a análise do VER da Escola Vivencial como um todo, refletimos o texto que se encontra nas páginas 41 a 43 do livro O MCC em estado permanente de missão “Espiritualidade”.

No momento do DISCERNIR, comparamos as ideias do texto “Escola Vivencial em Espiritualidade” com a realidade apresentada no VER.

Para viver a dimensão da Espiritualidade, a Escola Vivencial deve promover:

  • O encontro com Cristo
  • A conversão
  • O discipulado
  • A dimensão comunitária da fé
  • A missão: anunciar Jesus Cristo

Uma Escola Vivencial cuida da formação do povo de Deus (Meu povo se perde por falta de conhecimento – Oseias, 4).

A Escola Vivencial (de cada localidade) deverá:

  • Cuidar de seus formadores, seus mensageiros, aqueles que proclamam o anúncio da Boa-Notícia.
  • Não se improvisa um bom mensageiro.

Um bom evangelizador precisa ter as seguintes características:

  • Ter experiência da salvação
  • Zelar pelo Evangelho
  • Analisar a realidade (VER) e (DISCERNIR) com os olhos cristãos – É isto que Deus quer?
  • Viver o Evangelho

Após as reflexões, foram socializadas as propostas de calendário do segundo semestre da Escola Vivencial das cidades de Bilac, Birigui e Guararapes. Ficou decidido como parte do AGIR que a Escola Vivencial (nas suas doze localidades) – fará o estudo, entre outros, do documento do MCC:

  • Roteiro de Estudos para Escolas Vivenciais e Assembleias / O MCC em estado permanente de missão “Espiritualidade”

Da própria comunidade (não se excluindo o costume do intercâmbio de mensageiros), deverá sair o comunicador, o mensageiro, o bom formador, aquele que tem as características acima apresentadas.

Os subsídios são o próprio livro e o material em PPT disponibilizado na Assembleia Regional de Botucatu (2017) publicada neste blog (https://mccaracatuba.wordpress.com/category/ger/assembleia-regional/).

O Grupo Executivo Nacional/Grupo de Apoio do Movimento de Cursilhos do Brasil, nos convida:

Somos chamados a fazer todas as nossas ações passando pelas Mãos de Maria Santíssima, para chegarmos ao Coração Santo de Cristo, durante os dias desse Ano Mariano.

Joaquim Benício Peruzzo
58º Cursilho da Diocese de Lins / Abril 1988
vice-coordenador do GED