GED – Escola Itinerante – Castilho – 27/08/2017

GED – Escola Itinerante – Castilho

Neste domingo, dia 27 de setembro, o setor de Guaraçaí na cidade de Castilho recebeu a Escola Itinerante do GED.

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Inciou-se com um delicioso café da manhã e uma recepção pelo Ministério de canto, que alegrou-nos por toda a manhã e fez do encontro um momento especial e alegre.

Logo após José Maria coordenador da cidade fez a acolhida, com as orações do Espirito Santo, de São Paulo Apostolo e a Oração do cursilhista, abrindo a formação.

João Mauro coordenador diocesano fez a partilha do evangelho de Jesus Cristo em Mt 16,13-20.

A irmã Claudia Fidalgo falou sobre o Pré-cursilho, iniciando com um momento de silêncio para acalmar o coração, fez oração e lembrou da amizade, como é boa e melhor o reencontro dos irmãos cursilhistas. Essa amizade que une e move o Movimento de Cursilhos.

Lembrou sobre o Quarto dia, do compromisso assumido com Cristo e por Cristo.

Na sequência o casal Paula e Caca (da cidade de Gabriel Monteiro) preparou a formação com base no livro “Escola Vivencial – Um caminho de Formação“.

No antigo testamento em Ozeias 4,6 temos:

“Meu povo se perde por falta de conhecimento.”

É preciso aprofundar-se nas coisas referentes a vida espiritual, mergulhar em tudo o que a Igreja nos oferece para sermos melhores, maduros e discernidos. E saborear todo seu potencial!

  • O aprofundar-se
  • Preparar-se
  • Formação integral
  • Aprender a aprender
  • O cenário da pós-modernidade
  • Caminhando e cantando e aprendendo a lição…
  • A pedagogia do caminho
  • A alegria da escola vivencial
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Pe Paulinho – pároco em Castilho

Padre Paulinho, pároco local, após oração, também na acolhida com uma mensagem de refundação, ressurgir a essência do inicio… 

Lembrou que devemos ser orgânicos, sermos um todo, união com os outros grupos, a Igreja não pode ser um corpo em pedaços.

Pediu para que São Paulo Apostolo seja  nosso exemplo de missionário, com muita fé e coragem para levar Cristo a quem precisa e defendê-lo sem medo.

Depois, Joaquim (vice-coordenador do GED) falu sobre as Estruturas do MCC“.

  • Estruturas Operacionais do MCC – Fundamentos do MCC (GEN);
  • Assembleias;
  • Estruturas de Serviços do MCC – Ideias Fundamentais do MCC;
  • Grupos Executivos – GED – GER – GEN – OMCC
  • GED da Diocese de Araçatuba;
  • Setores Diocesanos;
  • Organismo Mundial;
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Pe Agnaldo – Assessor Eclesisático do MCC Araçatuba

A última comunicação dada por Nilda Finco Alves (cidade de Birigui) sobre serviço de cozinha:

  • Cozinha um trabalho de amor, de servir bem, sem olhar a quem;
  • Uma tarefa que  pede oração, silencio, caridade, dedicação… com vários testemunhos;
  • Sobre sacrifícios que devemos fazer, sacrifícios que nos enaltecem como seres humanos e ajuda ao próximo a ter seu encontro com o Cristo.

Ao fim, Padre Agnaldo (assessor eclesiástico do MCC) agradeceu a presença de todos, daqueles que trabalharam na preparação dos alimentos, dando a benção final.

Drieli Oliveira Fioravante Araújo
4º Cursilho para Jovens da diocese de Araçatuba

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Nota de Falecimento – Zilda de Souza – 27/08/2017

nota de falecimento

É com profundo pesar que informamos a todos os irmãos em Cristo que hoje, 28/08/2017, na cidade de Coroados faleceu a cursilhista Zilda de Souza, esposa de Plínio Jr.

Zilda SouzaO corpo será velado no Cemitério Municipal na cidade de Coroados e o sepultamento previsto amanhã 09:00h.

Para nós cristãos, a morte não é o fim em si mesma, mas o começo de uma nova vida junto do Pai que nos criou por Amor.

Nossos sentimentos à família.

Eliana Marques, Equipe do blog …. e de todas as pessoas que na Casa de são Paulo tiveram seu encontro em Cristo ressuscitado.

Escola Vivencial MCC – Guaraçaí – 24/08/2017

Escola Vivencial MCC – Guaraçaí

Benção de Deus!

“…Eu sei que eu não tenho a idade da maturidade de quem já viveu, mas sei que eu já tenho a idade de ver a verdade o que eu quero é ser eu. O mundo ferido e cansado de um negro passado de guerras sem fim, tem medo da bomba que fez, a fé que desfez mas aponta pra mim. No peito eu levo uma cruz, no meu coração o que disse Jesus. Eu venho trazer meu recado, não tenho passado, mas sei entender. Um jovem foi crucificado por ter ensinado a gente a viver. Eu grito ao meu mundo descrente que eu quero ser gente, que eu creio na cruz. Eu creio na força do jovem que segue o caminho de Cristo Jesus. No peito eu levo uma cruz, no meu coração o que disse Jesus.”

Esse é um trecho da música tocada na missa de encerramento do cursilho, e talvez nós não damos a devida atenção à ela. Coloquei um trecho que acho de grande importância e que deveríamos parar para refletir.

Será que estamos fazendo jus à cruz que carregamos no peito?

Será que quando nos é dito “Cristo conta com você” nós retribuíamos a Ele tanto quanto contamos “nós com sua Graça” ?

Em todos os momentos que precisarmos, poderemos contar com Cristo, que no tempo d’Ele nos dará sua resposta e sua graça.

Mas não é somente de pedidos que consiste nossa vida cristã.

Devemos também agradecer, retribuir e ajudar. Devemos carregar nossa cruz não apenas pendurada no pescoço, mais sim viver a cruz que carregamos.

Ser a FORÇA do jovem que segue o caminho de Cristo Jesus.

Maiara Moura

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Escola Vivencial MCC – Bilac – 22/08/2017

Escola Vivencial MCC – Bilac

Terça-feira, 22.08.2017, com alegria, recebemos a cursilhista Claudinha, da cidade de Birigui, acompanhada do casal João e Neide.

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Iniciamos o encontro com leitura dos cursilhos que serão realizados no Brasil e no mundo, neste final de semana, pedindo orações em alavancas, para que todos alcancem os objetivos evangelizadores. Invocamos a presença do Espírito Santo, proclamamos e comentamos o evangelho do dia (Lc 1,26-38).

Na sequência, Claudinha falou sobre o tema: A Fé e Seus Falsos Conceitos.

O seu testemunho sobre uma graça recebida, comprova que a Fé quando brota do coração nos faz acreditar que Deus é o único remédio para os nossos males e salvação para as nossas almas e, quando a Ele recorremos, ao Seu tempo, as nossas súplicas são atendidos.

“Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem.” (Hb 11. 1)

A Bíblia diz que até mesmo os demônios creem: 

“Crês, tu, que Deus é um só? Fazes bem. Até os demônios creem e tremem.” (Tg 2. 19)

“Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram.” (Jo 20:29) 

Paz e bem a todos!

José João Ricado
31° cursilho para homens da Diocese de Araçatuba

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Escola Vivencial MCC – Araçatuba – 22/08/2017

Escola Vivencial MCC – Araçatuba

‘Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!’ (Lc 1, 28)

Nesta terça feira, 22/08/2017, iniciamos os trabalhos do dia, na capela interna da Casa de São Paulo. Cecília fez a leitura da relação dos cursilhos que ocorrerão no final da semana, no Brasil e no mundo, oferecendo em alavanca a esses cursilhos a reza do Terço, que também foi oferecido aos doentes, ao que rezam por nós, aos que nos pedem orações, pela paz do mundo, pela conversão dos pecadores, e em especial pelo desagravo aos pecados cometidos contra o Santíssimo Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria.

Cecília também comunicou que a liturgia do dia faz memória a Nossa Senhora Rainha. Por isso rezamos os mistérios gloriosos do Terço.

Na sala de mensagens, Maira anunciou:

  • Próxima comunicação será “Fazendo Mensagem” feita pela Sílvia.
  • Solicitou que sejam preenchidas as fichas de indicação de candidatos para o próximo cursilho para homens, nos dia 15 a 17 de setembro.
  • Osvaldo Carmona comunicou a distribuição dos convites para o almoço promocional do Setor Araçatuba, dia 24 de setembro.
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Cristiane da cidade de Piacatu fala sobre  “A nossa vida em Cristo

A comunicação “A nossa vida em Cristo” foi feita pela Cristiane Lacerda Gomes, de Piacatu, que a iniciou questionando:

Cremos em Jesus Cristo; mas será que damos a Ele o lugar que realmente deve ocupar em nossas vidas?

Os evangelhos e as cartas dos apóstolos apresentam Jesus como o SENHOR.

Jesus é o Senhor, e esse é o lugar que Ele deve ocupar em nossas vidas.

Em Cristo, encontramos o verdadeiro significado para nossas vidas, disse Cristiane. E, por Cristo ter muito significado em sua vida, ela deu belos testemunhos de sua vivência no seguimento de Jesus: no ambiente familiar, no trabalho, com os amigos da escola, na comunidade. Testemunhos de superação, de força de vontade, de garra para praticar o bem.

São Paulo, na Carta aos Filipenses, fala da vitória dos servos de Deus, independentemente das circunstâncias e dos momentos.

São sete expressões de como Cristo é a vida do cristão, e para cada uma dessas expressões Cristiane nos incitou à reflexão. As sete expressões da Carta aos Filipenses são:

Se Cristo é a minha vida, eu vou ter os mesmos sentimentos que ele tem (1:3-6) 

Eu vou tratar as pessoas da mesma maneira que Cristo as trata. Alegro-me com meus irmãos, orando por eles. Cristo pensou nos outros quando morreu na cruz. Paulo pensou o mesmo, amando os irmãos. Amor sincero não é escolhido.

 Se Cristo é a minha vida, eu vou ter os mesmos interesses de Cristo (1:12-18) 

As minhas ambições pessoais serão ligadas a Cristo, para a honra e glória de Deus. Ninguém ficava com Paulo, sem ouvir o evangelho.

Se Cristo é a minha vida, eu vou ter o mesmo Espírito de Cristo (1:19)

Se eu desejo o mesmo Espírito de Jesus, devo ter os mesmos ideais, alvos e interesses dele.

Se Cristo é a minha vida, eu vou ter Cristo como a minha preocupação suprema (1:20) 

Podemos perder algumas coisas, até a própria vida, mas Cristo é tudo: a esperança e a certeza da vitória.

Se Cristo é a minha vida, eu vou ter Cristo como a parte mais querida da vida (1:21-26) 

Estar com Cristo é incomparavelmente melhor. Significa trabalhar por sua causa.

Se Cristo é a minha vida, eu vou ter uma conduta que combina com a vida de Cristo (1:27) 

Se Cristo é minha vida, não devo viver como o mundo. Se Cristo é a minha vida, lutaremos juntos, firmes em um só espírito. Muitos querem a Cristo como salvação, mas não querem responsabilidades.

Se Cristo é a minha vida, eu vou mudar a atitude dos outros para comigo (1:28-30) 

Cristo entrando em nossa vida, haverá mudanças, resultando em alegrias. Ao redor do seguidor de Cristo, haverá pessoas contra a nossa fé. A salvação em Cristo é um privilégio, algo que o mundo não compreende, e sofrer por Cristo é uma graça.

Cristo é a vida do cristão. E se ainda não recebemos Jesus Cristo, é chegada a hora de O confessarmos como Senhor e Salvador de nossa vida.

Rezamos uma Ave-Maria para Cristiane e sua família.

Joaquim Benício Peruzzo
58º Cursilho da Diocese de Lins – Abril de 1988

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Escola Vivencial MCC – Piacatu – 21/08/2017

Escola Vivencial MCC – Piacatu

Nesta segunda-feira, 21/08/2017, na Escola Vivencial de Piacatu, após a leitura do Evangelho do dia e a oração do Espírito Santo, Frei Claudemir fez a comunicação sobre a “Exaltação da Santa Cruz”.

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Era rotina os romanos crucificar pessoas, mas com Jesus foi de forma diferente.

A exaltação da cruz para Igreja é um compromisso de novas atitudes diante das violências discriminações, etc.

O motivo que levou a Jesus a cruz foi o Amor.

José Roberto Gomes (Beto)
69º Cursilho para Homens da diocese de Lins

Elizabeth de Lima Lacerda Gomes (Beth)
65º Cursilho para Mulheres da diocese de Lins

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Escola Vivencial MCC – Gabriel Monteiro – 21/08/2017

Escola Vivencial MCC – Gabriel Monteiro

Nesta segunda-feira, 21/08/17, recebemos com muita alegria em nossa Escola Vivencial, nossos irmãos da cidade de Araçatuba, Silvia, Bermival e Fátima.

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Os três irmãos cursilhistas estiveram na Ultreya Mundial que aconteceu na cidade de Fátima em Portugal e vieram partilhar conosco sua maravilhosa experiência de encontro de cursilhistas do mundo inteiro.

Jovânia Bassi da Silva
13º Cursilho para Mulheres da diocese de Araçatuba

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Escola Vivencial MCC – Coroados – 16/08/2017

Escola Vivencial MCC – Coroados

A paz de Jesus esteja com todos vocês!

Nesta quarta-feira (16/08/2017) a reunião da escola vivencial foi diferente! Organizamos e participamos com a comunidade da santa Missa da Semana da Família.

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Todos agraciados com a presença do Padre Ademir da cidade de Araçatuba da ordem salesiana que na celebração nos deu uma perfeita explicação do que é ser humilde e solidário para com nossos irmãos. Utilizando omo exemplo Dom Bosco.

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Padre Ademir da congregação Salesiana

Este encontro nos proporcionou a firme certeza da confirmação de nossa fé e a olhar com mais Amor ao nosso redor.

Louvado seja nosso senhor Jesus Cristo… para sempre seja louvado.

Eliana Marques
37º Cursilho para Mulheres da diocese de Araçatuba

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Escola Vivencial MCC – Birigui – 16/08/2017

Escola Vivencial MCC – Birigui

Tema: A SITUAÇÃO DA FAMÍLIA HOJE
subsídio: Diretório Pastoral Familiar, Doc.79 da CNBB.
Mensageiro: Valdir

O documento apresentado possui vários capítulos, sendo abordado nesta noite na escola vivencial o Capítulo 1, que apresenta as circunstâncias em que a família se encontra hoje: com as suas luzes e sombras, a fim de que se possa indicar, para situações e problemas da realidade atual, resposta às pastorais concretas e adequadas.

Temos que procurar viver os valores da família dentro de casa, a família deve ser acolhedora, Família Cristã aberta a acolher.

A família cristã deve ajudar aos seus componentes a vencer as crises e situações difíceis, tanto interna quanto externa.

É preciso que aprendamos ser “melhor para o outro” e do que se “melhor que o outro”.

Família, a célula base da sociedade!

Jacqueline Alves
3º Cursilho para Jovens da diocese de Araçatuba

Escola Vivencial MCC – Bilac – 15/08/2017

Escola Vivencial MCC – Bilac

Terça-feira, 15.08.2017, com alegria e respeito, recebemos a imagem representando simbolicamente a Sagrada Família de Nazaré que, em celebração a semana da família, está visitando as comunidades de nossa cidade, urbanas e rurais, levando paz aos corações do fieis.

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Invocamos a presença do Espírito Santo, proclamamos o evangelho da liturgia do dia em Mt 18, 1-5.10.12-14 e fizemos uma breve reflexão sobre a homilia do papa Francisco: Família, lugar de perdão.

IMG_20170815_192220219 - CópiaNão existe família perfeita. Não temos pais perfeitos, não somos perfeitos, não nos casamos com uma pessoa perfeita nem temos filhos perfeitos. Temos queixas uns dos outros. Decepcionamos uns aos outros. Por isso, não há casamento saudável nem família saudável sem o exercício do perdão.

O perdão é vital para nossa saúde emocional e sobrevivência espiritual. Sem o perdão a família torna uma arena de conflitos e um reduto de mágoas. Sem o perdão a família adoece. O perdão é a assepsia da alma, a faxina da mente e a alforria do coração. Quem não perdoa não tem paz na alma nem comunhão com Deus.

A mágoa é um veneno que intoxica e mata. Guardar mágoa no coração é um gesto autodestrutivo. É autofagia. Quem não perdoa adoece física, emocional e espiritualmente. É por isso que a família precisa de lugar de vida e não de morte; território de cura e não de adoecimento; palco de perdão e não de culpa. O perdão traz alegria onde a mágoa produz tristeza; cura, onde a mágoa causou doença.

Na sequência, assistimos um vídeo do padre Léo, abordando o tema: Buscai as Coisas do Alto.

Uma verdadeira aula de espiritualidade e exemplo de força, de superação e de fé, pois mesmo diante dos sofrimentos causados pela sua gravíssima enfermidade, jamais deixou de externar o seu amor a Deus e pregar a palavra do Santo Evangelho.

Paz e bem a todos!!!

José João Ricado
31° cursilho para homens da Diocese de Araçatuba

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Escola Vivencial MCC – Murutinga do Sul – 15/08/2017

Escola Vivencial MCC – Murutinga do Sul

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Padre Sidney, fala sobre “Família, uma luz para a vida e a sociedade!

Nesta terça-feira, dia 15 de agosto de 2017, tivemos a enorme alegria de receber o estimado Padre Sidney, que veio, desta vez, passar formação sobre a “Família“.

O sacerdote iniciou com a Santíssima Trindade, fez a acolhida e recebemos em procissão a Sagrada Família.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo em Mt 18,1-5.10.12-14.

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Tema da formação foi  “Família, uma luz para a vida em sociedade!

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Após a comunicação a escola vivencial sorteou para a comunidade uma imagem da Sagrada Família.

Drieli Oliveira Fioravante Araújo
4º Cursilho para Jovens da diocese de Araçatuba

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Escola Vivencial MCC – Araçatuba – 15/08/2017

Escola Vivencial MCC – Araçatuba

Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe

Maria da Assunção escuta a nossa voz e pede proteção a cada um de nós.

Nesta terça feira, 15/08/2017, iniciamos os trabalhos do dia, na capela interna da Casa de São Paulo. Alice fez a leitura da relação dos cursilhos que ocorrerão no final da semana, no Brasil e no mundo, oferecendo em alavanca a esses cursilhos a reza do Terço Glorioso. Foram lembrados os aniversariantes da semana.

Alice também falou de São Tarcísio, santo do dia, que foi mártir e é patrono dos acólitos, coroinhas e ministros da Eucaristia.

Rezamos o Terço Glorioso e permanecemos na capela, em clima de espiritualidade, para a comunicação feita por Maria Elisa Lourenço de Atayde sobre “Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe“.

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Maria Elisa, Rodrigo, Ana Paula e Maria 

Maria Elisa iniciou dizendo que falar de Nossa Senhora não é tão simples, pois falar da Mãe é viver a mesma experiência que ela viveu. Maria viveu a Vontade de Deus, cumpriu a Vontade de Deus cem por cento. Se quisermos seguir Jesus, temos em Maria o modelo de seguimento.

No terceiro domingo do mês de agosto, a Igreja celebra o dogma da Assunção de Nossa Senhora. A solenidade da Assunção celebra a glorificação de Maria, porque ela foi a mais humilde das criaturas.

São quatro os dogmas marianos. Dois deles, o dogma da Maternidade Divina e o da Virgindade de Maria, são comprovados pela Palavra de Deus. Os outros dois, o dogma da Imaculada Conceição e o da Assunção, estão implicitamente na Palavra de Deus, fundamentam-se na Palavra.

Nas Escrituras Santas, Maria aparece poucas vezes, mas com simplicidade. Eis aqui a serva do Senhor… é a entrega total de Maria a Deus. A partir da visita do anjo, a vida de Maria se modificou porque ela disse SIM. O anjo se afastou, mas Maria permaneceu firme.

O nosso SIM inicia com nosso Batismo.

Crescemos e entramos na vida dos Sacramentos. O sim de todo dia não é fácil. Enfrentamos muitos problemas e desafios nos relacionamentos, nas diversas situações da vida.

Será que em todos os dias dizemos SIM?

Com certeza há dias que não. Somos frágeis, viemos do pó e ao pó retornaremos.

Portanto, precisamos da Graça de Deus, porque sem ela nada somos.

O Espírito Santo fortaleceu Maria e nos fortalece. Na humildade, o foco de Maria era o céu, a salvação. Ela pensou em todos nós. Quando recebeu Jesus em seus braços, ela pensou em toda a humanidade. Maria, humana, viveu e morreu. Foi sepultada. Por mérito de seu Filho, ressuscitou e foi levada de corpo e alma ao céu. Assim como Maria, nosso foco deve ser o céu.

A família é nosso auxílio. Sem ela nada podemos.

Maria Elisa testemunhou que sua devoção a Maria começou muito cedo, quando era criança, junto à sua família. Testemunhou sua fé, sua confiança na Mãe. Com convicção, relatou duas situações em que Maria foi a Mãe amorosa e protetora de pessoas da sua família.

Se no mundo há tanta incredulidade, tanta heresia, nossa atitude deverá ser de confiança, de acreditar, de mostrar nossa fé. A família é importante na transmissão da fé.

Terminada a comunicação, Maira anunciou que:

  • Próxima comunicação será “Nova Vida em Cristo”, com a Cristiane de Piacatu.
  • Solicitou que sejam preenchidas as fichas de indicação de candidatos para o próximo cursilho para homens, no mês de setembro próximo.
  • Informou que o setor do MCC de Araçatuba realizará um almoço beneficente no dia 24 de setembro.

Rezamos uma Ave-Maria para Maria Elisa e sua família.

Joaquim Benício Peruzzo
58º Cursilho da Diocese de Lins – Abril de 1988

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Escola Vivencial MCC – Gabriel Monteiro – 14/08/2017

Escola Vivencial MCC – Gabriel Monteiro

Nesta segunda-feira, 14/08/17, a Escola Vivencial participou da Semana Nacional da Família em nossa Paróquia.

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Antonio Bevilacqua fala sobre “O Valores da Família

Cujo tema abordado foi: OS VALORES DA FAMÍLIA, transmitido por nosso irmão em Cristo, Antônio Bevilaqua, da cidade de Piacatu.

Jovânia Bassi da Silva
13º Cursilho para Mulheres da diocese de Araçatuba

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Frei Claudemir 

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Escola Vivencial MCC – Coroados – 09/08/2017

Escola Vivencial MCC – Coroados

Nesta quarta-feira nos reunimos em Cristo e falamos sobre a família.

Em Deus todos os nossos medos são vencidos.

É assim que devemos nos sentir em relação a família, que é a base de tudo.

São João Paulo ll chamou a família de “Santuário da vida”. Disse, também, que a família é uma comunidade insubstituível por qualquer outra. Uma família nem sempre viverá em mar de rosas, mais na presença de Deus atravessa qualquer obstáculo, por isso que Deus consagrou a família e, ainda, afirmou:

“crescei e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a” (Gen 1,28).

Cabe a nós honrar, preservar e receber a benção dada por Deus, participando dessa instituição chamada família segundo os preceitos d’Ele.

Assim, faz parte de nossa missão lutar pela preservação da família segundo o coração de Deus.

Louvado seja nosso senhor Jesus Cristo… para sempre seja louvado.

Eliana Marques
37º Cursilho para Mulheres da diocese de Araçatuba

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Escola Vivencial MCC – Bilac – 08/08/2017

Escola Vivencial MCC – Bilac

Terça-feira, 08.08.2017, com alegria, recebemos o casal cursilhista Itamar e Tânia, da cidade de Birigui.

IMG_20170808_195739530Lemos a relação dos cursilhos que serão realizados no Brasil e no mundo, neste final de semana, pedindo orações em alavancas, para o bom êxito em suas propostas evangelizadoras. Invocamos a presença do Espírito Santo, proclamamos e fizemos um breve comentário do evangelho da liturgia do dia (Mt 14, 22-36).

Na sequencia, a Tânia, com segurança e o testemunho de quem vive o seu quarto dia, falou-nos sobre o tema: A AÇÃO NA VIDA DO CURSILHISTA.

Uma mensagem bastante oportuna, pois, muitas vezes, na tribulação do dia-a-dia, achamos que estamos fazendo as coisas corretas, que estamos no caminho certo, mas, na verdade, falta algo que nos passa despercebido, fazendo com que as nossas ações, aos olhos de Deus, não estão sendo realizadas por completas.

Mas o que entendemos por ação?

Será que é o nosso agir?

Será que é o nosso agir… com compromisso?

Vejamos o que diz a palavra de Deus, em Tiago 2,17:

“Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesmo”.

A oração, formação e ação, formam um TRIPÉ que sustenta a vida cristã do cursilhista.

Nas passagens Evangélicas, Jesus é prodigo em dar exemplos da falta de ação, ou a incoerência entre FÉ e VIDA.

“Portanto, vocês devem fazer e observar tudo o que eles dizem. Mas não imitem suas ações, pois eles falam e não praticam”. (Mt 23,3).

Em algumas situações  preferimos “ trabalhar” ao invés de “Agir” . E há entre elas uma sutil diferença:

  • Realizar um “trabalho” de rotina, fazer porque tem que ser feito.
  • Já “ Agir”, é por em prática um plano, trabalhar para executá-lo e levá-lo a conclusão.

No MCC – Movimento de Cursilho de Cristandade,  distingui-se  os diversos tipos de AÇÃO:

  1. O  Ativismo
  2. O Assistencialismo
  3. A Ação Serviço  – Obras de Misericórdia
  4. Ação dentro do M.C.C.
  5. Ação Evangelizadora
  6. E a Ação Transformadora de leigo como Leigo no mundo, em cada ambiente…

ATIVISMO

  • É  o fazer por fazer, sem preocupação do que, para que ou para quem. Atende sem duvida a necessidade de alguém, grupo ou organização, apenas como mão de obra. Não leva em conta a Palavra de Deus e da Igreja, normalmente não é uma ação precedida pela Oração. Costuma ser recompensadora para quem faz…”tipo..estou fazendo a minha parte”

 ASSISTENCIALISMO

  • Pode tornar-se uma forma paliativa e viciante de ação, pois atende uma necessidade ou pedido, o qual depois de atendido, voltará posteriormente a ser novamente solicitado, numa exigência continuada que é retro-alimentada pelo próprio assistencialismo. Muitas vezes não tem clareza das causas que geram essa necessidade.

AÇÃO SERVIÇO

  • É doação de tempo, vigor e talento, ou dispêndio financeiro para atender uma necessidade, mas é paliativa. É para atender uma situação URGENTE. Ai  se incluem as Obras de Misericórdia como esmola ou serviço prestado a entidades que dão assistência aos menos favorecidos
  • Essa ação Jesus nos confiou…e tem uma passagem em Lucas 9,11-13 .

AÇÃO DENTRO DO MCC

  • Aqui esta ação é dentro da Estrutura do MCC, colocando seus dons e talentos a serviço.
  • Servindo no PRE, no CUR, ou no POS, ou no GED, no GER ou ao GEN e também nas instancias internacionais.

 AÇÃO EVANGELIZADORA

  • A missão do Cursilhista é a missão de todo cristão consciente e,  pede que,  transformando –nos (conversão) transformaremos o mundo implantando nele os critérios do Reino. A missão confiada por Jesus a todos os que acolherem a sua Pessoa, sua mensagem, e optarem por segui-lo, é fazer de todas as pessoas de todos os tempos, seus discípulos e pelo testemunho de vida, implantar e disseminar o Reino por ELE inaugurado.

 AÇÃO TRANSFORMADORA COMO LEIGOS CRISTÃOS NO MUNDO

  • Como Cursilhistas, a nossa maneira de concretizar a missão do Cristão é Evangelizar nossos ambientes. A maneira de fazer é através da ação transformadora. Essa ação deve partir da própria pessoa do cursilhista, transformando diariamente (conversão) e transbordando para as realidades nas quais imerso (ambientes): a família, a profissão, o social, a política, enfim…

Conclusão

É importante fundamentarmos as nossas ações e atitudes neste TRIPÉ: ORAÇÃO, FORMAÇÃO e AÇÃO.  

Ouçamos o chamado de Deus na parábola do evangelho de Jesus Cristo em Mateus 20,1-16.

Paz e bem a todos!

José João Ricardo
31º Cursilho para homens da diocese de Araçatuba

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Escola Vivencial MCC – Murutinga do Sul – 08/08/2017

Escola Vivencial MCC – Murutinga do Sul

Nesta terça-feira, dia 08 de agosto,  nossa comunicação foi com a irmã em Cristo Cidinha Jordão, que inciou com a partilha do evangelho de Jesus Cristo em Mt 14,22-36.

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O tema foi o Documento 105 da CNBB – Cristãos Leigas e leigos na igreja e na sociedade – “Sal da terra e luz do mundo (Mt 5,13-14)”

O Documento 105 está dividido em três capítulos além de uma Introdução e conclusão. O primeiro capítulo trata da descoberta da vocação e missão do cristão leigo na Igreja e na Sociedade.  O segundo capítulo trata da compreensão da identidade e da dignidade laical como sujeito eclesial e identifica a atuação dos leigos, considerando a diversidade de carismas, serviços e ministérios na Igreja. O terceiro capítulo, o mais longo, aborda a dimensão missionária da Igreja e indica aspectos, princípios e critérios de formação do laicato, e aponta ainda lugares específicos da ação dos leigos. A Conclusão apresenta nove aspectos de itens importantes encontrados no Documento.

INTRODUÇÃO

Os cristãos leigos são chamados a serem ativos (sujeitos) a partir da consciência batismal para atuar na Igreja e na sociedade.  A realidade eclesial, pastoral e social dos desafios dos tempos atuais torna-se um forte apelo a uma avaliação, aprofundamento e abertura à vocação dos leigos. O Concílio Vaticano II propõe: “O Caráter secular caracteriza os leigos. A vocação própria dos leigos é administrar e ordenar as coisas temporais, em busca do Reino de Deus”.

O Beato Paulo VI lembra que o desenvolvimento da comunidade cristã é tarefa específica dos pastores. A primeira e imediata tarefa dos leigos é o vasto e complicado mundo da política, da realidade social e da economia, como também o da cultura, das ciências e das artes.

Contudo, apesar do desenvolvimento da comunidade não ser a sua tarefa primeira, os leigos são chamados a participar da ação pastoral da Igreja (Doc. de Aparecida n.211).  Assim como o leigo não pode substituir o pastor naquilo que lhe compete por vocação, o pastor não pode igualmente substituir o leigo naquilo que lhe é próprio vocacionalmente. A partir da sua vocação específica, cristãos leigos vivem o seguimento de Jesus na família, na comunidade igreja, no trabalho profissional, nas diversas participações na sociedade civil, colaborando assim na construção de uma sociedade justa e solidária.

Capítulo 1 – O CRISTÃO LEIGO, SUJEITO NA IGREJA E NO MUNDO: ESPERANÇAS E ANGÚSTIAS

Sal da Terra e luz do mundo (Mt 5,13-14), assim Jesus definiu a missão que aos seus discípulos missionários confiou. As imagens do sal e da luz são particularmente significativas se aplicadas aos cristãos leigos. Nem o sal, nem a luz, nem a Igreja e nenhum cristão vivem para si mesmos. No caso dos cristãos, somente surtirão o efeito da Boa Nova, se estiverem ligados a Jesus Cristo (João 15,18).

O grande campo de ação dos cristãos é o mundo. Por isso o Concílio Vaticano II afirma que a Igreja está dentro do mundo, não fora. Na relação com o mundo a Igreja se vê pequena: pequeno rebanho, sal na comida, fermento na massa, semente lançada na terra.

1- CRISTÃOS LEIGOS NOS DOCUMENTOS DA IGREJA

Já em 1968 o documento de Medellin (n.10.2.6) destacava a importância da ação dos leigos cristãos na Igreja e na sociedade. Tal tema se repetiu no Documento de Puebla (1979- n.786) que identifica os leigos como homens e mulheres da Igreja no coração do mundo e homens e mulheres do mundo no coração da Igreja. O Documento de Santo Domingo (1992- n.98) os chamava de protagonistas da transformação da sociedade. Já o Documento de Aparecida (2007-n.213) pediu maior abertura de mentalidade para que entendam e acolham o ser e o fazer do leigo na Igreja, que por seu Batismo e Confirmação é discípulo e missionário de Jesus Cristo.

Em 1.999 o episcopado brasileiro lançou o documento 62” MISSÃO E MINISTÉRIOS DOS CRISTÃOS LEIGOS” que oferece à Igreja orientação para o discernimento sobre o laicato e sua atuação na organização dos ministérios na comunidade.

Na Exortação Apostólica Evangelii Gaudium (n.20.24) o Papa Francisco lança um vigoroso chamado para que todo o povo de Deus saia para evangelizar. Por último, o Ano da misericórdia (08/12/2015 a 20/11/2016) convida a abrir as portas do coração à prática das obras da misericórdia e ir ao encontro dos excluídos ou discriminados.

2- AVANÇOS E RECUOS

Em todo este período de destaque da vocação dos cristãos leigos, a partir do Concílio Vaticano II, houve avanços e recuos.

2.1- Avanços

1- A criação do Conselho Nacional do Laicato do Brasil.

2- Aumento do número de cristãos leigos que exercem o ministério de teólogos e pregadores da Palavra.

3- As pequenas comunidades onde acontecem a reflexão bíblica, celebrações da Palavra e escolas de teologia têm oportunizado espaços de participação e diversificação dos ministérios leigos.

4- Crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos missionários estão surgindo em muitos lugares.

Com alegria e perseverança cristãos, leigos, visitam casas, hospitais, presídios e atuam em movimentos da Igreja e também sociais e políticos, colaborando na santificação das estruturas e realidade do mundo. Também dão atenção e cuidado aos migrantes, bem como a oferta de comunidades terapêuticas em atenção aos portadores de hanseníase e do vírus HIV, como também na pastoral do acolhimento e atendimento às pessoas necessitadas.

Leigos dinamizam a Pastoral do Dízimo e colaboram na transparente contabilidade das paróquias. Também mantém comunhão com seus pastores, seguindo os planos de pastoral da diocese e das paróquias que abraçam.

Há os cristãos, leigos e leigos, comprometidos com os movimentos sociais que buscam a dignidade da vida para todo e também aqueles que atuam voluntariamente no trabalho de cada dia, inclusive nas tarefas mais humildes. São eles o perfume de Cristo, a luz da Boa Nova, o fermento do Reino.

O Papa Francisco destaca que a atuação voluntária dos leigos na obra evangelizadora revela a revolução da ternura; o prazer de ser povo e a nova consciência de que a vida de cada pessoa é uma missão. Podemos afirmar, com alegria e renovada esperança, que os cristãos leigos são os grandes protagonistas desses avanços em unidade com seus pastores.

2.2-Recuos

Lembrando que o mundo é o primeiro lugar da presença, atuação e missão dos cristãos leigos, vê-se que ainda é insuficiente e até omissa a sua ação nas estruturas e realidades do mundo, como nas universidades, nos ambientes do trabalho, da política, cultura, medicina, judiciário e outros. Isso acontece porque, apesar da insistência dos documentos da Igreja em apontar o mundo como primeiro âmbito da atuação dos leigos, há ainda uma grande parcela que tende a valorizar quase ou exclusivamente o serviço no interior da Igreja.

Outro problema que inibe o avanço da ação laical é a não participação dos leigos nos Conselhos Pastorais das Paróquias ou a proliferação de uns poucos cristãos “iluminados” que dominam o processo pastoral, excluindo uma grande maioria. Tudo isso colabora para a inibição da participação na dimensão social da fé. Então, a ação evangelizadora fica restrita à administração dos sacramentos somente às pessoas que procuram o batismo, o catecismo para a primeira Eucaristia, Crisma, Matrimônio. Ou atendendo às práticas devocionais e aos que participam das missas dos fiéis defuntos. Todas estas práticas retiram o protagonismo laical e centra a ação no sacerdote. Este tipo de prática pastoral revela a resistência quanto à opção pelos pobres, que são excluídos do processo único da sacramentalização e devocional.

Temos que considerar que tal realidade também é consequência da falta de uma séria formação de lideranças laicais. A formação que existe se dá, na maioria das vezes, de forma amadorística, gerando conflitos e submissão dos leigos ao clero ou a alguns leigos “iluminados”.

3- ROSTOS DO LAICATO

Os leigos que atuam nas nossas comunidades são casais cristãos que crescem na santidade familiar. Todas as crianças, frutos destes casais, que, participando ou não da catequese, também atuam na Infância Missionária e do serviço dos Coroinhas. Elas são germe de um laicato maduro.

As mulheres contribuem de forma indispensável na sociedade e nas responsabilidades pastorais. Todavia, a Igreja reconhece que ainda é preciso ampliar os espaços para uma presença feminina mais incisiva na Igreja. Mais uma vez reafirmamos a opção preferencial pelos jovens e os idosos que têm merecido atenção do Papa Francisco e dos recentes Sínodos da Família.

Um número significativo de cristãos leigos vive como solteiros. Ser solteiro pode ser também uma opção de vida e um sinal de que a felicidade não está só no casamento ou vocação religiosa e sacerdotal. Aos viúvos e viúvas recordamos que desde o Antigo Testamento Deus se colocou ao seu lado (1Tm 5,16).

Lembramos com alegria dos cristãos leigos que são ministros da coordenação ou articulação paroquial e líderes nas dioceses e movimentos. Liderar é um ato de amor à Igreja. Enfim, entre tantos outros, há os que atuam nas pastorais e movimentos sociais, ONGs, partidos políticos, sindicatos, Conselhos de Políticas Públicas, como homens e mulheres da Igreja no coração do mundo.

CAMPO ESPECÍFICO DE AÇÃO: O MUNDO

Queremos recordar e insistir que o primeiro campo e âmbito da missão do cristão é o mundo. A vocação específica dos leigos é estar no meio do mundo, à frente de tarefas variadas da ordem temporal. Os cristãos leigos levam o Evangelho para dentro das estruturas do mundo, onde homens e mulheres vivem, agindo em toda parte santamente e consagram a Deus o próprio mundo.

O MUNDO GLOBALIZADO

Apesar de tantos avanços da atual sociedade globalizada (tecnologias, sistema jurídico e financeiro, sistema de controle social, e outros) há deficiências gritantes em relação ao direito comum das pessoas e dos povos, bem como em relação ao que permite a cada um viver a verdadeira felicidade. Por isso é chamada de “globalização da indiferença”.

Vivendo neste mundo, o cristão que não tem consciência de ser sujeito corre o risco da alienação, da acomodação e da indiferença. Precisamos vencer a indiferença com as obras de misericórdia para conquistar a paz. Caim se mostrou indiferente ao irmão. O bom samaritano, pelo contrário, deixou-se comover, aproximou-se e cuidou do próximo. Venceu a indiferença pela misericórdia. A globalização da indiferença, infelizmente, nos tornou insensíveis.

Neste mundo globalizado a alma do mercado entra na alma humana criando um círculo vicioso que incluiu de maneira perversa as mais diferentes condições de vida coletiva e individual. Esse é o ápice do processo da globalização econômica: o consumo se torna o modo de vida comum cada vez mais universalizado.

Essa lógica individualista se caracteriza por: 1-satisfação pessoal e indiferença pelo outro; 2- supremacia do desejo em relação às necessidades; 3- predomínio da aparência em relação à realidade; 4- inclusão perversa: são incluídos somente as pessoas que podem consumir; 5- falsa satisfação promovida pelo mercado de consumo que propõe felicidade efêmera através de produtos que meses ou dias após a aquisição se tornam obsoletos.

CONTRADIÇÕES DO MUNDO GLOBALIZADO

Os grandes problemas humanos estão presentes, em nível mundial e local, e expõem por si mesmos as contradições do sistema globalizado:

1-desenvolvimento da pobreza (o desemprego, a falta de moradia, a fome e a violência são hoje fatos mundiais); 2-confiança no mercado e crises constante (O Estado defende os mercados financeiro e produtivo investindo bilhões nestes ambientes, em detrimento das múltiplas formas de exclusão que persistem, como falta de moradia, escolas e outros itens básicos para uma vida digna); 3- enriquecimento de uns e a degradação ambiental; 4- bem estar de uns e exclusão da maioria: a humanidade permanece dividida entre alguns que têm muito e muitíssimos que não tem o mínimo para subsistir; 5- busca de riqueza e tráfico: tanto o tráfico de drogas como o de pessoas, o ser humano não passa de mercadoria que esvazia a sua dignidade; 6- segregação de grupos sociais privilegiados e segregação em bolsões de pobreza e miséria: a violência é o grande flagelo que também decorre dessa segregação e atinge todos os cidadãos; 7- redes sociais virtuais e indiferença real. É preciso dizer não a tudo isso

DISCERNIMENTOS NECESSÁRIOS

A Igreja vive dentro deste mundo globalizado, interpelada a um permanente discernimento. O desafio do cristão será sempre viver no mundo sem ser do mundo (Jo 17,15-16). Discernir significa aprender a separar as coisas positivas das negativas que fazem parte do mesmo modo da vida atual.

Viver na Igreja significa aprender permanentemente, a seguir o caminho e a verdade do Evangelho dentro das condições concretas do mundo. Para viver a sua missão no mundo de hoje, a Igreja como um todo e os cristãos leigos são desafiados à aprendizagem permanente de distinguir:

1-a pluralidade que respeita as diferenças, diferente do relativismo que se pauta na indiferença aos valores e aos outros.

2-a secularidade que valoriza as conquistas humanas e a liberdade religiosa, diferente do secularismo que considera Deus como intruso ou desnecessário.

3-os benefícios da tecnologia presente nas diversas dimensões da vida, diferente da dependência de aparelhos eletrônicos.

4-o uso das redes sociais como expressão de relações humanas, diferente da comunicação virtual que dispensa a relação pessoal.

5-o consumo de bens necessários à subsistência, diferente da busca desordenada da satisfação.

6-o uso do dinheiro para justa aquisição de bens, diferente da idolatria do dinheiro como valor absoluto que tudo direciona.

7-a autonomia, a liberdade e a responsabilidade pessoal, diferente do individualismo que nega o dever para com a vida comum.

8-os valores e as instituições tradicionais, diferente do tradicionalismo que se nega a dialogar com o mundo.

9-a vivência comunitária, que possibilita a justa relação do “eu” com o outro, diferente do comunitarismo sectário que isola o grupo do mundo.

TENTAÇÕES DA MISSÃO

O mundo influencia a Igreja, oferece-lhe tentações, inspira desvios, impõe modelos de vida, a ponto de mundanizá-la. Daí a necessidade contínua de renovação e conversão. Eis algumas tentações da Igreja:

1- ideologização da mensagem evangélica. Significa interpretar o Evangelho fora da Bíblia e da Igreja para defender interesses pessoais.

2- reducionismo socializante. Consiste em reduzir a Palavra de Deus a partir da ótica puramente social.

3- ideologização psicológica. Entende o encontro com Jesus Cristo como uma dinâmica psicológica do autoconhecimento.

4- proposta gnóstica. Costuma ocorrer quando grupos de “católicos iluminados” julgam ter uma espiritualidade superior à dos outros.

5- proposta pelagiana. Busca a solução dos problemas sem contar nem recorrer à graça de Deus.

6- funcionalismo. Consiste em apostar na função e na prosperidade do plano pastoral. Os sacramentos e a evangelização se transformam em função burocrática, sem conversão. A Igreja é assim transformada numa ONG.

7- clericalismo. O padre centraliza tudo em sua pessoa e poder pessoal e clericaliza os leigos “iluminados” que dominam os outros.

8- individualismo. Os individualismos religiosos isolam pessoas e comunidades, e não buscam a inclusão ou a comunhão.

9- comunitarismo sectário. É a atitude de quem vê sua fé verdadeira perante outras falsas. Os membros do comunitarismo sectário veem-se como salvos perante os outros, que não fazem parte do grupo, condenados.

10- secularismo. É a negação da religiosidade como dimensão do ser humano

O Papa Francisco ainda aponta outras tentações que podem incidir sobre os agentes de pastorais: 1- pessimismo estéril; 2- acomodação; 3- isolamento; 4- falta de valorização dos leigos; 5- falta de valorização da mulher; 6- falta de valorização dos jovens e idosos.

A NECESSÁRIA MUDANÇA DE MENTALIDADE E DE ESTRUTURA

A Igreja não é uma ilha de perfeitos, mas uma comunidade missionária e de aprendizagem em seu modo de ser, organizar e agir como seguidora de Jesus Cristo. Viver e atuar neste mundo globalizado implica mudança de mentalidade e de estruturas.

A inserção na realidade do mundo exige da Igreja como um todo ser:

1- Comunidade de discípulos de Jesus Cristo; 2- Escola de vivência cristã; 3- Organização comunitária feita de diversidade de sujeitos investidos de dons e funções distintos; 4- Comunidade inserida no mundo como testemunha e servidora do Reino de Deus que busca inserir a Boa Nova em todos os ambientes sociais; 5- Povo de Deus que busca também os sinais do Reino no mundo; 6- Comunidade que se abre permanentemente para as urgências do mundo; 7- Comunidade que mostra a fraternidade de ajuda e serviço mútuo, com especial atenção às pessoas mais frágeis e necessitadas; 8- Igreja em saída, de portas abertas, que vai em direção aos outros para chegar às periferias humanas e acompanhar os que ficaram caídos à beira do caminho.

A Igreja direcionada e pautada pelo Reino de Deus caminha para frente, dentro da história, com lucidez e esperança, com paciência e misericórdia, com coragem e humildade. A Igreja, com estas características, incluindo dentre elas as atitudes de escuta e diálogo, se insere no mundo como quem aprende e ensina, sabe dizer sim ao que é positivo e não ao que prejudica a dignidade humana. Assim a Igreja se insere no mundo com a atitude do serviço iluminado pela postura amorosa e serviçal presente na Santa Ceia.

Drieli Oliveira Fioravante Araújo
4º Cursilho para Jovens da diocese de Araçatuba

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Escola Vivencial MCC – Gabriel Monteiro – 07/08/2017

Escola Vivencial MCC – Gabriel Monteiro

Nesta segunda-feira, 07/08/17, em nossa Escola Vivencial, Célia nos falou sobre “SERVIÇO DE ANIMAÇÃO VOCACIONAL (SAV)“.

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Agosto é o mês dedicado às vocações!

  • No primeiro domingo, comemora-se as vocações Sacerdotais.
  • No segundo domingo, por imitação do segundo domingo de maio, no qual é comemorado o dia das mães, temos o dia dos pais e neste mesmo dia também é comemorada a vocação Matrimonial.
  • No terceiro domingo, comemora-se a vocação à Vida Consagrada.
  • No quarto domingo, dia do Catequista, vocação do Cristão Leigo na Igreja.

Ao participarmos dessas celebrações não podemos nos esquecer da vocação primeira e mais importante de todas. A vocação à vida cristã e consequentemente, à santidade.

Todos somos vocacionados à santidade!

O Serviço de Animação Vocacional (SAV), é um “serviço” a toda comunidade cristã tendo por objetivo principal “animar” a “vocação” dos cristãos chamados por Deus.

  • Serviço: porque é, exatamente, o cumprimento de uma missão e toda missão implica uma atitude, uma ação concreta. Esse é um serviço que nasce do sopro divino que inspira e anima a vida da Igreja.
  • Animação: não se confunde com empolgação ou euforia, ao contrário, ela é alegria consciente e certeza de poder contar com as graças necessárias para realizar tal empreendimento.
  • Vocacional: nos lembra o chamado, o projeto original que Deus pensou e desenhou para cada um de nós.

O SAV ajuda a todos a se sentirem vocacionados, isto é chamados.

O passo seguinte é ajudar a chamar; assim, o SAV está presente nas pastorais do batismo, familiar, da catequese, juventude, liturgia. Enfim em todas as iniciativas que levam as pessoas a serem Igreja.

Jovânia Bassi da Silva
13º Cursilho para Mulheres da diocese de Araçatuba

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Escola Vivencial MCC – Piacatu – 07/08/2017

Escola Vivencial MCC – Piacatu

Nesta segunda-feira, 07/08/2017 na Escola Vivencial de Piacatu a comunicação foi sobre “O consumo eficiente de energia“, com Márcio Bevilaqua.

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Marcio, explicou sobre as cores das bandeiras, verde, amarela e vermelha na conta de energia elétrica e como podemos economizar energia.

Como utilizar os aparelhos domésticos, os consumos, suas potências e os cuidados necessários com os aparelhos.

Também sobre a iluminação das ruas.

José Roberto Gomes (Beto)
69º Cursilho para Homens da diocese de Lins

Elizabeth de Lima Lacerda Gomes (Beth)
65º Cursilho para Mulheres da diocese de Lins

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Dia do Padre – 04 de agosto

Dia do Padre – 04 de agosto

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Em nome da pessoa de Padre Agnaldo Israel Ferreira – Diretor Espiritual do Movimento de Cursilho de Cristandade da Diocese de Araçatuba, agradecemos e cumprimentamos a partir de Dom Sérgio Krzywy – bispo Diocesano, todos os sacerdotes de nossa diocese, lembrando mais uma vez no seu dia, que todo Padre é um irmão em Cristo, que é amável e pronto a nos erguer de nossas quedas. Um mestre atento que nos puxa as orelhas quando não obedecemos aos mandamentos do Pai. Um companheiro solidário sempre atento que nos ouve, orienta e, em nome de Deus, até nos perdoa.

Queridos Padres, em especial de nossa diocese, obrigado por permitirem-se ser instrumentos de paz, amor, caridade e fé!

Em nossas preces, pedimos à Deus que os mantenham sempre abastecidos de coragem e perseverança para ser sempre, em nossas vidas, fonte de luz e vida!

Parabéns pelo seu dia!

Com carinho, da Equipe do blog